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QUEM SEMEIA VENTO COLHE TEMPESTADES

9 Jun 2017

 ADALBERTO E EDIMAR - PODE SER A NOVA DUPLA DE ÁREA

 

Quem semeia vento colhe tempestade e quem semeia injustiça colherá a desgraça (Prov. 22:8). O TJD-F(CE) parece não ter entendido ainda, ou não ter tido o discernimento necessário, que lhe permita entender que essa sua perseguição constante e desenfreada ao Fortaleza, poderá ter como consequência a intolerância, até porque uma lei da Física nos diz que “a cada ação corresponde uma reação”.

 

E essa já é a segunda tentativa em dois anos em que os doutos julgadores e auditores do citado órgão e daquela que deveria ser uma excelsa corte, tenta riscar o Fortaleza do mapa. Na primeira, em 2015,  tentaram reabrir um processo que já havia transitado em julgado há cerca de quinze anos e agora procuram, de forma absurda, aplicar uma suspensão ao Tricolor, verdadeira aberração, com base num artigo que trata das infrações cometidas por pessoas físicas e não por uma entidade de prática de futebol.

 

Graças aos deuses do futebol,  na segunda instância foi absolvido. Será que o doutor Procurador, sempre cioso das suas obrigações, evidentemente que quando se trará do Fortaleza irá recorrer? Se isso acontecer fica mais do que provado que está querendo briga e que de fato persegue o o nosso amado clube.

 

O TJD-F (CE) tem que se conscientizar, no entanto,  que está pisando num campo minado e que,  “quem brinca com fogo corre o risco de sair tosquiado”. Isso não é uma predição ou um vaticínio, mas apenas um alerta, posto que temos uma torcida composta por cerca de 3.000.000 de pessoas e nem todas pensam de modo semelhante. A mente humana é um terreno que ninguém pisa.

 

Ora! Vamos supor que os doutos procuradores e doutores da lei, e essa frase me lembra as escrituras e a condenação do de Cristo, consumada também por doutores, fossem imparciais?

 

O Ceará também deveria ser denunciado em razão da sua torcida, similarmente ao que fez a do Fortaleza, que mudou de setor para fugir do sol causticante, por uma passagem que já se encontrava aberta, por ter cometido a mesma infração, sujeitando-se, pois às mesmas penas.

 

No caso da torcida do nosso rival, todavia, os doutores da lei argumentam que a competição,  em que as normas foram contrariadas tinha a chancela da CBF. E daí? Os TJD-Fs não são os representantes do STJD?  E por que o zeloso procurador não denunciou o Ceará ao STJD?

 

Que fique bem claro que nada temos a ver com os casos envolvendo o nosso rival, que está sendo citado por e tão somente,  não concordamos com essa atitude do TJD-F de usar de dois pesos e duas medidas, pois “o pau que bate em Chico é o mesmo que deveria bater em Francisco”.

 

Causa-nos espécie e admiração o fato ainda de que o Ferroviário, que era o mandante, ter autorizado a abrir o estádio,  sem que lá estivessem os seguranças, mas mesmo assim a sua pena foi menor e não foi pedida a sua suspensão. Caso parecido com aquele  da invasão pacífica de campo pela torcida tricolor, após a conquista do título de 2015, em que a torcida do nosso rival quebrou cadeiras e as arremessou  no gramado, mas foi o Fortaleza, quem teve a pena maior.

 

Uma coisa não entendo: Como é que podemos pregar e lutar pela paz e a harmonia entre torcidas e entre clubes do futebol cearense, se o TJD-F é o primeiro a fomentar a guerra e a discórdia, ao agir de acordo com o proselitismo de cada um dos seus membros?

 

A tendência é que sempre venhamos a ter a paz dos vulcões, que aparentemente se encontram adormecidos, mas de repente entram em erupção trazendo a desgraça em forma de enxofre. Esse tipo de paz, não constrói e não nos interessa.  Somos apologistas de uma paz duradora, que tenha como alicerces a justiça e a igualdade de direitos.

 

O Fortaleza anuncia o retorno do Adalberto, um zagueiro que já esteve conosco durante duas temporadas e que exerce uma grande empatia junto à torcida, em função da sua raça e da sua entrega em campo. Não é um jogador clássico, contudo tem o domínio de bola suficiente para credenciá-lo a sair jogando, uma de suas características mais fortes.

 

Tem como agravante o fato de ter atuado apenas durante três partidas, pelo Náutico, no ano em curso e como atenuante o  perfil de  um jogador que se cuida e que tem elevado senso de profissionalismo, tanto é que  declarou que,  numa semana,  estará à disposição do treinador. A torcida acredita muito no seu potencial.

 

Por hoje c’est fini.

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.