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MUITO EQUILÍBRIO NO GRUPO "A" DA SÉRIE C

 

O grupo A da série C deste ano está bastante equilibrando e tem protagonizado situações inusitadas e surpreendente em termos de resultado, ao ponto de derrubar os experts que, via de regra costumam acertar em cerca de 80% os seus prognósticos. Até aqui acertaram apenas míseros 20%, que corresponde ao acerto de um jogo, em cinco, a cada rodada.

 

Iniciando a análise pela primeira temos que o Fortaleza, que tinha 60% de chances de vencer o River e que era o maior favorito da rodada,  cedeu um empate ao River. Fazendo o cruzamento com a segunda rodada o Confiança, que havia surpreendido o ASA, fora de casa, arrancando um empate, não foi páreo para o Tricolor, apesar de ser tido pelos matemáticos como o favorito.

 

O ASA que no primeiro confronto, na condição de favorito, foi surpreendido pelo Confiança, nas segunda rodada boi a Belém e venceu o Remo, o maior favorito da rodada.

 

O Remo, que fazendo uma boa partida empatou fora de casa com o Cuiabá na primeira rodada, mas segunda foi pego de calças curtas pelo ASA que, como vimos não tinha se saído bem na primeira rodada e que quase não participa da Série C por problemas de ordem financeira.

O único que vem sendo o “rei da cocada preta”, tendo obtido duas vitórias nas duas primeiras rodadas é o América que, com 100% de aproveitamento, resultado de certa forma surpreendente e que receberá o Fortaleza na próxima segunda-feira, no maior clássico da Série C, nessa primeira fase, isto porque, reconhecidamente são detentores de grandes torcidas, além de terem muita tradição no futebol nacional. Prenúncio de um bom jogo e de uma prova de fogo para os dois contendores.

 

A expectativa é de um jogo muito disputado em que os dois clubes buscarão a vitória e, contrariando os especialistas, no nosso modesto ponto de vista, o time norte-rio-grandense, em razão do fator campo leva um ligeiro favoritismo. Acreditamos piamente nas possibilidades do Tricolor, mas um empate não será um resultado fora de propósitos. Esperemos para ver, mas cravamos empate ou vitória do Fortaleza.

 

O Tricolor está contratando o Rosinei, um jogador de muita raça e velocidade e que, em forma, será de grande valia para o Fortaleza, nesse campeonato difícil, em que o treinador, a cada jogo, em função do nível de dificuldades imposto pelos adversários, precisa por vezes, contar com atletas que possam de repente mudar o sistema tático, levando o clube a atuar com mais objetividade.

 

Contra o River, por exemplo, o Fortaleza, como se estivera acomodado, por um bom período de tempo trocou bolas lateralmente sem encontrar uma maneira eficiente de furar o bloqueio riverino, que veio para jogar por uma bola, como de fato conseguiu e sem qualquer compromisso com a vitória. O clube piauiense naquela noite jogaria cem dias e não e praticamente não agrediria o Tricolor, a não ser em bolas esporádicas.

 

A nossa tendência, naquela partida, foi achar que o Fortaleza, jogou sem motivação, que o time estava cansado, que faltou raça, assertivas que não são verdadeiras, vez que, quando o River empatou a partida tivemos outro time, que até o último segundo jogou de forma aguda, buscando o gol da vitória.

 

Não conseguiu o intento por faltarem as peças, pelo menos naquela partida, que jogassem de forma aguda, pelo lado do campo, apenas o Raillan, nos poucos minutos que entrou fez isso,  porém os seus cruzamentos não encontraram os nossos atacantes, isso porque de tanto buscar o gol o time, de certa forma se desordenou, atacando de forma atabalhoada.

 

Claro é que nenhum jogador vem com selo de segurança garantindo que será titular, contudo, não só a contratação do Rosinei, como do Leozinho e do Maranhão, abre perspectivas para que o Fortaleza ganhe mais três alternativas de ataque, o Leozinho pela esquerda, o maranhão pela direita e o Rosinei pela meia direita e com a vantagem de, no que pese o ceticismo de parte da imprensa, ser detentor de grande qualidade no passe, diria até que mais que o Dudu Cearense.

 

Com relação à essas três contratações a diretoria tem sido duramente criticada em função desses jogadores, consoantes os críticos, não serem medalhões e não terem condições técnicas para contribuir para uma maior evolução tricolor nesse campo. Não concordo. A despeito de não serem craques, são bons jogadores e que por certo honrarão a causa tricolor, ademais não vou tecer críticas aos mesmos sem lhes dar a oportunidade de se defenderem, dentro de campo, e com a bola, que é o que aprenderam a manusear.

 

Criticar por antecipação é uma forma de precipitação, muito utilizada, por sinal, por aqueles que têm afta na alma e muito má vontade para com as coisas do Fortaleza. É esse pessoal que não tendo argumentos para contrapor ao nossos pontos de vista chamam, por exemplo, o Programa Fala Leão de Chapa Branca, isso porque não procuramos beber o sangue do Fortaleza.

 

Efemérides - 02 de junho de 1957 – Fortaleza 1 x 0 Ceará.

 

Por hoje c’est fini.

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.