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O GAÚCHO – DO RIO GRANDE DO SUL PARA MALTRATAR O FORTALEZA

25 outubro 2012 Coluna do Nobre, Destaque 295 views sem ComentáriosPrint This Post Print This Post Enviar post por Email Enviar post por Email

ÓDIO AO FORTALEZA - A torcida do Fortaleza está profundamente aborrecida e irritada,  e com razão,  com esses pseudoprofissionais que fazem o Departamento de Esportes do Grupo “O Povo de Comunicação”, pelo fato de uma meia dúzia,  e não mais do que isso,  diariamente se revezar para bater no Tricolor de Aço, enquanto clube e nos seus compartimentos, Comissão Técnica e staff diretivo.  Escapam da sanha voraz  desses energúmenos tão somente os funcionários comuns clube e por milagre.  Esse pessoal, renitente, fanático e arraigado torcedor do nosso maior rival é egresso dos Rios Grandes, do Norte e do Sul e veio pedir  guarida, arrego ou asilo, não se sabe ao certo, à nossa imprensa e, mais precisamente a um departamento de esportes do aludido grupo,  comandado por um cearense, que abriga esse tipo de gente por odiar o Fortaleza com todas as forças da alma.

 

MORRERÁ DO “BABA” - Há ainda a esperança do diretor do departamento esportivo de O Povo, que essa linha institucional do programa, que não passa de uma conduta reles e desenfreada, ou em outras palavras, de uma má conduta,  o faça galgar o cargo com o qual tanto sonha: presidente do “Time das Imediações do Canal do Jardim América” e no seu entendimento essa postura de “bater no Fortaleza”, de forma desaforada, descomedida e imoderada é o seu passaporte para atingir parte dos sonhos alimentados, vez que, segundo informações de pessoas que privam da sua amizade adotou a política de criticar sarcasticamente o Mauro Carmelo por pretender também o seu cargo, numa espécie de “política do papagaio”: Se escorregar o pé se segura com o bico. Presidência do time de Porangabussu ou da Federação, o que vier é lucro. Vai morrer do “baba” e não chega lá.

 

ESCONDENDO A PERSONALIDADE ATRÁS DE UM NARIZ DE PALHAÇO - Ontem, consoante às denúncias e reclamações da torcida o pretenso jornalista sul-rio-grandense fez textualmente essa afirmação: Disse alto e de bom som que o Vica, ao fazer treinos com portões fechados,  está andando de sapato, e foi mais além ao sustentar que “quem faz  esse tipo de coisa,  normalmente,  é mascarado”.  Estou vendendo o peixe pelo preço que comprei, contudo, em sendo verdade, até porque a torcida não inventaria um boato desses ou faria uma calúnia  dessa magnitude esse “elemento” está escancarando uma faceta da sua personalidade, por vezes escondida atrás de um “nariz de palhaço”.

 

ATAQUES DESCABIDOS - No meu parco entendimento presenciamos um ataque descabido a um profissional dos mais corretos, que em momento algum se negou a dialogar com a imprensa, inclusive com o grupo abominado e odiado pela torcida tricolor, o Grupo O Povo que, a exceção de uns bons e raríssimos profissionais, cujos nomes não declinarei para não pecar por omissão. A torcida tricolor, no entanto, sabe aos jornalistas e radialista que honram a profissão e sobre os quais estou me reportando, pois o departamento esportivo do citado grupo, para nossa alegria e júbilo,  tem no seu departamento esportivo pessoas de caráter de caráter, a quem homenageamos. Outros, entretanto, e são maioria fazem explicitamente questão de enlamear o nome do Fortaleza.

 

VÍDEOS MANIPULADOS - A torcida jamais esquecerá a denúncia de que os vídeos, legítimos ou forjados relativos à ação movida pelo Campinense contra o Fortaleza, na Série C do ano passado, foram produzidos pelo citado grupo. Aproveito o ensejo para lembrar mais uma vez que o Ministério Público, sempre zeloso quando examina assuntos ligados ao Fortaleza, prometeu investigar a fundo os possíveis atos delituosos inerentes ao caso, mas depois, sem nenhuma explicação, se fechou em copas e todos sabem que vídeos manipulados ou adulterados foram rejeitados como prova pelo STJD. Cobramos as providências prometidas através de matéria, por sinal e coincidentemente, veiculada no Jornal O Povo. Queremos que os responsáveis por esses prováveis delitos sejam responsabilizados pelos seus atos na forma da lei.

 

TOOS SERIAM MASCARADOS - Não há uma explicação lógica para essa verdadeira “caça ao leão”, alusão à caça à indefesa raposa, hobby dos lordes ingleses, a não  ser que seja um fanático ou esteja sendo teleguiado por alguém, como por exemplo, pelo chefe; ou ainda há soldo do clube que defende com unhas e dentes, posto que só um desses casos, ou todos juntos, justificaria a sua falta de respeito total e inconteste pelo Fortaleza, pela sua torcida e ainda, como demonstra cabalmente, pelo treinador tricolor que, inconteste e indubitavelmente é um profissional competente e da mais elevada monta, cujo único pecado é o de por em prática uma estratégia que julga necessária para um confronto de vida e morte a ser travado em cento e oitenta minutos com um adversário ainda desconhecido. Pelo raciocínio do cidadão todo treinador brasileiro, sem exceção, visto que todos já adotaram esse procedimento, seria “mascarado”.

 

PREPARAR-NOS PARA A CHAPECOENSE - Falando em quem poderia ser o adversário do Fortaleza avaliamos que no momento não poderíamos dar uma resposta com gama maior de probabilidade de acerto, visto que o Grupo B, de onde sairá o antagonista tão especulado e ansiosamente esperado, neste quesito ainda se encontra indefinido. Pelas projeções e dentro da normalidade, ou seja, sem a ingerência do “Imponderável” ou do Sobrenatural de Almeida o Chapecoense se apresenta como o nosso provável contendor, embora, em situação fora dos limites da convenção quaisquer dos cinco clubes possa ser o nosso antagonist5a, mas para que isso ocorresse necessário seria que houvesse algumas catástrofes e uma consequente combinação de resultados pouco improvável. Temos que nos preparar para o Chapecoense.

 

CHAPECÓ - Chapecó, que dista 555 quilômetros da capital Florianópolis e é conhecida como a “capital catarinense da agroindústria” tendo um dos mais elevados PIB do país e uma renda per capta acima dos padrões brasileiros, além de um IDH europeu. Por ocasião do jogo estará sob uma temperatura amena que girará em torno de dezenove a vinte graus e com uma umidade relativa do ar das mais elevadas prenunciando-se que o Fortaleza o enfrentará em boas condições climáticas. Nesses confrontos presume-se que ocorrerá o contrário do que se verificou com o Luverdense, que por aturar numa clima muito quente, quando chega ao Nordeste  se beneficia da temperatura, para os seus padrões,  mais amena, de forma que o clube catarinense poderá sofrer as agruras de uma temperatura elevada e de um sol causticante na segunda partida, até porque  a maioria absoluta dos seus jogadores é originária da Região Sul.

 

TOQUE DE LETRA - Colocamos em evidência o município e a cidade de Chapeco para que a torcida tricolor não fique pensando que, quando falamos das dificuldades da segunda fase estamos sendo exagerados, pessimistas ou pregando uma espécie de terrorismo velado. Nada disso. Queremos deixar patente tão somente que o time catarinense vem de uma das regiões mais ricas do país, tem uma grande estrutura, da qual é exemplo a Arena Condá, com capacidade provisória de quinze mil pagantes e que tem grandes patrocinadores sendo,  pois, um adversário dos mais qualificados tecnicamente e dotado de um grande potencial financeiro que, por vezes faz a diferença. O nosso intuito é prevenir para depois não ter que remediar.

 

PENSAMENTO – Boas condições econômicas podem não ganhar jogo, mas ajudam e muito.

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