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FORTALEZA FAZ UM BOM SEGUNDO TEMPO E VENCE O SALGUEIRO

30 Aug 2016

 

 

Juliano deu mais segurança ao setor de contenção

 

O Fortaleza conquistou uma grande vitória contra o Salgueiro retornando ao G-4. Foi um jogo de dois tempos. No primeiro tempo o jogo foi mais equilibrado, até porque o Salgueiro foi um time valente e brioso durante toda a partida, valorizando sobremaneira o triunfo tricolor.

 

O Tricolor fez um a zero, perdeu pelo menos três oportunidades para ampliar o marcador, pela ordem:   Anselmo, Daniel Sobralense e Corrêa. Mesmo com toda essa produtividade, no entanto,  nos ficou a impressão de que o time poderia ter agredido mais o adversário, poderia ter sido mais incisivo.

 

No segundo tempo o cenário praticamente permanecia o mesmo, com o Fortaleza dominando as ações, mas sem muita verticalidade aparentando um pouco de acomodação, até que num descuido do Daniel Sobralense, que perdeu a bola pela direita do ataque, perto da linha que divide o campo,  o Salgueiro, ao retomar a bola,  partiu em velocidade para o contra-ataque, a defesa se embananou e o bom meia salgueirense saiu na cara do gol, fuzilando a meta sem qualquer chance para o Berna.

 

Foi um gol que trouxe grandes preocupações para a torcida tricolor,  que começou a ver passar na retina os embates contra o ABC e o Confiança e River, em que o Tricolor não teve capacidade de reação amargando desse modo três maus resultados, que se não tivessem ocorrido, fatalmente já lhe dariam a classificação de forma antecipada. Um gol que nos impôs um grande prejuízo, assim como os desperdiçados.

 

Não fora esse gol e Fortaleza estaria em primeiro lugar no grupo, pois empataria com o ABC em vitórias e saldo de gols, mas o superaria nos gols assinalados. É mas, não adianta mais chorar o leite derramado porque este jamais mais para a vasilha.

 

A partir desse gol,  que tirou o ânimo de muita gente,  o Fortaleza criou alma nova e na base da raça conseguiu virar o placar com o Anselmo e ampliar com o Daniel Sobralense, que não pode ser responsabilizado sozinho pelo gol do Salgueiro, uma vez que a bola foi perdida no meio campo e todo o sistema defensivo se encontrava a postos. Foi um vacilo geral, inclusive da defesa.

Infelizmente a nossa defesa sofreu mais um gol, continuando com a marca não muito lisonjeira de levar um gol por partida, o que de certa forma deve preocupar o treinador Marquinhos. O nosso sistema defensivo perde para ABC, que sofreu 11 gols; Botafogo e ASA, 12 e empata com  Cuiabá. Remo e Salgueiro com 15 gols. Ganha apenas do América com 20 e do Confiança e River com 23.

 

Essa regularidade do sistema defensivo de sofrer um gol por jogo é péssima, pois obriga o ataque a fazer por jogo no mínimo dois e com sabemos, dado o equilíbrio do grupo, em determinados jogos uma vitória por uma a zero é goleada. No dia em que o Fortaleza marcar apenas um gol, ou perde a partida ou cede o empate. Temos que encontrar uma forma para melhorar o compartimento defensivo.

 

Com relação ao jogo contra o Salgueiro podemos dizer que o treinador Marquinhos, quando sofreu o gol de empate, mesmo correndo riscos, encontrou o ponto do doce ao tirar o Corrêa, substituição que muitos julgavam inimaginável, para colocar o Juninho, que passou a atuar mais pela direita, com o Anselmo centralizado no meio e o Everton, que deu mais segurança ao meio de campo e o Everton pela esquerda, porém sem posição muito fixa.

 

Após conseguir o resultado e visando proteger e calafetar o sistema defensivo tirou o Rodrigo Andrade, que fez a sua melhor partida pelo Fortaleza, não apenas pelo gol marcado, mas pela movimentação pela direita, colocando o Rosinei, em socorro ao Juliano, que mais uma vez atuou de forma esplendorosa. Tomou conta da posição e não tem pra ninguém.

 

Esse Fortaleza, do segundo tempo de ontem, em jogando assim, com certeza brigará pelo primeiro lugar na chave, até porque a tendência é de que os jogadores que estavam contundidos, a exemplo do Everton, melhorem de rendimento a cada jogo. Temos que torcer agora para que a bruxa tenha deixado o Pici.

 

Os destaques da partida, no meu entendimento, foram o Edimar, que no segundo gol se apresentou como elemento surpresa; o Juliano que fez uma partida impecável e o Rodrigo Andrade, pela movimentação. Ressalve-se que o Felipe melhorou muito a produtividade. No Salgueiro o destaque foi o meia piauiense Cássio, que dita o ritmo e faz o time jogar.

 

O destaque negativo ficou por conta do árbitro gaúcho Francisco de Paula dos Santos Silva Neto, que não assinalava as faltas a favor do Fortaleza, marcando, porém, todas a favor do Salgueiro e que deixou de marcar penalidade claríssima sobre o Juninho que,  se convertida,  daria ao Tricolor a primeira colocação do grupo.  Não parece  muito estranho e sintomático que os árbitros só errem contra o Fortaleza? Nesse angu tem caroço.

 

Por hoje c’est fini.

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.