TRAGA O NICÁCIO E A TORCIDA PAGA A CONTA!
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PARCERIA COM A TORCIDA - Sou por demais favorável à formação de uma parceria Fortaleza/torcida com o objetivo de repatriar o Nicácio, cuja vinda esperamos não seja mais uma especulação, ou uma das muitas promessas da diretoria não cumpridas e não honradas feitas à Nação Tricolor, que não mais confia ou se fia em promissões vãs. Nessa luta sem quartel e sem dossel pelo título mais importante da nossa história, o Nicácio seria um reforço considerável e inestimável, posto que, além de contribuir para qualificar a equipe e para elevar às alturas a moral do clube e a confiança da torcida, faria com que passássemos a ser mais respeitado dentro de campo pelos nossos antagonistas, tendo em vista que o mesmo escreveu, na sua breve passagem pelo nosso futebol, escreveu o seu nome com letras garrafais nos anais da nossa história.
A TORCIDA PAGA A CONTA - Fosse eu o Renan e já teria trazido o Nicácio, para só então chamar a torcida para ajudar a pagar a conta. E na torcida o nosso presidente pode confiar, posto que, no que pese as dificuldades do time que começou claudicante e à falta de estádios, a nossa torcida não tem se furtado de cumprir o seu papel. Abrimos um parêntese para acentuar que o presidente do nosso rival anda se queixando da falta de apoio da sua torcida, vez que de todos os jogos em que foi mandante, teve saldo positivo apenas no embate contra o Fortaleza em que embolsou líquidos R$. 72.000,00. Enquanto isso o nosso torcedor, sem computar ainda a renda com o Ferroviário já contribuiu para os cofres tricolores com a importância líquida de R$. 155.531,00, numa prova inconteste de que a nossa torcida, como sempre o fez, continua solidária com o clube. Falta ao Renan se dar conta disso.
O FRASQUEIRÃO, UMA REALIDADE - A história do futebol brasileiro é pródiga na existência de parcerias sólidas firmadas entre clubes e torcidas. Na década de cinqüenta o São Paulo, com a ajuda da sua torcida, responsável por cada milímetro de concreto do Morumbi, construiu um dos maiores estádios particulares do mundo. Posteriormente seguiram o mesmo caminho o Grêmio e o Internacional e nessa esteira seguiram outros clubes. Alguém há de contestar pelo fato de que me reportei apenas a agremiações de estados ricos, o que não deixa de se uma verdade, contudo, para não ir muito longe, citaria o exemplo da torcida do ABC, chamada de “Frasqueira” como sinônimo de ralé que recentemente deu suporte ao clube para este construísse o “Frasqueirão”, um dos mais belos e modernos estádios de nível médio do país.
DIFICULDADES PARA VENDER A MARCA FORTALEZA - Quando falamos em parceria não nos reportamos a algo intangível, mas a fatos concretos que nos ensinam que os dirigentes têm que ter habilidade e sabedoria para conquistar o torcedor para a sua messe e para a sua leva, capacidade que me parece faltar à nossa diretoria. Causa-nos espécie, e já abordei esse assunto exaustivamente, que o nosso Departamento de Marketing seja incapaz de vender a “marca Fortaleza”. Lembramos que não falamos de um clube qualquer, mas de uma agremiação tradicional que em termos de “Ranking Nacional” se coloca entre as trinta maiores agremiações do país. Por vezes somos levados a imaginar que não exige nenhuma ação no sentido de formar uma parceria efetiva e duradora com uma grande empresa do país. Gostaria que alguém da diretoria se reportasse sobre esse assunto.
CONTENTAR COM MIGALHAS - Inexorável e invariavelmente, quando falamos em patrocínio, ou parcerias, somo inclinados a fazer uma comparação entre os nossos clubes e os pequenos clubes de São Paulo, tendo em vista que seria impossível estabelecer uma comparação com os com os grandes clubes do citado estado, detentores de parcerias milionárias. Os pequenos clubes de São Paulo, e quando falamos em pequenos nos reportamos ás agremiações que têm uma média de público inferior a 200 torcedores, todos sem exceção, têm parcerias com grandes empresas que lhes dão suporte para formar bons elencos e fazendo concorrência direta com os nossos clubes em termos de contratações, vez que temos que nos contentar com as migalhas.
ESTÁGIO - Os pequenos clubes paulistas, invariavelmente detêm o patrocínio de grandes empresas ou conglomerados. O Oeste, por exemplo, é patrocinado por um pool de empresas, dentre as quais o Cimento Triângulo, J. T Automóveis e Pettit Sachet. O Rio Claro é patrocinado pela Embratel, simplesmente a maior empresa de telefonia do país e o Mogi Mirim pela Poty. Os exemplos seriam muito, basta que acompanhemos o Campeonato Paulista para verificar que o investimento das grandes empresas nos clubes paulista de todos os níveis e divisões é uma realidade. O nosso departamento de marketing deveria faze em estágio no futebol paulista, ou por outra contratar uma empresa especializada em Marketing Esportivo para equacionar definitivamente esse problema.
VÁRIOS PRISMAS - Possivelmente alguém há de ponderar que estou dedicando muitas laudas a esse assunto, entretanto, acho necessário visto que, quando falamos em parceria temos que examinar o tema sob diversos prismas. A primeira parceria sem dúvidas deve ocorrer entre o clube e a torcida que deve apoiar os seus projetos, especialmente os associativos e comparecer a campo numa forma efetiva de demonstrar solidariedade para com o mesmo. A segunda fonte de renda deve vir das parcerias, com uma empresa principal e por outras secundárias. Alguns clubes chegam à marca de dez patrocinadores. Some-se a essa fontes de rendas os royalties e teremos um clube equilibrado financeiramente, nosso grande sonho.
SAIR DA MENDICÂNCIA - Não adianta o nosso Marketing alegar que não consegue vender a marca Fortaleza em virtude do clube está na Terceira Divisão. Eu refutaria e contra-argumentaria afirmando que os clubes paulistas não fazem parte, sequer, da Série D e nem por isso vivem nessa eterna mendicância e nessa choradeira se fim. Conclui-se, dessa forma, que está faltando um trabalho mais profícuo, consistente e competente por parte do nosso departamento especializado.
PIRES NA MÃO - Em decorrência da falta de aptidão em conseguir parcerias, o Renan, sempre que concede entrevistas, continua com a mesma ladinha e falando de um clube sem recursos e sem perspectivas. As reclamações não procedem, visto que, pelo que depreendemos, existe um vasto Mercado à disposição do Fortaleza. O que falta realmente é um trabalho mais efetivo direcionado para à busca de parceiros e da auto-suficiência financeira. Esperamos, ao abordar esse assunto, embora de forma sucinta, contribuir para que o Fortaleza recomece a planejar o seu futuro, vez que a “política do pires na mão” não nos levará a lugar nenhum, a não ser para mais longe dos nossos sonhos.
TOQUE DE LETRA – Assistimos ao programa Debate Bola, como fazemos costumeiramente e temos que nos insurgir contra a análise do Dacildo Mourão, outrora mais comedido, tentando provar que o primeiro do gol do Fortaleza acontecera em impedimento. Foi mais além na sua falta de lógica e de bom senso ao afirmar que o Ferroviário foi prejudicado pelo árbitro. Em que lance? No pênalti duvidoso? Por ter acabado a partida aos 51 minutos, frustrado pelo fato do Ferroviário não conseguir empatar?
TOQUE DE LETRA II - Conseguiu pó nosso analista mostrar um lance contra o Fortaleza, numa entrada do Ticão, que não podemos contestar, mas por que não mostrou as duas entradas criminosas do jogador Alexandre que mereciam expulsão? Amigo Dacildo você anda pisando na bola e coincidentemente apenas contra o Fortaleza. Já experimentou trocar os óculos? Será que não está vendo outro jogo?
PENSAMENTO - As pessoas só enxergam o que querem ver.





fevereiro 9th, 2010 at 14:38
venha o nicasio
fevereiro 9th, 2010 at 5:48
O Marketing no Fortaleza tem matiz nitidamente amadora.
Vários profissionais de sucesso inconteste na seara do Marketing, torcedores do Fortaleza, já se ofereceram para, sem ônus, revolucionarem sobredito departamento, com a venda exitosa da Marca Tricolor.
Entanto o Renan Vieira insiste em manter esse inoperante Cleber Dias, o qual não teve nenhum êxito em suas amadoras iniciativas encetadas no seio leonino.
Muitos devem se lembrar da Carta Aberta do Conselheiiro Renato Bonfim, inclusive divulgada nesse Site e nada das excelentes susgestões por ele lançadas sequer se tem notícias se foram pelo menos cogitadas por esse ineficaz Departamento de Marketing tisnado pelo amadorismo exacerbado.
Ninguém enxerga a massificação da Marca Tricolor, como, por exemplo, do Sócio Torcedor pelos veículos de propagação existentes.
Até no veículo de propagaaação ooficial do Tricolor de Aço, qual seja, o Site do Clube, a campanha do Sócio Torcedor é tímida, sem entusiasmo, caracterizada pelo empirismo.
Coloquem um profissional de sucesso no Leme do Departamento Amador, que saberá alcançar exitosamente a Nação Tricolor.
Do que adianta a insistência pueril naquilo que não opera os resultados almejados