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O TEMPO NÃO PARA E A HISTÓRIA NÃO ESPERA

 

Voltamos a abordar esse assunto por considera-lo da maior importância para o Fortaleza nesse momento pré-eleitoral, até porque, uma corrente, na nossa avaliação muito pequena, defende que a atual diretoria não deve tomar nenhuma iniciativa, especialmente com relação à contratação de um grande treinador, de um profissional remunerado para o Departamento de Futebol e da manutenção de uma base, essencial para que o clube forme um bom elenco, a partir desse alicerce, composto de jogadores que se sobressaíram na campanha do ano em curso.

 

Não pensamos assim, embora respeitemos as opiniões contrárias, mas para embasarmos o nosso raciocínio tomamos por base uma empresa privada, em que a troca um gestor se processa sem traumas e não interrompe em momento algum o seu planejamento estratégico. O novo gestor pode e deve contribuir para melhorá-lo, mas jamais para dizimá-lo.

 

Defendemos ainda que o Jorge Mota e a sua Diretoria legalmente constituída tem poderes para adotar todas e quaisquer medidas de interesse do Fortaleza, com fulcro nos ditames legais que lhes dão essas prerrogativas. Vejamos dois desses importante dispositivos estatutários e que disciplinam os poderes do presidente:

 

Art. 70. O Presidente do FORTALEZA tem, na administração, a chefia geral executiva e representativa do Clube, nas suas relações internas e externas, inclusive em juízo, ativa e passivamente, e, além de presidir a Diretoria Executiva, deve supervisionar todos os departamentos, fazendo com que seus Diretores recebam e cumpram as orientações adequadas para o bom desempenho de cada departamento.

 

O artigo 71 dispões sobre todas as atribuições do presidentes, das quais pinçamos a constante no inciso nono. São atribuições do presidente:   Representar o FORTALEZA em juízo ou fora dele, ativa e passivamente, podendo constituir mandatários, sempre com poderes específicos.

 

Destacamos esse artigos para sedimentar a nossa tese de que o Presidente Jorge Mota, por força estatutária, até o último instante do seu mandato, que terminará no dia 3 de dezembro, após ser promulgado o resultado da eleição, tem plenos poderes para assinar contratos e rescisões e organizar o Fortaleza, que não pode sofrer solução de continuidade, simplesmente porque vamos ter uma eleição, um processo normal e saudável num regime democrático.

 

 

O Jorge Mota, para o bem do Fortaleza e considerando que nesse período os bons jogadores, assim como os bons treinadores, já começam a ficar livres, não só pode como deve negociar com os jogadores que interessam do atual elenco, assim como deve contratar os profissionais para compor o departamento de futebol, porque a previdência é boa companheira e, geralmente, quem parte na frente chega primeiro e sofre menos contratempos.

 

Em não fazendo isso urgentemente, os principais clubes começarão a contratar os mais qualificados, sobrando para o Fortaleza, como vem ocorrendo não somente nesse ano, mas em anos anteriores, jogadores menos aquinhoados tecnicamente e por vezes não mui qualificados para vestirem a camisa tricolor, ademais, partir na frente diminui em muito as probabilidades de erros.

 

Alguém pode argumentar: E se o vencedor não for o Jorge Mota? E daí cara pálida! Todos eles não estão por acaso dizendo que querem um Fortaleza forte e competitivo? Em assim sendo só terão que agradecer as medidas adotadas pelo Jorge Mota e os seus pares, evidentemente que estamos falando de acertos.

 

Todos estão de acordo que o Fortaleza deves ser mais profissional, mas no momento em que esse profissionalismo vai sendo implantado, essas mesmas pessoas reclamam, gritam e acusam o golpe. Todos querem o profissionalismo, que o clube seja administrado como uma empresa moderna, mas no frigir dos ovos, quando essas medidas e ações vão sendo adotadas se postam contra como se fossem ofensivas ao Fortaleza. Um dia quem sabe se não teremos um clube tão bem estruturado que uma eleição não inspire medo, mas seja apenas mais um passo do processo político-administrativo. Sonho com isso.

 

Queremos um Fortaleza profissional, nos moldes de uma empresa administrativamente moderna,   que não para no tempo e nem no espaço e no momento o tempo e exíguo e o espaço é curto sendo, então o momento da Diretoria agir de forma proativa. Se ficar olhando a banda passar as oportunidades com ela passarão. Esse é o tempo de fazer a História, pois “quem sabe faz a hora, não espera acontecer”. Essa diretoria tem que começar fazer acontecer, pois o tempo não para e a história não espera.

 

Por hoje c1est fini.

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.