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90 ANOS DA GOLEADA ACACHAPANTE DO FORTALEZA SOBRE O CEARÁ

18 Jul 2017

 

Ontem foi uma data importante para a Nação Tricolor, tendo em vista que se comemorou o aniversário de noventa anos da maior goleada aplicada pelo Fortaleza, em todos os tempos e também a maior goleada do Clássico-Rei”, sobre o seu maior rival, o Ceará,  ocorrida em 17 de julho de 1927, pelas disputas do Campeonato Cearense daquele ano.

 

O Fortaleza goleou o rival impiedosamente com tentos marcados por  Hildebrando (3), Pirão (2), Xixico, Humberto Ribeiro e Juracy. O Tricolor formou com Rolinha, Moacir e Correia; Hildebrando, Zezé e Calixto; Xixico, Roque, Humberto Ribeiro, Juracy e Pirão. Feito este que merece, indubitavelmente,  uma placa comemorativa e de ouro,  no futuro museu tricolor. Parabéns Fortaleza por essa goelada histórica e acachapante.

 

Voltamos à atualidade para  expressar, similarmente ao que fizemos no Programa Fala Leão,  a nossa indignação, a nossa estupefação e o nosso repúdio aos atos vis, perpetrados por transgressores,  disfarçados de torcedores,   contra profissionais e  pessoas de bem, os quais desonraram o manto sagrado e aquelas camisas tricolores e atentaram contra a reputação do Fortaleza, sempre ilibada e irreparável, nesses seus quase cem anos de história.

 

Em nome do Programa Fala Leão, solidarizamo-nos com o Fortaleza Esporte Clube e com as pessoas e os atletas atingidos e alcançados por esses atos belicosos,   de truculência e intolerância, contrários às leis morais e sociais e, sobretudo,  contrários à Paz,  que deve grassar e reinar no seio dos homens de bem, que formam a maioria absoluta da Nação Tricolor e que não podem ser confundidos e representados por uma meia dúzia de contraventores.

 

Com certeza esses atos criminosos não foram cometidos por pessoas que representam a grande Nação Tricolor, que está chateada e decepcionada com os últimos resultados,  como todos nós,  contudo, ordeira e pacífica como tem sido ao longo da história, espera serena e calmamente que os dirigentes tricolores e a comissão técnica  sejam capazes de sanar e debelar as dificuldades,  sem que seja preciso apelar para a agressão, que que é uma prática do homem da idade da pedra lascada.

 

A nossa dúvida, isto sem querer fazer insinuações maldosas, ou fomentar a desconfiança é se estamos diante de um ato isolado, perpetrado por pessoas desprovidas de caráter e de bons preceitos morais, ou se por trás deles existe uma outra e inconfessável motivação, isto porque a política mesquinha e abominável, exportada por Brasília,  está se infiltrando em todos os segmentos da nossa sociedade. Oxalá não seja isso.

 

Queremos expressar a nossa posição firme com relação a esses fatos abomináveis e condenáveis, tanto como apresentadores de um programa direcionado à torcida tricolor, quanto como escrevinhador dessas mal traçadas linhas, assim como  na condição de membros do Conselho de Ética, visto que, investidos dessas funções,  defendemos um Código de Ética que venha cumprir o seu papel, quando o Fortaleza for atacado na sua moral e na sua honra, tanto interna como externamente, pois pelo que vimos os atentados à Ética extrapolam fronteiras.

 

Não podemos calar diante desses enormes prejuízos morais e financeiros que vêm sendo arcados pelo Fortaleza, nos últimos anos,  como perdas de mando de campo, etc., evidentemente que não advindos da verdadeira torcida tricolor, que sempre  honrou e dignificou a nossa camisa, mas originados por indivíduos travestidos de tricolores que, impunemente,  continuarão disseminando o mal e para tanto usando indevidamente o nome do Fortaleza e da sua torcida.

 

Fiquem certos que sobre os que praticaram essas desordens e essas agressões contra os jogadores tricolores,  de forma covarde pois agiram em bando,  podemos afirmar, sem medo de errar,    que não são e nem representam o Fortaleza e nem à sua torcida. O Fortaleza e a sua torcida são leiais, ordeiros e disseminadores da paz.  O verdadeiro Fortaleza acredita piamente e para tanto trabalha, que deve haver sempre a Paz, a Concórdia e a Harmonia entre os homens de bem, pois Cristo nos ensinou que “os mansos herdarão a Terra”.

 

Existem um questionamento que as pessoas que cometeram esses atos abomináveis não podem ser identificados como de determinadas facções, porque estavam sem camisa.  Não sabemos se pertencentes a algum movimento, no entanto perguntamos:  Esses indivíduos entraram no Estádio sem camisa? Se não entraram, porque tiraram a camisa? Tiraram a camisa exatamente para que não houvesse a devida identificação, agindo assim de forma premeditada.

 

Confiamos que esses elementos possam ser identificados, até porque disso depende, inclusive,  a redenção e a restauração da reputação das torcidas organizadas, que nesse episódio saiu arranhada, pois mesmo que os elementos estivessem descamisados,  especulam-se nas redes sociais e em alguns grupos do WhatsApp que,  possivelmente, se tratavam de componentes seus. É necessário que seja esclarecido para que, se for o caso, seja declarada a inculpabilidade das mesmas.  

 

Por hoje c’est fini

 

 

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.