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TRICOLORES - PARA CONSEGUIRMOS A VITÓRIA A NOSSA UNIÃO SERÁ FUNDAMENTAL

 

O Ceará, indiscutivelmente, é o favorito e nesse ponto a imprensa que lhe é simpática ou que lhe é servil, tem absoluta razão. O Clube manteve a base, ou a espinha dorsal e vem fazendo contratações de jogadores renomados, caso do Maxi Biancucchi, primo do Messi e repatriou Ricardinho e Magno Alves, sendo que somente esse último jogará o clássico.

 

O nosso rival, além de se reforçar em todos os setores, também conservou a zaga, vez que o Sandro e o Valdo continuam; preservou o meio de campo mantendo o Richardson e o Felipe Menezes, a estrela do time e se reforçou com o Jackson Caucaia, de forma que por tudo isso é o franco favorito, tanto é que para a sua torcida o Tricolor não será um adversário à altura da “seleção de Porangabussu”.

 

O Fortaleza, do contrário, não contatou nenhum medalhão, está ainda em formação e teve pela frente duas partidas duríssimas em que empatou com o Ferroviário, num embate dificílimo e venceu o Guarani de Juazeiro, às duras penas e apenas por 1 x 0 e numa partida em que o goleiro Marcelo Boeck foi o nosso destaque, salvando o Tricolor em pelo menos quatro oportunidades claras de gols.

 

O Ceará estreou contra o Maranguape vencendo-o facilmente por 2 x 0, partida em que,  segundo a imprensa  que lhe é devotada, planou alto e num céu de brigadeiro.  A própria imprensa preto e branca defendeu e reconheceu que “o Maranguape é fraco, mas que o Time de Porangabuçu não tem nada com isso” e que, em função desse resultado o time preto e branco vencerá o campeonato, com vários corpos de vantagem.

 

Estamos nós aqui humildemente tendo ciência do poderio do adversário, mas fazendo um adendo para dizer que o Fortaleza já enfrentou dois adversários que são indiscutivelmente mais difíceis e complicados do que o Maranguape, contra os quais não atuou bem, pecando exatamente pela falta de entrosamento, mormente no meio de campo em que necessita de um meia que assuma  para si a responsabilidade de fazer o time jogar e essa é uma verdade que não podemos obscurecer.

 

O ataque que não vem funcionando, que ressentia de um homem com mais intimidade com a pequena área e essa e a nossa esperança e expectativa de que o Lúcio Flávio dê outra dinâmica ao setor ofensivo tricolor, que até agora teve no Gabriel Pereira o jogador com mais lucidez, na realidade uma grata surpresa.

 

O Hemerson Maria, que precisa resolver alguns problemas de ordem tática, no que tange à saída para o ataque com mais velocidade e com maiores opções, está prometendo um time ofensivo, com três atacantes, Gabriel, Juninho Potiguar e Lúcio Flávio, e com relação ao Potiguar está defendendo a premissa de que o jogador não vem rendendo porque não está na sua posição de origem. Oxalá esteja certo!

 

Esse sistema só funcionará, como esperamos que funcione, se um dos atacantes voltar para ajudar no meio de campo, função que terá de ser executada pelo Juninho, vez que os outros dois atacantes são mais ofensivos.

 

 

Vamos ficar torcendo para que o Juninho Potiguar encontre  o seu lugar no time e o seu futebol, assim como o Rodrigo Andrade, que nas duas partidas não rendeu bem, tendo porém o atenuante de que, na maioria das quais foi deslocada para fazer a função do homem-referência. Outra coisa que deve fazer é jogar mais coletivamente, pois tem perdido algumas bolas que poderia passar para o companheiro mais próximo. Acredito que essa seja uma das preocupações do treinador que, acredito,  tenha tido essa mesma visão de jogo.

 

O papel dos volantes será de suma importância nesse jogo, isto porque terão que marcar jogadores velozes e habilidosos, exemplo do magno Alves e do Felipe Menezes e ainda terão de sair para o ataque, pois o Rodrigo Andrade vem jogando sem uma companhia ao seu lado e por essa razão tenho sido complacente com as suas atuações.

 

No meu ponto de vista o Anderson Uchoa ficará mais preso à marcação, coadjuvado pelo Vacaria, que me parece ter bom futebol, até porque tem uma qualidade que me agrada muito, joga de cabeça erguida. O Jefferson  terá mais liberdade para avançar, aproximando-se mais do ataque quando o Fortaleza estiver na ofensiva, porém sem se descuidar das obrigações defensivas. Nesse jogo dar-se-á bem quem melhor se houver no meio de campo.

 

O Hemerson Maria dar sinais que não está assim tão temeroso com relação ao tão decantado poderio do adversário, pois está armando o seu time no 4-3-3, que é o prenúncio de uma equipe ofensiva e com vontade de vencer r um triunfo do Tricolor sobre o rival poderá mudar toda a história do campeonato, pois dará mais confiança ao elenco e à torcida.

 

Fazemos votos e até conclamamos para que a torcida deixe o time jogar, pois essas vaias inconsequentes não constroem e só contribuem para fortalecer o adversário e os nossos inimigos.  Essa é a hora de apoiar e jogar ao lado do time, que como já afirmei, necessita por demais desse aconchego e do calor humano advindo das arquibancadas, afinal de contas somos todos tricolores e precisamos jogar do mesmo lado.

 

Por hoje c’est fini.  

 

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.