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O NOSSO REPÚDIO AO MAU PROFISSIONALISMO

12 Apr 2017

 

De modo algum perseguimos a quem quer que seja, ou nos pomos contra de forma intransigente e até insolente, a quem quer que seja, que milite na imprensa esportiva local, que tem todo o direito de expressar a sua opinião, porém de forma, coerente, ética e respeitosa, expressando, por conseguinte a verdade e sem exarar infâmias ou inverdades. Para os que atuam com retidão tiramos o chapéu, ao ponto que repudiamos aos que desonram os sagrados princípios da imprensa.

 

Vamos ser mais precisos e diretos: Nada temos, especialmente de cunho pessoal, contra os apresentadores do Trem Bala, que quando atua com bom senso, o que nem sempre acontece,  presta bons e relevantes serviços ao nosso futebol. Não podemos aceitar, no entanto que tripudiem o Fortaleza e que divulguem fatos inverídicos ou façam insinuem maldosas, que prejudiquem o Fortaleza, incluindo o seu staff diretivo e o seu quadro de profissionais.

 

A esse respeito reproduzimos parte do nosso comentário no Programa Fala Leão, que muito repercutiu, especialmente junto ao segmento da imprensa que comunga com a nossa forma de pensa e que nos hipotecou solidariedade, ante o nosso repúdio a esse tipo de atitude, que não se coaduna com a postura que se espera da boa imprensa e de profissionais comprometidos com a verdade.

 

Refutamos no programa,  a informação da imprensa marrom, que fez insinuações maldosas contra um profissional do Fortaleza, enlameando, de forma sutil e deliberada o seu nome, sem provas ou fatos que embasem esse tipo de atitude reprovável e antiprofissional. Vamos ao texto:

 

No programa Trem Bala do meio dia, no caso o de ontem, o Senhor Evaristo Nogueira, cognominado de Homem Mau, defendendo a tese de que o Ferroviário deveria solicitar árbitro de fora, afirmou ainda que o mesmo deveria  também pedir exame antidoping, opinião que respeitamos, por entendermos de cada um tem o direito inalienável de expressar os expressar os seus pontos de vista e de ter opinião formada sobre determinados assuntos, direito do qual estamos nos utilizando.

 

Não concordamos, no entanto, com a argumentação utilizada pelo comentarista para justificar o pedido de exames, por ser maldosa, leviana e enganosa e quiçá dolosa, quando afirmou textualmente e está gravado,  que “o Ferroviário deveria pedir antidoping, mesmo o Zé do Gol não indo para o jogo”.

 

O nosso repúdio a esse tipo de insinuação que atenta contra a honra do aludido jogador, acentuando que estaríamos também indignados   se a ofensa tivesse sido dirigida a qualquer outro profissional, independentemente de ser ou não do Fortaleza.

 

Ora, em que se respalda e em que fatos e provas concretas o Homem Mau se baseia para, de forma sutil e velada, repetimos,  afirmar que o Zé do Gol se utiliza do doping? No meu ponto de vista se trata de uma calúnia e uma infâmia, que se o ofendido assim pretendesse, poderia ingressar com um processo por danos morais, contra o caluniador, contra o programa e contra a própria emissora.  

 

Ver-se nesse episódio a demonstração cabal de  que ódio nutrido pelos apresentadores e comentarista do programa em questão contra o Fortaleza é tão grande que os leva a perder a compostura, a razão e o senso do que é correto e do que é ético e também a não se preocuparem em enlamear a honra alheia, a exemplo de ato ignóbil cometido contra o Zé Carlos.

 

Anteriormente já haviam feito a mesma coisa com o Jorge Mota, quando numa entrevista à época da eleição um dos comentarista indagou, com o mesmo veneno na alma: “Jorge Mota e se você perder a eleição vai viver de que, já que vive à custa do Fortaleza”? Pergunto: Em que fatos reais o autor dessa pergunta, que além de um insulto é uma infâmia,  se baseia para fazer esse tipo de calúnia?

 

Fatos dessa natureza  só acontecem em razão da impunidade. Se os profissionais do citado programa,  o programa e a própria emissora já tivessem sido processados, a partir do momento em que fossem punidos e a sanção começasse  a doer no bolso, passariam a respeitar mais o Fortaleza,  dirigentes, jogadores, treinadores e   torcida. Um dia isso acontecerá.

 

 

 

 

Por hoje c’est fini.

 

 

 

  

   

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.