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BONAMIGO COMEÇA A TER O TIME NA MÃO

 

Após o evento da chegada do Bonamigo o Fortaleza vem crescendo a passos largos, sendo visível a olho nu a sua evolução tática e técnica, contudo,  o progresso que reputamos como mais importante diz respeito à evolução do elenco que,  nos passa a impressão de ter recebido um dose extra de confiança, tamanha a sua luta e a sua entrega dentro de campo.

 

Não sei de onde veio tanta motivação, o certo é que os jogadores à cada partida estão se matando em campo e, ao que tudo indica, pelo senso de conjunto que vem apresentando, a luta não é apenas de alguns jogadores, mas de todo o plantel.

 

Contra o Salgueiro, nos momentos de maiores dificuldades presenciamos uma equipe  solidária e comprometida com os objetivos propostos, em que todos os jogadores se desdobraram e deram o máximo de si. A sensação e a idéia que temos é a de que está havendo entre eles um pacto de mosqueteiros: Um por todos e todos por um.

 

Quando defendemos a premissa de que o Bonamigo está sabendo motivar a equipe e tirando o máximo de cada jogador, citamos dois exemplos para embasar a nossa tese: O Ligger e o William Schuster. Ambos representam a evolução técnica do elenco.

 

O primeiro andou falhando e perdendo a confiança da torcida, mas nessas partidas em que vem atuando como titular tem mostrado mais segurança, não vem comprometendo e tem feito boas apresentações, numa prova de que está num processo de recuperação e de restauração da confiança e si próprio, que parecia perdida. Nessa mesmas circunstâncias lembramos, no ano passado,  o Edimar, que no inicio esteve claudicante para depois se firmar como titular absoluto.

 

O segundo, o William Schuster teve algumas chances como titular, mas não mostrou predicados que o credenciasse à titularidade, passando a fazer parte da lista da torcida, como descartável. Tem entrado em todas as partidas e, com um novo posicionamento tático, praticamente como um terceiro volante que joga mais adiantado e mais próximo do gol, posição em que tem se sobressaído.

 

Não vamos dizer, de repente e sem mais nem menos,  que o Schuster já é um jogador imprescindível, entretanto, já começa a demarcar o seu espaço. Lembramos, por oportuno, o Juliano, que ao chegar ao Tricolor teve dificuldades para se firmar e depois entrou na equipe para não mais sair sendo, atualmente,  um nome desejado e constantemente lembrado pela torcida.

 

Todos no Fortaleza sabem, especialmente o Marcelo Paz, da minha admiração pelo trabalho do Bonamigo, não apenas por essas três partidas, mas, e sobretudo, pelo conjunto da obra e de modo especial pelo que produziu em 2007, peça sua avidez pelo trabalho e pelo seu comprometimento com os objetivos do clube.

 

O Bonamigo, a quem não conheço pessoalmente, o que me confere mais autoridade para falar,  é um treinador muito laborioso, que faz o grupo trabalhar de forma incessante e que tem sensibilidade e discernimento para descobrir as virtudes, por vezes desconhecidas, dos seus jogadores. Um exemplo é o Mancha que, enquanto zagueiro, vem dando conta do recado.

 

Evidentemente que “todos os princípios são flores” e, além do mais o Bonamigo ainda está numa espécie de “lua de mel” com o Fortaleza, contudo, estou entre aqueles que acreditam na sua capacidade e inteligência e que defendem a premissa que o nosso treinador, com um elenco um pouco mais qualificado, irá para as cabeças, ou em outras palavras para a reta de chegada, cruzando com  o pescoço à frente.

 

Após três rodadas fizemos um balanço do Grupo A, uma espécie de diagnóstico em que temos os seguintes destaques:

Clubes com mais vitórias: CSA – Fortaleza,  Sampaio Corrêa e Confiança: 2 vitórias. Clubes com menos vitórias: Cuiabá, ainda não ganhou de ninguém. Clubes com mais empates: Cuiabá- 2. Clubes com mais derrotas: Moto – Salgueiro e ASA:  2. Melhores  ataques: CSA – 5 gols. Piores ataques: ASA, apenas 1 gol. Melhores defesas: Botafogo (PB), apenas um 1 gol sofrido. Piores Defesas: Confiança: 6 gols sofrido.

 

O artilheiro do Grupo A é o jogador Tito, do CSA, que como vimos tem o ataque mais positivo. Marcou 3 gols, dividindo a artilharia com o jogador Max, do Tombense, do Grupo B, que também balançou as redes em três oportunidades.

 

O Fortaleza, que tem apenas o quinto melhor ataque do grupo, com 3 gols assinalados, tem a sua artilharia bastante diversificada e dividida, haja vista que Everton, Hiago e Pablo, cada um marcou um gol. A tendência natural é que agora, com o time mais entrosado e com o meio de campo mais produtivo, a capacidade ofensiva do Tricolor venha a melhorar.

 

Quem tem chutado muito e forte, principalmente de média distancia, é o Adenilson, cujas estocadas sempre levam muito perigo para a meta adversária. Marcar o primeiro gol e de fora da área com a camisa tricolor, na nossa avaliação, será apenas uma questão de tempo. Ficamos na torcida para que obtenha êxito contra a equipe do ASA.

 

Por hoje c’est fini.

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.