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OS ADVOGADOS DO DIABO ADVOGAM A PENA MÁXIMA PARA O MAX

10 Jun 2016

 

Todo caso que diz respeito à dopagem no futebol envolve polêmica, isto porque “o doping  se materializa quando o atleta usa de drogas pesadas, leves ou medicamentosas  para melhorar o seu rendimento”.  Nesse caso o atleta se utilizou de um procedimento ilícito em proveito próprio e nesses casos as punições são rigorosas.

 

Não é a mesma coisa quando o atleta, na condição de usuário se utiliza de uma droga proibida “socialmente”, ou seja, para deleite próprio, sem que que esse uso venha lhe favorecer na sua profissão, pelo contrário, essa dependência contribui para diminuir o seu rendimento.

 

Por essa razão a legislação, pensando na recuperação do ser humano é mais branda no segundo caso, em que o uso da droga é considerada como um vício ou uma doença.

 

Recebi inúmeros telefonemas da torcida tricolor que, indignada,   protestava contra a postura do Programa Trem Bala, o da Televisão, o qual, com relação ao caso do Max Oliveira, reconhecidamente usuário de maconha, vício que só tem concorrido para o desmoronamento de uma carreira que, a princípio se afigurava como brilhante.

 

Tenho me abstido de criticar o Trem Bala, para o citado programa, hábil na manipulação das palavras, não passe para o seu público a  falsa impressão de que sou seu  inimigo,  pelo contrário,  sou sua vítima, posto que, apenas por me insurgir quando desdenham do Fortaleza, tecendo críticas que considero abalizadas,  fui bloqueado no Twitter e no WhatsApp sendo, pois, considerado persona non grata por aquele informativo reconhecidamente de tendência preta e branca e que se aproveita de qualquer situação para “trabalhar ostensivamente” contra o Fortaleza.

 

Foi o que aconteceu na entrevista do Presidente do TJDF que, implicitamente, e na condição de antitricolor, nas entrelinhas nos deu a entender que  concordava com a argumentação do programa, com relação à pena aplicada ao Max Oliveira, e para tanto citava a legislação internacional.

 

A bancada do Trem Bala, comandada pelo Senhor Sérgio Ponte se mostrou inconformada e profundamente irritada com a punição aplicada ao jogador tricolor, de 102 dias, alegando que o prazo variava de 2 a 4 anos. A indignação daquela trupe poderia ser notada tanto pela voz embargada e crispada de ódio, quanto pelas palavras contundentes que embasavam a sua  argumentação.

Citaram como exemplo, que contou com a corroboração e aquiescência do Presidente do TJDF, pelo menos essa foi a impressão causada à torcida tricolor, casos de jogadores do Botafogo, que além de usarem drogas pesadas, como cocaína, que são mais prejudiciais à saúde, ainda são reincidentes, não só no Brasil, mas no Exterior.

 

No que pese a pena de um desses jogadores, o Robston, que é reincidente no uso de drogas, que  inicialmente era de dois anos, foi reduzida para apenas um ano, isto porque o jogador se declarou usuário, alegação que foi plenamente aceita pelo Tribunal, e que é o caso do Max, estando a diferença apenas no fato de que a droga utilizada pelo nosso atleta é mais leve.

 

O Trem Bala e quando me reporto ao programa estou me reportando a todos os seus componentes, advogou explicitamente que o Max tem que pegar quatro anos e tentando induzir a sentença do Pleno,  enfatizou  que os advogados do Fortaleza estivam debochando e se gabando pelo fato da Comissão Disciplinar ter aplicado uma pena mais branda, ou seja, explicitamente tentou influir no tocante à decisão do Tribunal, pelo Sr. Dr. Jamilson Veras que, por natureza,  já é por natureza contra o Tricolor. Considero essa atitude como “um golpe sujo” do programa.

 

O nosso repúdio veemente ao Programa Trem Bala,  não só nosso, mas de toda a Nação Tricolor, expresso nas Redes Sociais, contra esses pseudoprofissionais, que para atingirem o Fortaleza se desviaram do assunto da própria entrevista, cujo tema era o caso do Ferroviário. Qual os adjetivos que merecem? Tunantes? Inescrupulosos? Maus profissionais? Tendenciosos?

 

Qualquer adjetivo aplicado a esse pessoal ainda será insuficiente para traduzir a conduta de pessoas que se dizem cristãs, mas que não sabem o que é misericórdia, em cujo ano, por decreto do Papa,  estamos. Esquecem que O Divino Mestre ensinou que “aquele que nunca errou que seja o primeiro a atirar um pedra”.

 

Se misericordiosos fossem ao invés de advogarem a pena máxima para o jogador tricolor estariam preocupados com a recuperação de um jovem, que no frescor dos vinte anos cometeu um erro, que é perfeitamente sanável e pelo qual não pode ser condenado pelo resto da vida. Um erro desses, no mundo cruento de hoje, pode acontecer com qualquer um, inclusive com familiares deles próprios, desdita que não desejamos, nem para nós e nem para os seus parentes.

 

Efemérides –  Em 10 de junho de 2001, pelo Campeonato Cearense, Fortaleza 1 x 0 Ceará. (Essa vitória ocorreu há 15 anos).

 

Por hoje c’est fini.

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.