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EU ACREDITO! A HORA É AGORA!

19 Apr 2017

 

O Fortaleza terá um jogo importante pela frente e como de costume os inimigos começam a se manifestar de todos os lados. O clube, por sua diretoria está diante de um fogo cruzado em que a artilharia vem de todas as direções. Para não fugir à regra aquele jornal,  que nesses momentos sempre apresenta matérias com o intuito de tumultuar o ambiente tricolor, publicou uma entrevista com o empresário do jogador Cássio Ortega, o qual declara que o salário do jogador estaria em atraso.

 

O repórter do sistema Vedes Mares, por outro lado,  explorou o assunto, que foi objeto de uma saraivada de críticas por parte de vários profissionais da imprensa, que adota esse tipo de postura por motivações diversas, inclusive e, principalmente, por questões pecuniárias. Nesse bojo cabe e tem gente de todos os lados, credos e paixões clubísticas  achacando o staff diretivo tricolor.

 

A esse respeito queremos deixar bem claro que não temos contrato e nem procuração para defender a diretoria executiva do Fortaleza, com quem mantemos pouco contato, tanto é que, em pouco mais de dois anos, estivemos com o Jorge Mota, apenas casualmente, ou de relance, em tão somente duas ou três oportunidades. Evidentemente que temos todo o pareço pela diretoria tricolor, posição que sempre mantivemos com as anteriores.

 

Estivemos também reunidos com diretores, em  apenas e tão somente um encontro, em que compareceram  apresentadores de programas e setoristas tricolores, em cuja reunião foram debatidos assuntos atinentes à classe, encontro que culminou com um jantar e que foi coordenado pelo presidente da APCDEC, Alano Maia. Ressaltamos que antes haviam acontecido outros encontros para os quais não fomos convidados.

 

Isto posto, reafirmamos a nossa posição inabalável de nos mantemos firmes ao princípio,  que defendemos desde o primeiro programa Fala Leão, há três anos e desde à primeira edição desta coluna, que remonta há mais de dez anos, de apoiar o Fortaleza e as suas diretorias, as quais criticamos, quando necessário, mas sempre dentro da ética e do respeito, até porque todo aquele que se dispõe a deixar os seus afazeres particulares para servir, de forma desinteressada ao nosso clube, merece todo o nosso apreço.

 

Acentuamos, por uma questão de justiça, que o programa Fala Leão teve a sua primeira edição, ou audição,  quando  o Osmar Baquit ainda era o presidente, tendo como vice o Daniel Frota, que nada conquistaram, mas que deram o pontapé inicial para reorganizar e recuperar o Fortaleza, razão por que nutrimos pelos dois o maior apreço.

 

Por mantermos essa posição, de independência, vez que propagamos o nome do Fortaleza e diariamente divulgamos os seus produtos e os seus órgãos e departamentos, sem preocupações com o reembolso financeiro, e por defendermos a união entre todos as correntes tricolores, e não adianta dizer que não existe, pois em todos os segmentos da sociedade elas pontificam, pois se assim não fosse não existiriam movimentos ideológicos,  somos criticados,  em razão desse posicionamento do qual não nos afastaremos um milímetro.

 

Voltando ao caso do Caso Ortega, enfatizamos que não concordamos com a postura do seu empresário, que deferia tentar resolver os assuntos com a diretoria, ao invés de se utilizar de chantagem emocional, através da imprensa, num dos momentos mais delicados da vida do Fortaleza. Tenho certeza que essa sua atitude antiética, que não dignifica a sua profissão, por sinal muito criticada,  não contribuirá com a sua carreira, pois temos a certeza de que os clubes passarão a olhá-lo com reservas e desconfiança. Acho que ele deu um tiro no pé.

 

Não vou aqui denegrir a imagem do Cássio Ortega. Quero apenas enfatizar que o jogador, atuou apenas por alguns minutos em duas partidas, acho que não mais,  e depois se contundiu, deixando o Fortaleza sem poder contar com o seu concurso em uma posição que o time é por demais carente. Pode ser um bom jogador, mas não demonstrou isso, até porque a sua contumácia no Departamento Médico não permitiu.

 

Quanto ao jogo,  o Fortaleza vai vencer e se classificar, por uma questão lógica: Tem mais time e mais torcida do que o Ferroviário, além de uma inquestionável e inquebrantável tradição, de modo que essa ideia que a imprensa contrária tenta vender e nos passar de goela abaixo de  que o Ferroviário já é o finalista, não prosperará e tem o objetivo único de nos enfraquecer e de conturbar o ambiente tricolor.

 

Não devemos nos deixar levar por essa onda malévola. O Fortaleza, pela sua história, inclusive recente, tem demonstrado uma incrível capacidade de superação sendo, praticamente,  o clube das causas impossíveis e mais uma vez demonstrará isso, nesse dia de São Expedito. Acreditemos no Fortaleza, pois o impossível só existe até o momento em que alguém vai lá e faz e mostra que era possível.

 

Tem que ter, no entanto o apoio da torcida tricolor, que deve esquecer os problemas existentes, mormente com relação à contratações e apoiar o time durante os noventas minutos e as consequentes penalidades máximas. Problemas existem, mas a solução pode ser adiada por alguns momentos e dias, porque o foco agora é a vitória, a classificação e o Tricampeonato.

 

Esqueçamos a  Série C nesse instante, porque essa competição faz parte de outro degrau de patamar, que deve ser galgado no momento oportuno. Eu acredito, nós acreditamos, porque o Fortaleza, com o apoio inestimável dessa torcida costuma ser imbatível. Todos ao Castelão,  em busca da vitória, que será de todos nós. Daqui a pouco mostraremos a nossa força.

 

Por hoje c’est fini.  

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.