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MUDANÇAS À VISTA NO FUTEBOL

 Sérgio Papellin - Contratação ainda não confirmada oficialmente

 

Muitas especulações no Fortaleza e desta feita, escutei inclusive a sonora da entrevista do Aluízio Lima com o Sérgio Papellin, que confirmou que está vindo para gerenciar o futebol do Tricolor. O homem Papellin conheço pouco, contudo, baseado nos nossos pouquíssimos contatos, provavelmente não mais do que dois, quando muito três,  sai com a nítida impressão de tratar-se de um gentleman, uma pessoa muito educada e de fino trato, o que é raríssimo nos dias de hoje, especialmente no futebol.

 

Quanto ao profissional venho acompanhando a sua trajetória vitoriosa e tenho a expectativa de que possa trazer toda essa sua experiência para o Tricolor de Aço, que nessa repaginação, necessita de profissionais competentes, em cada setor, para que o seu planejamento por ser levado a bom termo. Nesse ponto conjetura-se que o Papellin possa nos trazer uma excelente contribuição, particularmente no que tange a montar bons times com orçamentos apertados. Tudo faz crer que nesse ponto tenha se doutorado.

 

Confesso que não acompanhei mais amiúde e mais de perto o seu trabalho no Fortaleza, morava na Paraíba.  Parece-me que tem uma conquista de título, não sei se mais de um e não sei se atuava no Fortaleza no malfadado ano de 2009, quando o clube caiu para a Série C. Isso tudo não importa, o que importa é que venha para nos ajudar e que toda a sua vivência no futebol possa ser utilizada em benefício do Tricolor, pois esse é o momento de juntarmos pedras e deixarmos o caminho menos tortuoso e livre de obstáculos. Oxalá seja possível.

 

O Bonamigo, pelo que se noticia vai fazer alteração na zaga, sacando o Heitor e colocando no seu lugar o Rodrigo Mancha, que já vinha fazendo o trabalho de proteção à zaga e que agora funcionará como zagueiro central, como o homem da sobra, que tem que ter velocidade para fazer as coberturas, quando o ataque contrário conseguir ultrapassar o volante e o lateral. A justificativa é que o jogador já atuou nessa posição sob o comando do treinador. Uma alteração ousada diante de um jogo importante.

 

Quanto ao resto do time não temos muitas novidades, especialmente alvissareiras, isto porque o Lúcio Flávio, nosso único atacante de ofício ainda está no Departamento Médico, de modo que corremos o risco de enfrentar o Remo sem um atacante de referência. Como estamos apenas na segunda-feira, vamos esperar que o atleta se recupere, pois a premissa é de que tenhamos um sistema ofensivo, praticamente formado por meias.

 

Ao que parece vai ter alteração na lateral esquerda, entrando o Gaston Filgueiras, que estava no ostracismo, exatamente por não vir convencendo, quanto esteve titular. Dizem que determinados treinadores recuperam jogadores, vamos esperar.

 

Outro jogador que pode receber mais uma chance é o Juninho Potiguar e o ideal é que seja fora de casa, pois o jogador, não soube aproveitar e nem correspondeu às expectativas da torcida e do próprio treinador, nas muitas oportunidades que teve e que foi tido e reputado como um jogador a menos. No meu ponto de vista, embora eu queira estar errado, é mais fácil o Gaston recuperar a posição do que o Juninho, que sempre que entrou em campo deixou a impressão de que desaprendeu ofício.

 

De repente pode render com o Bonamigo o que não foi capaz de produzir com os outros treinadores. O certo é que se o jogador receber mais uma chance tem que aproveitá-la com unhas e dentes, pois a torcida tricolor que vê-lo pelas costas, e não se trata apenas de uma antipatia injusta, mas se prende e tem origem no fato de  que o atleta sempre que entrou em campo tem se mostrado completamente perdido.

 

Pecou em todos os fundamentos e até num simples domínio de bola e não é marcação, pois até torço para que ele se encontre, mas as suas atuações me permitem ser um pouco descrente. Tomara que consiga se motivar. O salário de R$. 35.000,00, no meu ponto de vista acima dos padrões tricolores e incompatível, em se considerando que nada rendeu, deveria sem um bom fator de motivação. Até agora não foi.

 

Não somos contra em absoluto que o Fortaleza contrate jogadores com salários mais elevados, até porque o Barcelona tem, O Real Madrid tem, o Flamengo e o Palmeiras têm e assim por diante. O que não pode acontecer é que um jogador receba um salário alto e não produza, não faça jus ao que ganha e nesse ponto o clube, de certa forma, está sendo lesado. No meu modesto ponto de vista o Tricolor deveria ter, pelo menos,  dois jogadores diferenciados, que fossem capazes de liderar o clube e de infundir confiança na torcida.   

 

Por hoje c’est fini.

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.