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FORTALEZA E MRV, TUDO A VER

 Representantes da MRV com Bruno Baima, Jorge Mota e Ênio Mourão

 

Nesta sexta-feira, 31 de março o Fortaleza firmou contrato de patrocínio com a MRV Engenharia, uma das maiores construtoras e incorporadoras do país, que passará por dois anos a ser a sua patrocinadora-máster. Os entendimentos já vinham tendo curso há algum tempo, coordenados pelo Vice-Presidente Dr. Ênio Mourão ao lado do Diretor de Marketing Estevão Romcy e de todo o staff diretivo tricolor, dentre os quais o Burunga e o Bruno Baima. Parabenizamos a todos por esse gol de letra da diretoria tricolor.

 

A MRV está no mercado imobiliário desde 1979, portanto há 38 anos,  e já patrocina alguns clubes, dentre os quais o Atlético Mineiro e o Santa Cruz. É uma empresa que se faz presente nos mercados nacional e internacional e pela sua seriedade e ética já recebeu diversos prêmios.

 

Sempre pensando na sustentabilidade tem investido em projetos sociais, em ações ambientais e também no incentivo ao esporte e chega ao nosso estado e ao nosso futebol ciceroneada e apresentada pelo seu maior clube. Realmente uma grande parceria, salutar para ambos e que esperamos seja duradoura.

 

E o que é sustentabilidade?  “Sustentabilidade é um termo usado para definir ações e atividades humanas que visam suprir as necessidades atuais dos seres humanos, sem comprometer o futuro das próximas gerações, ou seja, a sustentabilidade está diretamente relacionada ao desenvolvimento econômico e material sem agredir o meio ambiente, usando os recursos naturais de forma inteligente para que eles se mantenham no futuro”.

 

“Seguindo estes parâmetros, a humanidade pode garantir o desenvolvimento sustentável”. Essa é uma das ações louváveis da MRV, que não se preocupa apenas com o lucro a qualquer custo, por entender que mantendo intacto o meio ambiente, os recursos ambientais serão preservados, garantindo assim a sua atuação no mercado por longos anos. Ver-se, portanto, tratar-se de uma empresa com elevado comprometimento sócioeconômico.

 

Após nos reportamos à essa grande parceria, que terá grande impacto no futuro do Fortaleza, vamos tratar do presente para dizer que logo mais teremos um importante embate do Tricolor, contra o Ferroviário, que se defrontarão numa melhor de até três partidas, cuja terceira partida só não acontecerá se uma das equipes ganhar as duas primeiras, quando então tudo estará liquidado.

 

Nesse tipo de disputa temos as seguintes opções e curiosidades: Primeiro se uma equipe vencer a primeira partida, poderá passar à fase seguinte, ou às semifinais, em não vencendo a segunda,  se empatar as outra duas. Em segundo lugar temos que considerar que se a primeira partida for empate, automaticamente acontecerão as outras duas, donde se conclui que um clube para passar às semifinais terá de somar, no mínimo,  cinco pontos, classificando-se, igualmente com seis ou sete pontos.

 

Vamos simplificar  ainda mais, tendo em vista que esse item do regulamento ainda não foi bem digerido: Ganhando as duas partidas o time passa automaticamente, somando seis pontos; ganhando a primeira e empatando a outras duas,  o time também se classifica, somando cinco pontos e ganhando a primeira, empatando a segunda e vencendo a terceira, classificar-se-á igualmente mediante à soma de sete pontos.

 

Quanto ao jogo temos que alertar que será complicado porque o nosso rival não chegou às quartas de final por acaso e sim eliminando o Horizonte, com que travou duas partidas que saíram empatadas e a quem superou nas penalidades máximas. A própria trajetória do Horizonte valorizou o feito coral, tendo em vista que o time da cidade que lhe empresta o nome vinha de uma sequência de três vitórias consecutivas, a última das quais sobre o próprio Ferroviário por 1 x 0.

 

Desse modo devemos esperar um jogo muito equilibrado, até porque o Ferroviário, que já garantiu vaga na Série D, está sequioso para voltar ao cenário do futebol  nordestino e brasileiro, via Copa do Nordeste e Copa do Brasil, razão por que se configurará como um adversário dos mais perigosos. Para patentear o equilíbrio que se espera, basta quer se diga que na fase classificatória, a diferença em pontos do Fortaleza do Fortaleza para o seu antagonista de hoje foi apenas de 4 pontos.

 

Partindo dos números produzidos pelas duas equipes nas duas primeiras fases temos que o Fortaleza soma 23 pontos em 33 possíveis, apresentando um percentual de desempenho de 70%. Marcou 22 gols e sofreu 7, ostentando um saldo positivo de gols de 15.  O Ferroviário somou 15 pontos e 33 possíveis, apresentando um percentual de desempenho de 46%. Assinalou 14 gols e sofreu 10, apresentando um saldo positivo de 4 gols.

 

Evidentemente que os que se põem contra os dados estatísticos alegam que números na ganham jogo e sim bola na rede, até porque já vimos clubes colocados em oitavo lugar chegando a títulos, ou até mesmo a classificação para as divisões superiores. Sabemos disso, contudo os números indicam uma tendência e a produtividade das equipes em situações iguais, de modo que por esses números podemos inferir que o Fortaleza tem um leve favoritismo.

 

Nada que garanta que o time vai arrasar e passar por cima do Ferroviário, até porque  são dois clubes tradicionais do nosso futebol e que já decidiram, pelo menos,  nove campeonatos e por essa razão o Fortaleza precisa, mais do que nunca, do apoio da sua torcida para vencer mais essa difícil empreitada. Todos ao Castelão.

 

Por hoje c’est fini.

 

 

 

 

 

 

 

   

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.