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TEM GENTE QUE AO INVÉS DE APOIAR O FORTALEZA PREFERE DETONÁ-LO

25 Aug 2016

 

Nessa semana debatemos praticamente tudo o que diz respeito ao Fortaleza, sua posição no certame e a sua colocação no grupo. E quando nos debruçamos sobre tudo isso verificamos que estamos diante de uma conjuntura sui generis, que não me recordo de ter acontecido no Brasileirão, nas suas diversas divisões, desde à sua existência. Refiro à diferença entre o quinto colocado, o Fortaleza, para o primeiro posicionado do Grupo A, o Remo, que é de apenas 1 ponto, 23 contra 22.

 

Geralmente quando os campeonatos estão no seu afunilamento, principalmente após a disputa de mais de dois terços da fase, o primeiro colocado, via de regra, já não pode mais ser alcançado pelo quinto posicionado. Olhando as outra divisões, em que foram disputados apenas 50% dos jogos,  temos que a diferença na Série A, do quinto para o primeiro é de 4 pontos e na Série B é de 7.

 

Voltamos a abordar esse assunto para fazermos o contra ponto, ou para replicarmos contra essa onda de pessimismo que tomou conta da torcida tricolor, alimentada por profissionais da imprensa, que são defensores do caos, polis nem tudo está perdido, tendo em vista que o Tricolor depende apenas de si próprio para alcançar os seus objetivos.

 

O que tem que haver nesse momento é a união e o apoio sem reservas ao time que, nas últimas cinco rodadas sofreu uma queda de produção, que muito tem a ver com as contusões da principais peças do elenco e com a perda de jogadores importantíssimos para o esquema tático do Marquinhos Santos, a exemplo do Jean Mota, que já começa a ganhar o seu espaço no Santos.

 

Na verdade em razão do elenco não ser homogêneo, isto porque é voz corrente que o Fortaleza só tem a conta do chá, pois as tentativas de qualificar o elenco foram vãs em razão dos contratados não corresponderem às expectativas, seria muito natural que o time ciasse de produção, a exemplo do que ocorreu no jogo contra o Cuiabá, que tivemos uma equipe apática, que mais parecia uma caricatura do Fortaleza que estamos acostumados a ver.

 

No jogo contra o ABC já tivemos uma equipe encorpada, que a despeito de atuar por todo o segundo tempo apenas com dez jogadores, poderia ter vencido, ou no mínimo empatado com o ABC se não fora os erros de arbitragem, que influíram no placar e que nos levaram a perder três pontos, deixando-nos nessa situação indelicada e desconfortável, porém reversível.

 

Foi um time que contra o ABC buscou a vitória e que os seus jogadores demonstraram raça e garra e deixaram patente que podem recomeçar a fazer boas exibições e a conquistar grandes resultados, tanto em casa como fora dos seus domínios, razão porque não posso concordar com essa campanha de derrotismo, que vem sendo alimentada pelos próprios tricolores que, ao invés de apoiar o clube nos momentos de dificuldades, preferem acender um estopim para detoná-lo.

 

Quero deixar patente que sou um apologista da imprensa que, historicamente, em todos os seus segmentos tem relevantes serviços prestados à Nação Brasileira, especialmente no tocante à defesa da cidadania, das liberdades individuais e da Democracia, opinião que mantenho com relação ao futebol, posto que a imprensa cearense e a brasileira têm prestados serviços inestimáveis ao futebol cearense e brasileiro, que contribuíram para o seu engrandecimento.

 

Não posso concordar, no entanto, com parte da imprensa, um percentual muito pequeno, porém poderoso, que por diversos motivos persegue o Fortaleza de forma alardeada, ostensiva e sistemática. Devo esclarecer, por oportuno, que quando me refiro a esse segmento da imprensa, que costumo denominar de “imprensa marrom” estou me reportando à uma parte da imprensa que se diz tricolor, mas que é impiedosa com o nosso clube e também à uma parte que veste literalmente a camisa do nosso rival, a quem defende de forma arraigada e explícita.

 

Esses dois segmentos, que teoricamente se diferenciam pelas cores, têm muita coisa em comum: Tratam o Fortaleza com desdém; tudo o que a diretoria faz estar errado, além de estabelecerem laços firmes entre ambos, tanto é que se elogiam mutuamente.

 

Não posso me dirigir à imprensa não tricolor, mas com relação à que se diz tricolor posso pedir para dar uma trégua, para apoiar o clube nas horas de dificuldades e para que desça do palanque, que vem sendo armado com fins eleitoreiros e desde à eleição do Jorge Mota.

 

Seria pedir muito a esse segmento que se diz independente, mas que sobrevive às custas do Fortaleza e que passa para a torcida tricolor a falsa impressão de independência? Não existe imprensa que faça programas direcionados aos clubes que seja independente, pois em primeiro lugar usa a marca do clube, no caso a do Fortaleza, que é muito forte e que abre portas de par em par.

 

Portanto meus caros mancebos, está mais do que na hora de retribuirmos o uso do nome e da marca Fortaleza,  sendo pelo menos coerentes e mais condescendentes com o clube. Todos nós sabemos e a torcida precisa ficar ciente, que não existe ninguém, repito, ninguém, que tenha programa dirigido à Nação Tricolor, que pague a cota mensal da Rádio do próprio bolso.

 

A cota de arrendamento ou é paga com a ajuda do próprio Fortaleza, ou dos anunciantes, ou do poder público, ou de todos estes patrocinadores reunidos.  Quem disser o contrário está faltando com a verdade, portanto vamos baixar a bola e defender mais o clube, pois é negócio de imprensa independente é conversa pra boi dormir e para enganar os incautos.

 

Por hoje c’est fini.

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.