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MARQUINHOS SANTOS UM TREINADOR VITORIOSO

10 May 2016

 

 

 

Atualizando o público pagante da rodada de domingo verificamos orgulhosamente, graças à fidelidade da Nação Tricolor,  que o Fortaleza ficou em primeiro lugar, como o maior público do Brasil,  cum  54.124 pagantes. Em segundo lugar vem o clássico Vasco da Gama 1 x 1 Botafogo,  que contou com 53.634 pagantes. Em terceiro lugar se coloca outro clássico,  Atlético Mineiro 1 x 1 América Mineiro com 47.928 pagantes. O quarto lugar ficou para o embate  Internacional 3 x 0 Juventude com 37.779 e,  em quinto,  tivemos Sport 0 x 0 Santa Cruz com 27.493.

 

O Jorge Mota para os dois embates, Fortaleza 2 x 1 Flamengo e Fortaleza 1 x 0 Uniclinic lançou a campanha dos 100 pagantes e muitos avaliavam que esse número nem de longe seria alcançado. Ledo engano e de modo especial para os que não acreditavam na força da torcida do Fortaleza, posto que, se a marca não foi atingida, o resultado final, no entanto, não foi decepcionante.

 

No embate Fortaleza 2 x 1 Flamengo o público pagante foi de 36.213, considerado muito bom para uma partida realizada às 21h30m no Castelão, de difícil acesso nesse horário e contra um Flamengo tecnicamente muito irregular. Estivesse melhor o público, certamente passaria dos 50.000, quantidade que seria facilmente atingível se, mesmo nas condições citadas a partida fosse disputada num domingo às 16 horas.

 

Na partida desse domingo, em que a torcida do Uniclinic era visível a olho nu e não passava de cerca de 70 pessoas, o público pagante foi de 54.124, totalizando 90.237 pessoas que adquiriram ingressos mas duas partidas. Desse modo a meta proposta pelo Jorge Mota,  que parecia absurda e fora de propósitos,  foi atingida em 90%, um percentual considerável e que diz muito da paixão da Nação Tricolor pelo seu clube, a quem não costuma abandonar em momento algum, mormente,   nas retas finais.

 

Fazer futebol nesse país se configura como muito difícil e complicado, numa conjuntura em que todos ganham dinheiro, menos os clubes, haja vista que numa renda de R$. 1.014. 838,00 reais o líquido foi de apenas 621.485,07 que corresponde a 61%, ou seja, 39% ficaram para as despesas, as mais absurdas, que nem vem ao caso enumerar, pois que já são de todos conhecidas, a começar por grades de proteção, que servem apenas para encurralar o público e que por essa razão seria dispensáveis.

 

O pior de tuto isso é que o Fortaleza colocou toda a torcida em campo, mas recebeu a mesma quantidade de dinheiro do Uniclinic, no valor dee R$. 310.742,54, que teve a dedução de R$. 46.611,38, relativos às retenções trabalhistas, que nunca cessam, ressaltando-se que o Uniclinic não tinha mais do que 70 torcedores nas arquibancadas.

 

Culpa de um regulamento “Robin Hood” que tira dos grandes para dar aos pequenos, do qual os clubes não podem reclamar, tendo em vista que foi aprovado por todos. O que se pode dizer é que nesse colegiado, dos dez votantes, oito são pequenos, contra apenas dois grandes, que inertes e em minoria, nada poderiam fazer. Essa é a verdadeira ditadura dos pequenos.

 

Que esses clubes pequenos possam fazer jus a um percentual da renda, até para servir de suporte para as suas próprias sobrevivências, nada temos contra, o que não concordamos é com essa divisão estapafúrdia de 50% que,  no meu modo de entender, e já com os clubes grandes contribuindo a contento para a manutenção e sobrevivência dos mesmos, deveria ser de no máximo 30%, sendo 20% o ideal, que representam um percentual de distribuição de renda que nem mesmo  o país adota.

 

 O Fortaleza foi também o campeão de público com um total de        106.377 pagantes, responsável por uma média de     11.820 torcedores,  em nove jogos. O segundo colocado foi o nosso rival que teve a presença de     44.329, responsável por uma média de 6.333, em sete partidas. O terceiro lugar, com uma considerável colaboração do Fortaleza, ficou com Uniclinic com  Uniclinic       13.903 pagantes e uma média de   1.545 torcedores por jogo, isto em nove partidas.

 

O Cassiano, o homem do gol aos 47 minutos do segundo tempo, que tirou o penta do Ceará e derrubou o Gomes Farias, que um dia se travestiu de tricolor para ganhar audiência, foi campeão goiano pelo Goiás, em jogo no qual entrou no segundo tempo, contribuindo dessa forma, decisivamente,    para a conquista do alviverde goiano. Parabéns ao Cassiano por mais essa conquista, que também lhe garantiu um campeonato.

 

O elenco ganhou dois merecidos dias de descanso e o Marquinhos, que se encontra longe da família, ganhou miniférias de uma semana para que fique um pouco mais no convívio da família. Férias merecidas para um treinador que tem estrela, vez que sempre tem como praxe ganhar estaduais por onde passou, visto que, na sua curta carreira já tem três estaduais: Paranaense, 2013 pelo Coritiba; Baiano de 2014 pelo Bahia e Cearense de 2016 pelo Fortaleza.

 

Quero agradecer penhoradamente ao Max Wenderson de Araújo, sobrinho do Araújo Coração de Leão,  titular da Go Gestor, empresa especializada em mídia, que fez a nova repaginação do site www.fortalezasempre.com.br,  do qual passa ser um colaborador e um cogestor,  trazendo, sem sombra de dúvidas, mas qualidade para este site que tem como escopo a defesa e a divulgação do Fortaleza Esporte Clube,  e às próprias expensas.

 

O site www.fortalezasmpre.com.br, que tem uma década no ar, agora com nova roupagem, se apresenta com força total e colocando um “Fórum” à disposição da torcida, para que esta possa discutir, sempre com ética e respeito os assuntos e os acontecimentos relativos ao Tricolor de Aço. Aguardamos com muita ansiedade a sua visita.

 

EFEMÉRIDES – Em 10 de maio de 1992,  pelo Campeonato Brasileiro da Série B, fora de casa, no Estádio do Arruda,  o  Fortaleza vencia o  Santa Cruz por 1 x 0.

 

Por hoje c’est fini.

 

 

Advíncula Nobre

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.