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TRICOLORES: NÃO NOS DEIXEMOS INFLUENCIAR PELA "IMPRENSA CAMALEÃO"

11 Apr 2017

 

Não. Não somos do Observatório da Imprensa, mui bem dirigido e apresentado pelo laureado escritor Alberto Dines que, do alto dos seus 85 anos, continua lúcido como sempre e tecendo sempre críticas pertinentes à imprensa ruim, cujos comentários têm sempre o intuito de depurar esta instituição chamada Imprensa, denominada, pela sua importância, de “o quarto poder”. Assim como ele,  não podemos comungar com uma minoria de pseudo radialistas e jornalistas que costuma mandar a verdade às favas.

 

Não podemos aceitar, por não entendermos esse tipo de atitude, que vilipendia a dignidade, e que se trata, seguramente,  de um desvio de comportamento e que, por essa razão, sem prejuízo de outras, não a consideramos respeitável.

 

O nosso Português, chamado por Olavo Bilac, de “a última flor do Lácio inculta e bela”, assim descrita por ser a última língua originária do latim vulgar, por isso inculta, está sendo invadido por termos ingleses,  o anglicismo, a exemplo de um dos mais recentes o “fake”.

 

Fake é uma palavra inglesa que significa falso e que na imprensa se refere à notícias falsas. A esse respeito e se referindo à imprensa sensacionalista, essa que condenamos, e que enfatizamos que se trata apenas de uma minoria, para que as nossas palavras não sejam deturpadas, Paulo José Cunha, no site Observatório da Imprensa, traduz como “aquela que tem a mentira como matéria prima” e que, por extensão, e a observação é nossa,   não tem compromisso com a verdade.

 

Fizemos esse preâmbulo para dizer que esse tipo de imprensa e particularmente parte da mídia esportiva da nossa capital, que ratificamos como sendo uma minoria e que devota um ódio ao Fortaleza que extrapola o bom senso e à razão, plantou mentiras no dia de ontem a respeito do Tricolor, quando afirmava textualmente que havia uma crise no Pici, em razão de um grande atraso na folha de pagamento dos atletas, afirmando que alguns jogadores estavam ameaçando não entrar em campo no próximo jogo.

 

Visando trazer à verdade à tona, entrevistamos, ontem, no programa Fala Leão, na Rádio Metropolitana – AM 930, veiculado das 22 às 23 horas e tem apresentação minha e do Araújo Coração de Leão, reportagens de Rodrigues Andrade e participação de verônica Sousa, o Diretor Financeiro do Fortaleza, com o objetivo de esclarecer o assunto, embebendo-nos da notícia na fonte.

 

Antes de tudo,  e por ser oportuno, queremos frisar que o Gigliani Maia, que se encontra à frente da Diretoria Financeira do Fortaleza, é um homem muito sério e dedicado ao cargo, ao ponto de diariamente dar plantão no Fortaleza, para gerir as suas finanças, a começar pelo Projeto de Sócio Torcedor, antes administrado pela empresa O&A, que tem como sócios o Alisson Celedonio e o Olavo Diógenes, ambos conselheiros tricolores e que, a seu tempo, prestaram esse serviço ao clube.

 

O Gigliani esclareceu à torcida, que o Fortaleza está em dia com os seus compromissos com os jogadores e que esse tipo de notícia vindo desse segmento da imprensa, no nosso ponto de vista  repulsivo, não procede e que, tem por objetivo conturbar mais ainda o ambiente tricolor nesses momentos cruciantes da decisão.

 

Sobre essa questão indagamos à Nação Tricolor: Em quem devemos acreditar? Num diretor do Fortaleza, que tem compromisso com a torcida e com o sócio torcedor, ou num determinado segmento da imprensa, reconhecidamente inimiga do clube,  e que se aproveita de qualquer acontecimento,  até mesmo plantando “fakes”, com o objetivo maior de tumultuar o ambiente tricolor, por interesses que nem sempre ficam bem claros?

 

Obviamente que se tivermos um pouquinho de tirocínio, para o bem do clube, que enfrenta dificuldades, mas que irá superá-las, jamais daremos ouvidos a esse tipo de imprensa, que carrega a maldade na alma e que não tem coerência, assertiva que provamos a seguir, e sem a menor possibilidade de refutação: Vocês lembram que no final do ano passado, essa imprensa, e mais uma vez repito, apenas parte dela, fez campanha para que o Fortaleza não renovasse com nenhum jogador daquele elenco?

 

Infelizmente, boa parte da torcida se deixou levar e se influenciar pelas manobras maquiavélicas da imprensa inimiga, que hoje é o mesmo que critica o Fortaleza por ter adotado essa atitude. Ressalte-se que os candidatos, influenciados por um clima tenso de política partidária, esqueceram de se sentar ao redor de uma mesa e de discutirem o que seria melhor para o clube, de modo que os contratos venceram e o Jorge Mota, conforme declarou, por não ter o respaldo dos oposicionistas, não teve como fazer as renovações dos jogadores que interessavam.

 

Que esse tipo de campanha, jamais se repita no Fortaleza, até porque entendo e essa opinião é minha, que até nem pode ser a mesma dos demais membros do Conselho de Ética, entretanto acho que não são muito divergentes, e que para as próximas devemos estabelecer regras claras, embora a Comissão Eleitoral já tenha se preocupado com isso, especialmente com relação ás normas no dia do pleito, isto para que a nossa campanha não descambe para a politicagem comum.

 

O primeiro passo é diminuir o tempo, entre a inscrição das chapas e à eleição. O segundo é coibir a divulgação de promessas mirabolantes que não possam ser cumpridas.   Nesse caso as propostas têm que se limitar, mormente nos debates, a projetos inerentes ao Fortaleza. Por fim tem que se antecipar a data, para evitar que o clube venha a sofrer solução de continuidade. Lembro-me que o Baquit e o próprio Jorge Mota, receberam o Fortaleza, praticamente, sem um time para colocar em campo. Isso não pode continuar.

 

Por fim, fechando o assunto, a imprensa marrom está alardeando acerca da não marcação de uma penalidade, que teria acontecido num lance em que o Heitor e o Mota, começaram a se agarrar fora da área, e se falta tivesse sido marcada para qualquer dos lados seria, portanto, fora da grande área. Essa mesma imprensa, no entanto, não toca na cotovelada criminosa desferida pelo Mota no Everton. Somente a Grande Jogada mostrou,  e no pênalti cometido pelo Erandir, que deu uma de goleiro dentro da pequena área.

 

Quem tocou levemente no assunto, contrariando as imagens, defendeu que bola, para usar uma expressão cearense, pegou no “bucho”. Salientamos que na partida em que o Fortaleza foi derrotado, aconteceu a mesma coisa e com o mesmo jogador, donde se depreende que se tem um time prejudicado pela arbitragem, esse foi o Fortaleza.

 

Essa imprensa é tão incoerente,  e  avalia que não temos massa encefálica, que criticou por demais o árbitro e depois afirmou que a arbitragem não foi desastrosa, ao ponto de lhe atribuir uma nota sete, que consideramos boa. É por isso que a denominamos de “imprensa camaleão”, que muda de ideia conforme as conveniências.

 

Por hoje c’est fini.

 

 

 

 

 

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.