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EM DEFESA DO FORTALEZA E DA ÉTICA

16 May 2016

 

No início do ano o Fortaleza emprestou o jogador Maranhão ao América Mineiro, que se interessou pelo jogador em razão do seu desempenho no campeonato e na temporada do ano passado. Presencio alguns questionamentos acerca desse empréstimo por parte do Fortaleza, sem que para isso tivesse recebido uma compensação financeira que pode até ser válido se não avaliarmos por todos os vieses.

 

O Fortaleza no jogador que, mais exposto à mídia e se viesse a se sobressair poderia ser negociado, inclusive para o exterior e em condições financeiras mais favoráveis, recebendo o Tricolor o percentual financeira de que faz jus por ser um dos detentores do direitos econômicos do jogador. Infelizmente o Maranhão não se firmou e pode voltar ao clube o que no meu ponto de vista não seria tão ruim, porque ganharíamos um jogador de velocidade que, mesmo não sendo titular poderia ser útil no decorrer das partidas. Aposto nessa premissa.

 

O nosso sonho de consumo é o Adalberto, que foi um dois poucos quartos zagueiros que deu conta do recado no Fortaleza, após a saída do angelim. Agradar-me-ia a sua volta que reputo como quase impossível, pois o jogador vem entrando regularmente no time titular do América Mineiro, sem falar que estar realizando o sonho de jogar na Série A. Se voltasse seria bem-vindo, até porque “nos caminhos da volta ninguém se perde”.

 

Nós que fazemos o Fala Leão, diariamente na rádio Metropolitana, AM 930, das 22 às 23 horas, cuja apresentação é minha e do Araújo Coração de Leão, com reportagem de rodrigues Andrade, comentários do Melo Tricolor e do Raimundo Tricolor  e contando com participação especiais de Fernando Tricolor, Verônica Sousa e muito em breve Liberato Júnior, queremos deixar patente o nosso descontentamento com relação aos profissionais de programas esportivos, que se utilizam dos mesmos para de forma sorrateira, denegrir a imagem de outros apresentadores, simplesmente por não comungarem das suas linhas de pensamento.

 

O Dala Leão continuará mantendo a sua linha programática de apoio ao Tricolor, qualquer que seja a diretoria. Foi assim com relação à diretoria capitaneada pelo Osmar Baquit, ao lado do Daniel Frota e de tantas outras pessoas competentes e está sendo assim com relação à diretoria atual, que tem á frente o Jorge Mota, que é bem assessorado por um vice-presidente atuante, o Ênio Mourão.

 

Não nos desviaremos dessa rota e se for preciso criticar o faremos de forma profissional e respeitosa e sempre com o intuito de apresentar soluções e sugestões para a resolução dos problemas que se apresentam, como por exemplo esse impasse com relação à propaganda no Fortaleza via imprensa tricolor.  Em reunião expusemos o nosso ponto de vista a respeito do assunto e continuaremos lutando pelos canais diplomáticos que temos à disposição e que ancora, sobretudo, no diálogo franco. Nada de agressões e retaliações.

 

Ora direis: Vocês estão reclamando de críticas aos colegas de profissão, mas não poupam críticas e censura ao Trem Bala. Como explicar isso? De antemão afirmamos e os que nos escutam no Fala Leão e nos acompanham nesse espaço são testemunhas, que só reagirmos contra qualquer programa, quando o Fortaleza, que todos nós temos a obrigação de defender, quando o nosso amado clube é achincalhado e espezinhado e até concordamos com o citado programa, quando ele está certo.

 

Uma coisa é certa. Jamais faremos apologia aos inimigos do Fortaleza, em razão de termos recebido dos mesmos qualquer benesse. Recentemente ganhei uma bola no Trem Bala, em razão de uma pergunta feita ao Jurandir Júnior, um profissional por quem tenho apreço e ao contrário do que acontece com os outros ganhadores, não a recebi ao vivo e tenho certeza que em razão das críticas eventuais que fazemos ao citado programa, quando ofende o fortaleza, especialmente ao Homem Mau, que não tem o menor apreço pelo Tricolor.

 

É sabido, e temos informações privilegiadas a esse respeito, que ninguém, sendo tricolor, jamais sentou ou sentará na bancada do Trem Bala, razão por que, sempre fizemos um distinção entre os outros comentaristas e o Renilson Souza que, mesmo não sendo antitricolor, como os demais, sempre tem tratado o Fortaleza e a sua torcida condignamente. Os nossos encômios.

 

Voltando ao Fala Leão, na minha concepção, somos criticados ferrenhamente, direta ou indiretamente, por não batemos no Fortaleza, até porque já tem outros programas e inimigos tricolores para fazer isso, cujas críticas, quase sempre sem consistência, são rebatidas por nós. Somos ainda alvos de censura por combatermos o uso do palavrão no rádio, especialmente em horários impróprios em que as crianças podem estar na sala.

 

Não somos do Observatório da Imprensa, mas admiramos o Alberto Dines, para dizer que se todos os seus ensinamentos fossem seguidos e observados teríamos, seguramente, uma imprensa mais “limpa” e mais ética. Não estou afirmando que sou santo e que não tendo a proferir  xingamentos, mas travo uma batalha comigo mesmo tentando evitar, especialmente na minha casa, pois o ditado popular nos ensina que “o costume de casa vai à praça”. Procuro me penitenciar a partir da minha casa e da casa dos outros, a exemplo da Metropolitana, que também é a nossa casa.

 

EFEMÉRIDES - 16 de maio de 1964 – Fortaleza 2 x 1 América (Campeonato Cearense).

 

Por hoje c’est fini

 

Advíncula Nobre

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.