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JORGE MOTA - UM HOMEM QUE TEM UMA HISTÓRIA NO FORTALEZA QUE MERECE O RECONHECIMENTO E O APREÇO DA NAÇÃO TRICOLOR

25 Oct 2016

 

Não temos procuração para defender o Jorge Mota ou quaisquer outros membros da Diretoria executiva ou dos demais órgãos tricolores. Ficamos, no entanto, estupefatos e admirados com determinados comentários que não denigrem apenas o Fortaleza Esporte Clube, mas também os seus diretores, em alguns casos com  uma fúria implacável,  que não pode ser entendida por nós que primamos por nos reportar ao nosso clube com comedimento e com isenção de ânimos e muito longe de nutrirmos ódio por quem quer que seja.

 

Não podemos calar, no entanto, diante de certos exageros. Primeiro vamos acentuar que o atual presidente tricolor Jorge Mota conseguiu arrebatar um penta do nosso rival em 2000, que detinha um grande poderio financeiro, vez que era patrocinado por um grande banco, sem falar que o Fortaleza vinha há sete anos sem qualquer conquista, pelo menos de um turno do campeonato.  O Jorge Mota conseguiu reaver a hegemonia do nosso futebol e evitar um penta, que já vinha sendo comemorado antecipadamente.

 

Em 2002 numa demonstração inequívoca da ascensão técnica e financeira do Tricolor de Aço levou o clube À Série A, um sonho impossível para A Nação Tricolor e concretizado por um dos dirigentes tricolores que contabiliza mais conquistas e acertos do que fracassos e essa sua performance tem que ser respeitada e reconhecida, até mesmo pelos críticos contumazes, para os quais nada está certo.

 

Lembrando que o Jorge Mota também estava presente na segunda ascensão em 2004, rememorando ainda que foi o dirigente que deu o pontapé inicial da década de ouro em que o Fortaleza, de 2000 a 2009 conquistou oito títulos: 2000 – 2001 – 2003 – 2004 – 2005 – 2007 – 2008 – 2009 – 2010. Não devemos olvidar que essa década foi fechada pelo Renan, com o tetra. Foram importantes nessa década o Clayton Veras, o Lúcio Bonfim, com uma pequena contribuição e o Ribamar Bezerra.

 

Foi uma década que superou a de 20, até então a melhor para o Fortaleza, na qual conquistou sete títulos e deixou de conquistar o oitavo porque abandonou o campeonato em 1929, no final do primeiro turno. Naquela década o Tricolor conquistou os certames de 1920 – 1921 – 1923 – 1924 – 1926 – 1927 – 1928. Estas foram as duas melhores décadas do Fortaleza.

 

No ano passado o Fortaleza, sob o seu comando arrebatou mais um penta do Ceará, também de forma quase milagrosa, vez que fez o gol do empate em 2 x 2,  que lhe deu o título aos 47 minutos do segundo tempo, de autoria do Cassiano, o herói do título. No ano em curso, conquistou o bicampeonato cearense, título que o Tricolor não conquistava há sete anos.

 

Pecou o Jorge Mota e o seu staff diretivo, infelizmente, por não ter conseguido nesses dois anos a ascensão à Série B, que vinha sendo perseguida também há sete anos e que igualmente já havia sido motivo de tentativa por parte dos presidentes que o antecederam, que saíram frustrados e renegados por parte da imprensa e da torcida.

 

Mesmo não conseguindo o objetivo principal, motivo pelo qual está sendo execrado e triturado por parte da imprensa,  o Jorge Mota construiu no Tricolor de Aço uma história que merece respeito, razão por que não entendemos certas agressões feitas em determinados microfones por alguns profissionais da imprensa, especialmente da imprensa tricolor.

 

Neste domingo um comentarista, que não conheço pessoalmente, no Programa Domingo Tricolor, ao que consta, teria firmando que o Jorge Mota, no Fortaleza não tem condições de ser nem sequer gandula, num verdadeiro desrespeito à sua história e, por extensão ao clube, posto que diz nas entrelinhas que o Fortaleza tem dirigentes incapazes, a começar pelo seu presidente.

 

Ao invés de avaliar essa afirmação como uma agressão gratuita e descabida e como uma falta de apreço ao nosso presidente, prefiro rotulá-la como “uma declaração infeliz”, até porque tanto o Jorge Mota, como a profissão de gandula merecem respeito. Nesse caso, em sendo verdade, o comentarista em questão, no nosso modesto ponto de vista, se trumbicou.

 

Reunião na sexta-feira, com primeira chamada às 19:30, do Conselho Deliberativo a se realizar na sede da AABB, situada no segundo quarteirão da Avenida Barão de Studart, tomando-se como parâmetro a Pontes Vieira. Estarão em pauta para serem discutidos e votados os seguintes assuntos:

I – ORDINÁRIA

1 – Apreciar balancete da Diretoria Executiva atinente ao terceiro trimestre de 2016;

2 – Outros assuntos de interesse do clube.

 

II – EXTRAORDINÁRIA

 

1 – Apreciar balancete da Diretoria Executiva atinente ao segundo trimestre de 2016.

2 – Espaço dedicado à Diretoria Executiva para expor seus objetivos até final do mandato e o contrato que envolveu a transação do jogador Jean Mota para o Santos Futebol Clube.

 

Por hoje c’est fini.

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.