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TIRANTE A MUTRETA QUE ESTÁ PRESTES A ENLAMEAR A COPA DO NORDESTE O SORTEIO FOI UM BELO ESPETÁCULO

 

O elenco se apresenta hoje,  no período da tarde,  para iniciar os trabalhos para o importante confronto contra o Juventude, no próximo domingo, em que apenas uma das duas equipes ascenderá à Série B de 2017. Confesso que não estou gostando desse curto período de treinamento que, infelizmente, não depende do Tricolor, que só chegou à nossa cidade às primeiras horas de ontem.

 

Tudo isso em decorrência dessa logística perversa da CBF, com relação à Série C, através da qual,  um traslado, que poderia ser de no máximo de cinco horas, em razão dos desprezo à competição e feito em cerca de dezoito horas, tirando o tempo de treinamento e comprometendo o tempo de lazer e de descanso dos jogadores, após um jogo duríssimo, em que todas as energias foram desprendidas.

 

Saindo um pouquinho do contexto da Série C, lembramos que o sorteio de grupo para a Copa do Nordeste de 2017 ocorreu ontem em João Pessoa e que o Fortaleza ficou no Grupo B, assim composto: Fortaleza, Bahia, Moto Clube (MA) e Altos (PI). Não é demais lembrar e acentuar que se classificam para a segunda fase os cinco primeiros colocados e mais os três segundos colocados de melhor desempenho técnico.

 

O Grupo do Tricolor, que tem dois gigantes do futebol nordestino, Fortaleza e Bahia, no meu ponto de vista, desde que o clube mantenha um bom elenco, não é dos mais complicados, ficando a decisão do primeiro lugar entre Fortaleza e Bahia, correndo Moto Clube e Altos, por fora. Acredito que o Fortaleza estará entre os classificados para a segunda etapa.

 

O Grupo A tem um dos seus componentes desconhecido, em razão da falcatrua que ameaça prosperar, em que o nosso rival, está comprando a desistência de três clubes, o Uniclinic pelo valor da cota e os dois Guaranis, não se sabe por quanto. Estamos diante de mais um engodo, perpetrado pelo nosso rival, que tem vários títulos fajutos e que agora está prestes a patrocinar mais um ato vergonhoso para o nosso futebol.

 

Fico pasmado pelo fato de que as autoridades esportivas, mormente da Justiça, não se manifestaram diante desse engodo e dessa sem-vergonhice prestes a acontecer num futebol em que o W.O. tem sido fator importante para determinar a classificação de clube, conforme aconteceu na segunda divisão. Essa negociata está sendo levada a efeito abertamente, tanto é que o Uniclinic afirmou alto e de bom som, que está desistindo da participação, mas não da verba, ou em outras palavras, está se vendendo a olho nu e à luz do dia.  

 

Como é do domínio público, eu morava na Paraíba e alimentava a vontade de conhecer o Dr. Vanor Cruz, que havia sido diretor do clube e a quem eu reputava como um grande tricolor. Não tenho mais o menor desejo de conhece-lo, porque não posso admirar a quem passa a ser conivente com essa imoralidade, que é a venda, por parte do seu clube,   da vaga da Copa do Nordeste ao nosso rival e não adianta afirmar que a negociata está sendo conduzida pelo presidente do clube, porque ele é o dono.

 

O interessante é que diante desse atentado à ética e à decência a imprensa marrom, que tem como seu fiel e arraigado defensor, aquele programa de esportes do meio dia, veiculado na televisão, que se diz imparcial e que é o porta-voz do nossos rival, os seus comentaristas se mostravam exultantes e ainda defendia que o time de Porangabussu, ainda seria cabeça de chave. Uma vergonha para uma imprensa que, por tudo que defendem, tudo indica que  está a serviço do nosso rival.

 

O nosso rival saiu do jejum, mas estava escrito que sairia ontem, com ou sem futebol, pois o árbitro Vínícius Gonçalves dias Júnior, do segundo quadro da CBF e guardem esse nome, assinalou uma penalidade em que as imagines mostram de foram pródiga que bola bateu nas costas do defensor do Joinville. Não nos preocupamos com o nosso rival, mas não podemos calar diante desse fato quase consumado, da compra de vaga para o Nordestão e desse erro crasso da arbitragem, que, diga-se de passagem, tem sido uma constante na história do Time de Porangabussu.

 

Voltamos à Série C para dizer que mais de 31.000 ingressos já foram vendidos de forma antecipada e que, no decorrer do dia de hoje, com certeza ultrapassaremos os 35.000 e, sem sombra de dúvidas, no próximo domingo teremos o maior público do futebol brasileiro no ano em curso, computando-se todas as divisões, prova inconteste da força e da fidelidade da Nação Tricolor.

 

A arbitragem da partida estará a cargo do  árbitro Péricles Bassols, aquele mesmo juiz que na decisão do Campeonato Cearense, foi agredido por um dirigente fantasma do Ceará, que foi julgado e inocentado pelo TJDF, agora presidido pelo Fred Bandeira, que promete novos tempos, dos quais eu duvido muito, em apenas vinte minutos, tempo que não seria suficiente, sequer, para ler os altos, Mais uma vergonha desse nosso futebol.

 

Por hoje c’est fini.

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.