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VENCER PARA GARANTIR A SEGUNDA POSIÇÃO E PARA INFUNDIR MAIS CONFIANÇA

 

A oitava rodada e penúltima da fase classificatória se encerra hoje com dois jogos. Em Sobral o Guarany, nono colocado com 5 pontos, recebe o Horizonte, o sexto posicionado com 9 pontos. Trata-se de um jogo decisivo para os dois clubes. Para o Guarany a vitória se reveste de suma importância, vez que atingirá os 8 pontos e passa a torcer por insucesso do Tiradentes contra o Fortaleza, vez que o time da Polícia Militar ficaria com os mesmos 7 pontos e na vice-lanterna. Será o jogo da vida do time sobralense.

 

Para o Horizonte o jogo tem conotações especiais, isto porque, até mesmo empatando, cravará a sua classificação para a próxima fase, posto que chegaria aos 10 pontos e não mais poderia ser alcançado pelo nono colocado, o próprio Guarany de Sobral que, com 6 pontos só poderia chegar a 9 pontos.

 

O Horizonte vencendo somará 12 pontos, mesma pontuação do outro Guarani, o de Juazeiro, com quem passará a brigar pela quinta colocação e até mesmo com o Ferroviário, na última rodada, pela quarta posição. Prenúncio de uma partida disputadíssima em que os dois clubes, pelos motivos elencados buscarão a vitória de forma empedernida.  

 

No Castelão defrontam-se Tiradentes e Fortaleza em outro jogo decisivo, vez que o Tiradentes, mandante do jogo, precisa desesperadamente do triunfo para se afastar da zona de rebaixamento, nessa briga que trava com o Guarany de Sobral contra o descenso. Em vencendo atingirá os 10 pontos e passa a fazer figa por um resultado negativo do time sobralense diante do Horizonte.

 

Perdendo permanecerá com os mesmos 7 pontos e terá que decidir a sua vida, fora de casa, contra o próprio Guarany de Sobral que, se vencer o Horizonte chegará a oito pontos e ultrapassará o time da Polícia Militar, com quem jogará pelo empate e em casa, na última rodada. Pelas agruras da tabela a situação do Tiradentes se apresenta como das mais delicadas.  

 

O Marquinhos se decidiu praticamente por repetir do time do último embate, sacando o Schuster e fazendo entrar o Vacaria, que me parece um bom marcador, mas que ainda não conseguiu demarcar o seu território no setor de contenção tricolor. Tem feito muitas faltas e na maioria das vezes tem chegado atrasado nas disputas de lances sendo, frequentemente punido com cartões amarelos.

 

Assim a previsão é que tenhamos um time formado por Marcelo Boeck; Pablo, Heitor, Ligger e Gaston Filgueira (Alan Vieira); Jefferson, Vacaria e Leandro Lima; Gabriel Pereira, Zé Carlos e Lúcio Flávio. Um time teoricamente ofensivo desde que as bolas oriundas do meio de campo chegue aos atacantes. Vamos torcer para que o Lúcio Flávio já esteja mais habituado à sua nova função tática, de sair da área para ajudar na marcação e de cair pelos lados para abrir espaços para o Zé Carlos pelo meio.

 

Alimentava a esperança de que o Marquinhos já se predispusesse a utilizar o Esquerdinha, vez que a torcida está ansiosa pela sua estreia, especialmente para avaliar se realmente é o camisa dez de cuja ausência o time se ressente, contudo o jogador não foi relacionado. Seria importante que entrasse no decorrer da partida, evidentemente que se as circunstâncias permitissem para ir adquirindo ritmo de jogo e entrosamento com os companheiros, mormente os do setor. Ficamos no aguardo.

 

Temos dito com certa constância que um dos problemas do Fortaleza, de ordem tática, se configura pelo fato de que os laterais não apoiado o ataque como deveriam, não passando do meio de campo não sabemos se por determinação tática ou se em virtude falta de aptidões para exercer a função, fator que tem prejudicado a intensidade ou a intensão da produtividade ofensiva tricolor.

 

Na hipótese do Marquinhos optar por um lateral mais agudo tem à sua disposição o Felipe, que está sem ritmo de jogo, mas que, com certeza dará mais consistência ofensiva ao time. Esperamos que entre no decorrer da partida e a nossa expectativa é que, em razão da sua entrada o Pablo seja deslocado para o meio de campo, onde tem rendido mais.

 

Em que pese apontarmos vários problemas na equipe e não obstante o time ainda não ter resolvido a questão do setor de engenharia e ainda pelo fato de não ter ainda imprimido a devida velocidade na saída de bolas, no jogo contra o Moto sentimos certa evolução, muito sutil, quase imperceptível, vez que nos passou mais confiança e mais segurança, que são características latentes do Marquinhos, cujos times costumam jogar de cabeça erguida.

 

Por hoje c’est fini.

 

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.