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SÉRIE C - GRUPO A - RODADA MUITO DISPUTADA

 

O Fortaleza com algumas dificuldades venceu o Salgueiro por 1 x 0, conquistando um excelente resultado, que o manteve na segunda colocação do grupo e a 6 pontos do Cuiabá,  o quinto colocado. O time não jogou bem, contudo, o importante foi a vitória, tendo em vista que é preferível jogar feio e vencer do que jogar bonito e vir a perder ou a empatar. Nessas horas prevalece o ditado popular que nos ensina que “gaiola bonita não dá comida a canário”.

 

Temos a convicção plena de que o Tricolor de Aço sofreu muitíssimo para vencer o Salgueiro, passando por muitos apertos, mas nesse caso cabe a pergunta: E quem foi que venceu com facilidade nesta rodada?  Ninguém, pois até mesmo o Sampaio, que se defrontou com o então  vice-lanterna, só conseguiu fazer 1 x 0, aos 12 minutos do segundo tempo e, ainda por cima, esteve preste a ceder o empate, numa partida das mais disputadas.

 

O CSA, o time de melhor campanha na Série C, recebeu o Botafogo, que vinha de quatro derrotas e passou por inúmeros contratempos para vencer a partida. Aos 43 minutos do 1º tempo a sua zaga falhou e o Botafogo marcou 1 x 0. O CSA só viria a empatar aos 10 minutos do segundo tempo e virar o jogo aos 32, mas o time paraibano pressionou muito na busca do tento de empate.

 

Nos jogos de ontem, que complementaram a rodada, numa partida que interessava mais amiúde o andar de baixo, o Moto vencia o Confiança fora de casa até os 46 minutos do segundo tempo, quando aconteceu o empate através do centroavante Frontini. Para que tenhamos um ideia do equilíbrio e da igualdade da disputa, aos 49 minutos do segundo tempo o Moto colocou uma bola na trave.

 

Na outra partida de ontem à noite, envolvendo o Cuiabá, que em casa recebeu o Remo, mais um jogo muito disputado, em que prevaleceu o empate por 0 x 0, com o Cuiabá, num fato dantes nunca visto, chegou ao nono empate em 12 jogos, ou a 75% em doze resultados possíveis.  Todos esses dados nos mostram um campeonato em que predomina a igualdade de forças.

 

Falamos do Fortaleza para dizer que a equipe começou o jogo dando a impressão de que construiria uma vitória avassaladora, pois foi logo marcando a um minuto e meio, numa cobrança de falta do Adenilson pela direita e na disputa de cabeça entre a defesa salgueirense e o ataque tricolor, a bola sobrou limpa para o Lúcio Flávio, que emendou de primeira, e sem chances para o goleiro.

 

Após o jogo o Fortaleza continuou dominando, mas criando poucas chances de gols, apenas duas no primeiro tempo, desperdiçadas pelo Pablo e pelo Everton. No segundo tempo criou outras três, que também não foram aproveitadas, uma com o Lúcio Flávio que, praticamente na pequena área chutou nas alturas, outra com o Everton, que chutou para fora e mais uma com o Paulo Sérgio, que cabeceou por cima.

 

O Salgueiro, por sua vez teve duas chances claríssimas para marcar, dentro da sua estratégia de atuar em cima dos erros do Tricolor. Uma no primeiro tempo, pelo lado esquerda, numa falha conjunto do Felipe e do Wellington Reis que ficaram olhando o atacante penetrar sozinho em diagonal e por muito pouco não sai o gol, graças a uma defesa arrojada do Boeck, que defendeu parcialmente, a bola se chocou com o  atacante e ganhou a linha de fundo, passando rente à trave.

 

No segundo tempo surgiu a outra chnace, num descuido do Ligger e numa falha clamorosa do Rodrigo Mancha, que perdeu o tempo da bola, ensejando que o atacante penetrasse sozinho pelo lado esquerdo da área e,  na saída do Boeck, que fechou bem o ângulo,  chutou a pelota violentamente no pé da trave.

 

O Fortaleza no cômputo geral dominou as ações, mas cometeu alguns pecados, primeiro no meio de campo aonde os seus jogadores, especialmente o Pablo, erraram muitos passes, principalmente no primeiro tempo. Os laterais, por sua vez não apoiaram durante todo o primeiro tempo e o Paulo Sérgio, no jogo deste sábado não se encontrou em campo.

 

Os destaques do Fortaleza foram o Lúcio Flávio, que mesmo com problemas no ombro demonstrou muita raça e o Adenilson que, jogando com um pouco mais de liberdade, fez a sua melhor partida pelo Tricolor.

 

Pela segunda vez na competição o Fortaleza fica com um jogador a menos, vez que o Wellington Reis foi expulso, após receber o segundo cartão amarelo, aos 34 minutos do segundo tempo, deixando sobrecarregado o sistema defensivo, que passou por sufoco nos últimos minutos da partida.

 

Não gostei do árbitro, amarelou muito os jogadores tricolores e a segunda falta do Wellington Reis, no meu entendimento,  falta própria do jogo,  não era para cartão. Disciplinarmente foi mais rigoroso para com o Fortaleza.

 

Por hoje c’est fini.

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.