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FORTALEZA X GUARANI (J) - PROVA DE FOGO

 

O Hemerson Maria, que está invicto no comando do Fortaleza, vez que em quatro partidas venceu uma e empatou três, apresentando um percentual de desempenho de 50%, terá hoje mais uma prova de fogo, vez que enfrentará o Guarani de Juazeiro, por duas competições, Campeonato Cearense e Taça dos Campeões, no qual o Fortaleza busca o bicampeonato, tendo em vista que no ano passado venceu a competição em disputa com outro Guarani, o de Sobral.

 

Para os que não sabem ou para os menos avisados, a Taça dos Campeões é um competição que foi criada em 2014 para fazer uma espécie de unificação entre os títulos do Campeonato Cearense e da Taça Fares Lopes. Em 2014 o campeão foi o Ceará e dizem as más línguas que foi criada naquele ano para que o Ceará pudesse pagar a perda de um mando de campo, tanto é que foi disputada de portões fechados. O nosso rival bateu o Barbalha por 2 x 0 e ficou com o título.

 

Em 2015, aumentando os rumores de que havia sido criada por casuísmo, para beneficiar o nosso rival, a competição não foi disputada, voltando em 2016, quando o Fortaleza, enfrentando o Guarani de Sobral, venceu-o por 3 x 0 e ficou com o título. Na noite de hoje decide com o Guarani de Juazeiro o título da competição e se vencer chagará ao bi, que seria o primeiro da história desse torneio.

 

Desse modo o jogo de hoje vale por duas competições, Cearense e Campeões e persistem algumas dúvidas no caso da partida terminar empatada, o que efetivamente não queremos. Nessa eventualidade seria computado um ponto para cada equipe no Campeonato Cearense e a Taça dos Campeões seria decidida, como diz a regra, em tiros livres da marca do pênalti.

 

Será um jogo importante para o Fortaleza por esses dois aspectos, ademais o clube na estreia empatou com o Ferroviário em 2 x 2, resultado que não agradou a torcida, que anda muito irrequieta e fazendo protestos,  que não se conceberiam, pois o Fortaleza não perdeu e tivemos apenas a primeira partida em nove, de uma competição em que todos os jogos são decisivos. Fosse dois turnos os pontos desperdiçados em um jogo poderia ser recuperado no returno, contudo é turno único.

 

Verdade é que o Fortaleza vai para o oitavo ano da Série C, justificando em parte a ansiedade da torcida e a sua falta de paciência, entretanto, pelo que dizem a mesma está se deixando levar por determinados programas, que defendem interesses outros que não os tricolores, que a têm insuflado contra a atual diretoria, fruto de duas questões principais, a perda do acesso à Série B e o pleito de dezembro em que alguns perdedores insistem em não descer do palanque.

 

Diante desse cenário tudo o que é feito é criticado e quando estamos no começo de uma competição em que o foco é o campeonato, muito importante para o Tricolor, pois vale um tricampeonato, que será o quarto da sua história, essas pessoas teimam em mudar o foco, direcionando as suas críticas para a Série C, que só virá em abril. Agem de forma contraditória defendendo a tese que o campeonato não tem valia, quando todos nós sabemos que é muito importante, pela rivalidade e por classificar  clubes para as competições nacionais.

 

O resultado disso é que já defendem a saída do treinador, que mal começou a trabalhar e ainda por cima, criticam o elenco, formado nas últimas semanas, que não teve nem tempo para se entrosar. Estamos diante da chamada picuinha em que meia dúzia e não passa de uma dezena, alguns manipulados pela imprensa inimiga e outros porque puxam a corda para o lado contrário aos interesses do Tricolor e que são adeptos da política da terra arrasada.

 

Também somos torcedores, também queremos o Fortaleza na Série B, contudo, defendemos a premissa de que devemos dar um passo de cada vez. Primeiro o campeonato que é importante, depois a Copa do Nordeste e Copa do Brasil e, por fim a Série C. Entendemos um pouco dessa impaciência, até porque a torcida, principalmente a que não faz manifestação, tem razão quando defende que existem claros em algumas posições no elenco, a exemplo da meia de ligação.  Para essa posição defendemos a tese de que não adianta trazer um jogador qualquer, apenas para compor elenco.

 

A diretoria está contratando de forma precisa, ou cirúrgica, como dizem, mas é preciso trazer um jogador que inspire mais confiança ao torcedor e que contribua para alavancar o programa de sócio torcedor. Nesse ponto achamos que o Fortaleza deve esquecer um pouco as diretrizes e dar um voto de confiança na torcida,  posto que, se trouxer um jogador com as características que elencamos, o programa de sócio vai para 15.000 e o investimento estará pago. Essa é a nossa sugestão.

 

Fortaleza e Guarani de Juazeiro, ao longo da  história e precisamente nesses cinco anos têm feito jogos muito equilibrado, estando a vantagem, que não é das mais acentuadas, com o Tricolor. Foram dez partidas em que o Fortaleza venceu cinco e empatou duas, perdendo três, duas das quais dentro de casa. O prenúncio é que teremos um embate difícil.

 

Ademais o time juazeirense vem de uma boa vitória sobre o Horizonte, por 3 x 1, que não deixa margem para contestação, é o líder do campeonato e como tal tem que ser encarado, situação que aumenta em muito a responsabilidade do time e do Hemerson Maria, que a cada degrau da escada ver as dificuldades sendo cada vez maiores.

 

O time irá com três volantes, por falta de opção para a meia, vez que só temos para utilizar o Patuta, ainda verde e o Wesley, das Categorias de Base e como é obvio,  ninguém quer arriscar um olho escalando um dos dois, numa partida  dessa monta. O que se espera é que o treinador libere mais o Rodrigo Andrade, numa tentativa de aumentar a nossa capacidade ofensiva, vez que não temos um homem de área e que um dos volantes possa se apresentar como meia, no momento de armar e articular as jogadas ofensivas. Um resultado negativo complicará a todos. Esperamos um Fortaleza mais determinado.

 

Por hoje c’est fini.

 

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.