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DERROTA QUE PÕE EM RISCO A POSIÇÃO DO FORTALEZA NO G-4

15 Aug 2016

 

O Fortaleza não entrou em campo contra o Cuiabá e se tivesse ficado em casa, perderia três pontos, com a diferença se constitui apenas no fato de que a vitória por WO premia o time vge3ncedor com o placar de 3 x 0. Reconhecemos os problemas do Tricolor, com quatro jogadores no Departamento Médico, entretanto, em razão da equipe ter cedido um, empate ao Confiança, dentro de casa e ter vendido o América com muitas dificuldades, somos forçados a reconhecer que os jogadores substitutos não estão à altura dos substituídos. Isso é ponto pacífico.

 

Os que me acompanham sabem que não costumo fazer e pregar a política da terra arrasada, contudo, é o momento de darmos o grito de alerta, vez que o Tricolor tem um restante de tabela dificílimo e se vier a perder para o ABC, corre o risco de ficar de fora da zona de classificação e o raciocínio é muito simples.

 

O quinto colocado, o ABC, tem 19 pontos e se vencer o Fortaleza, agora concorrente direto, soma 22 pontos e se iguala ao Tricolor, em número de pontos e em número de vitórias, 6. Perdendo por 1 x 0, o Fortaleza tem o seu saldo de gols diminuído de cinco para quatro e io ABC verá o seu saldo subir de quatro para cinco, assumindo desse modo a situação do Tricolor.

 

O Botafogo joga fora com o River, teoricamente mais fraco e se empatar vai a 23 gols e se garante no G-4, isto porque somente poderá ser igualado pelo Remo, que tem um compromisso em casa com o Confiança, teoricamente muito fácil e tão somente uma zebra das maiores evitará que o time paraense chegue aos 23 pontos.

 

O ASA, o quarto membro do atual G-4, com  20 pontos, em casa é quase imbatível e recebe o América, que vem apresentando uma campanha cheia de altos e baixos, de modo que o time alagoano é o favorito para também chegar aos vinte e três pontos. Dessa forma teríamos três clubes com vinte e três pontos, Botafogo, Remo e ASA e o quarto seria o ABC, que superaria, como vimos, o Fortaleza no saldo de gols.

 

Acende-se desse modo um sinal amarelo pelas bandas do Pici. Vimos nessa partida contra o Cuiabá um Fortaleza descompassado, como se não tivesse a menor vontade de vencer. Foi um time apático, em que os seus jogadores passaram a impressão que não estavam muito preocupados com o resultado da partida, como se o jogo não fosse importante para o Fortaleza, no que concerne a consecução dos seus objetivos e a sua  manutenção na ponta da tabela.

 

Para complicar os gols se originaram de duas penalidades bobas que não poderiam ter sido cometidas por jogadores profissionais. Na primeira o Corrêa, que é passado na casca do alho, se lançou em cima do atacante adversário que estava praticamente sem ângulo, além do mais havia cobertura. No segundo o Felipe deixou a perna sutilmente, provavelmente tentando ser esperto, derrubando o adversário na cara do árbitro, numa  atitude desnecessária, pois havia dois jogadores tricolores na cobertura.

 

Isso posto, como diria Sílvio Luiz, “depois dessa derrota o que é que eu vou dizer aos meus filhinhos”! Temos pouco a dizer, posto que, na minha ótica o time não criou, vez que durante toda a partida só me lembro de três lances que tenham levado perigo de gol contra o arco adversário. Numa delas, o Anselmo perdeu a chance de abrir o marcador, quando ainda estava zero a zero, mandando a bola às alturas.

 

AS duas outras oportunidades foram concluídas pelo João Paulo, um dos poucos que, mesmo tendo entrando em meados do segundo tempo, na minha ótica foi um dos poucos destaques da equipe, no jogo de ontem pobre de boas atuações. Destaco o Erivelton que não teve culpa nos gols de pênalti e na defesa o Edimar não decepcionou.

 

Os laterais foram muito fracos e o Railan entrou na vaga do Felipe, mas deixou patente que não reúne condições de ser titular do Fortaleza.  O Leozinho foi acionado e nada fez, de modo que das três substituições somente o Zé Paulo deixou patente que tem predicados para envergar a nossa camisa.

No meio de campo ninguém se sobressaiu e o Pio foi substituído, de forma acertada, pois há algum tempo vem vivendo apenas e tão somente de cobrança de faltas. O Juliano e o Corrêa correram muito, porém não estavam nos melhores dias, pelo menos mostraram garra, aliás nesse quesito, afora os dois, não vejo ninguém com gana e com vontade de vencer. O Anselmo sozinho, mais uma vez nada produziu, até porque o Daniel Sobralense não se encontrou em campo.

 

Não vou criticar o trinador, isto porque ninguém faz omelete sem ovos. O Marquinhos nada pode fazer se o banco do Fortaleza não está à altura do time titular. Talvez tenha pecado por insistir muito com o Leozinho e por não ter substituído o Rodrigo Andrade, protagonista de uma expulsão fora de propósitos e que prejudicou o time, vez que cometeu uma falta completamente necessária no campo de defesa em lance que não levava nenhum perigo para o time.

 

Não sou de pedir jogadores, contudo, se quisermos ascender e lutar pelo título, proposito do Marquinhos e também da Nação Tricolor, temos que ter dois jogadores a nível de Série A, em, posições estratégicas e essas contratações não fariam mal ao grupo, como alguns pregam, isto porque, jogadores diferenciados, por exemplo, o Barcelona três e reina a mais perfeita harmonia.

 

Não faço parte do grupo dos “””Cavaleiros do Apocalipse, não faço terrorismo e nem sou defensor da “política da terra arrasada”, pelo contrário, sou tricolor de quatro costados e acostumado a sofrer e a ter alegrias e a acreditar sempre, mas avalio e penso que não esto0u errado,  que esteja na hora de revermos a atual política de contratações e de avaliar o elenco, pois alguns jogadores que foram contratados como reforços estão muito aquém das expectativas e é melhor prevenir do que remediar.

 

Por hoje c’est fini.

 

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.