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O FORTALEZA FOI GARFADO, MAS OS CRÍTICOS DE PLANTÃO MINIMIZAM A GARFAGEM

22 Aug 2016

 

Não há como dizer que o Fortaleza fez uma partida primorosa, ademais depois de uma derrota. O que podemos afirmar é que o time buscou o resultado e no meu ponto de vista foi prejudicado pela arbitragem, que anulou um gol legítimo do Tricolor. Doravante temos que ter cuidados redobrados nas arbitragens, pois os inimigos do Fortaleza a nível local têm influência na arbitragem nacional.

 

Mais uma vez perdemos para nós mesmos, vez que nos dois gols, somos defensores da base, mas o Erivelton não inspira confiança e falhou nos dois gols. As duas bolas eram defensáveis. Por outro lado o Pio, de forma irresponsável e para cujo comportamento não encontramos explicações, saiu lá da direita, sem a mínima necessidade para fazer uma falta no goleiro, que pareceu de caso pensado.

 

Provavelmente não existe alguém mais comedido nas análises do que, pode um existir igual, mas ainda é muito difícil, de modo que de forma consciente e responsável venho afirmando há bastante tempo que o Pio vem sendo um zero à esquerda, pois nem arma e nem desarma e vem vivendo, exclusivamente,  de uma ou outra cobrança de falta.

 

Tenho defendido essa premissa, não em função da expulsão de ontem, pela qual o jogador deve ser responsabilizado, mas em razão da observação imparcial e impessoal,  dos últimos jogos, pois depois da partida contra o Flamengo, em que o Pio foi elevado ao patamar de “rei da cocada preta” o citado jogador não jogou mais uma única partida em que praticasse um futebol convincente.

 

No meio de campo encontramos a explicação para todas vicissitudes e para o declínio do Fortaleza, que perdeu o Everton por contusão, o Jean Mota para o Santos e ainda tem um jogador sem produzir e falta ainda alguém que assuma e chame para si a responsabilidade de fazer o time jogar. Por outro lado o Daniel Sobralense, que alterna jogos bons e regulares tem que ter uma definição com relação à sua posição no time.

 

Por vezes o Daniel Sobralense é meia e por vezes é atacante, tornando-se premente que o Marquinhos se defina em qual posição vai utilizá-lo em prol do entrosamento da equipe. Na minha modesta opinião se o Fortaleza encontrar um meia, o Daniel produziria mais jogando ao lado do Anselmo, em cuja posição, sem sombra de dúvidas é superior ao Juninho, descontando-se o fato de terem características diferentes.

 

O Anselmo está sendo criticado, de certa forma, pelo fato de ter feito somente dois gols nos últimos jogos, segundo consta, não fiz o levantamento, em 10 jogos, ou um gol a cada cinco jogos. Temos que analisar que nos últimos jogos o meio de campo do Fortaleza não o tem municiado e como se trata que não habilidade precisa receber a bola no ponto e a caráter para que faça o gol.

 

Ouvi programas tricolores, na ânsia de criticar, tentando minimizar o erro da arbitragem, que anulou o nosso gol legítimo, que era o do empate. A argumentação dos que criticam fe3rrenhamente é de que “se o time for bom pode ser garfado pela arbitragem que esses “erros” não influirão no placar”.

 

Um erro dessa natureza coloca todo um trabalho por água abaixo, até porque se não fosse a garfada o Fortaleza terminaria essa rodada ainda no G-4, o que de certo, provavelmente,  não acontecerá, pois é muito difícil que o Confiança possa surpreender o Remo, que joga em casa e que só depende de si para ingressar no grupo de classificação. Posso até dizer que o Fortaleza vem em declínio, mas daí a concordar com uma garfada contra o meu clube, de sã consciência jamais farei isso.

 

Inaceitável esse tipo de ponto de vista, isto porque no Brasil e no mundo as partidas são decididas nos detalhes e uma falha dessas, que parece até premeditada, é um detalhe muito importante, tanto é que nos tirou dois pontos preciosos e que, por certo, nos farão muita falta..

 

Os analistas que assim se expressaram podem até ter raiva da diretoria, ou de alguns diretores, só não podem é concordar com esse tipo de falha da arbitragem que nos prejudicou de forma acentuada e que pode ser fruto do “Sobrenatural de Almeida”, ou do “Imponderável da Silva”, representados por aqueles que na sordidez dos porões trabalham contra o Tricolor.

 

Aproveito o ensejo para agradecer ao João Carlos Maia, sobrinho do Maia, da Churrascaria Maia, que diretamente da Espanha acompanha os nossos escritos e escuta, via Internet,  o Programa Fala Leão. São pessoas dessa estirpe que nos estimulam a continuar firme na defesa do Fortaleza e das nossas convicções inabaláveis e que nos dão a certeza de que estamos no caminho certo.

 

Por hoje c’est fini.

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.