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QUE DEUS NOS AJUDE!

 

O Fortaleza é um time grande, de modo que não há como afirmar que “não adianta conquistar títulos regionais se o acesso não for obtido”.  Apoiamos sem reservas o Tricolor e os seus profissionais, incluindo-se a comissão técnica, contudo, devemos dizer, por oportuno, que temos um tricampeonato a ser disputado em que o Fortaleza tem que fazer o  possível e o impossível para conquistá-lo, até porque na sua história só tem duas conquistas semelhantes: 1926-1927 e 1928 e 2003-2004 e 2005.

 

Desnecessário falar que a conquista de um campeonato conta pontos para o ranking local e nacional. Do mesmo modo a Copa do Nordeste é por demais importante, visto que, além de contar pontos para o ranking nacional, tem prêmios em dinheiro, essencial para o equilíbrio das finanças tricolores e o Fortaleza, Há alguns anos, não contabiliza uma conquista regional. Não pode prescindir, portanto desses título, até porque recentemente, em 2015, o nosso rival conquistou o título, colocando uma vantagem sobre o Tricolor.

 

Vale a pena lembrar, não que queiramos que isso venha a acontecer que, geralmente, os treinadores que não conquistaram o Cearense não conseguiram terminar a temporada, vez que o título local funciona como uma credencial para o treinador e uma prova de fogo para a sua aceitação por parte da torcida. Esse é o tamanho da responsabilidade do Hemerson Maria que, de antemão, tem que saber que a torcida, além do acesso, quer conquistas.

 

Tenho escutado em emissoras de rádio e presenciado em emissoras de televisão determinados comentaristas, a maioria dos quais antitricolor, afirmando que o Fortaleza trocaria as conquistas locais e regionais pelo acesso. Não procede até porque nenhuma delas é excludente. A torcida quer um elenco capaz de lutar pelo título de todos esses certames e nesse aspecto não há a probabilidade de negociação, de forma que não é aconselhável formar um time para o campeonato, outro para a Copa do Nordeste e outro para a Série C.

 

Evidentemente que peças podem e devem ser trocadas no decorrer dessas competições, visando qualificar ainda mais a equipe, isto porque, pela lei das probabilidades algumas não vão se encaixar no perfil do Fortaleza, mas formar um time para cada uma, a estatística tem mostrado que não é  uma boa ideia, diria até que é uma temeridade.

 

Temos ainda que considerar que não adianta contratar quantidade, nesse ano, pelo menos quinze jogadores não reuniam condições de vestir a camisa tricolor, ou porque não tiveram chances, ou porque tecnicamente deixavam a desejar, ou por outros motivos. Somos da opinião que ao invés de contratar quatro jogadores nessas condições, contrate um que resolva, visto que o desembolso financeiro é o mesmo.

 

Vamos ao exemplo. Quatro jogadores de baixa qualidade a R$. 10.000,00 importa num montante de R$. 40.000,00. Um jogador que resolva deve ficar em torno desse valor, ou de no máximo R$. 50.000,00. Com o valor desses 15 jogadores que não resolveram daria para contratar cinco de boa qualidade e já teríamos uma espécie de espinha dorsal do time. Esperamos que a Diretoria, representada pelo Dr. Ênio, que estás à frente do futebol, o César Sampaio e o Hemerson Maria levem em consideração essas nossas ponderações.

 

Outro ponto de vista que defendemos e custa dinheiro é de que o jogador que não aprovar deve ser mandado embora, pois além de ficar inchando o elenco e no come-dorme se constitui num péssimo exemplo para o grupo, pois como sabemos uma laranja podre coloca o cesto a perder. Evidenciamos tudo isso para dizer que desse trabalho bem feito depende a paz no Fortaleza e, inclusive a sobrevivência da própria comissão técnica, então a conclusão a que se chega é que não há margem para erros, especialmente porque vamos para o oitavo ano na Série C.

 

Estamos falando diretamente e sem subterfúgios porque estamos diariamente em contato com a torcida tricolor e traduzimos fielmente os seus anseios e a sua linha de pensamento, expressa na imprensa, nas redes sociais e pessoalmente a cada um de nós. O torcedor tem colaborado como poucas torcidas no Brasil o fazem, mas está cansado e machucado e qualquer fracasso, daqui para a frente, funciona como um estopim e além do mais tem boa parte da imprensa disposta a acender o pavio. Que Deus nos ajude a todos.

 

Por hoje c’est fini.

 

 

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.