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SÉRIE C - ANÁLISE APÓS À DÉCIMA SEGUNDA RODADA

 

Após a décima segunda rodada vamos aos destaques da Série C, numa das edições de grande igualdade e equivalência técnica, observada até   mesmo nos confrontos que envolvem times do G-4 contra equipes do Z-4, provando que a competição está muito nivelada.

 

Nessa etapa, por exemplo, o Sampaio Corrêa, o terceiro do G-4  viu “urso de gole” para vencer o ASA, o lanterna do Grupo A e o Remo, o quarto do citado grupo, empatou com o sétimo, o Cuiabá, às duras penas. As tendências ou propensões, no entanto, pouco mudaram na rodada.

 

O CSA manteve a hegemonia nos dois grupos, com 23 pontos conquistados, em 36 possíveis, que lhes conferem um percentual de desempenho de 63,9%. O clube alagoano continua com a  situação da rodada anterior  inalterada.   No reverso da moeda o Mogi Mirim, no Grupo B, com apenas 10 pontos conquistados em 36 possíveis, se configura como a equipe com menor aproveitamento, vez que apresenta um percentual de produtividade de somente 27,8.

 

Nesse quesito, similarmente ao que ocorria nas rodadas anteriores  o Fortaleza, no Grupo A e o Botafogo (SP), no Grupo B, continuam na cola do CSA, ambos com 21 pontos, sendo que o time paulista é o primeiro do seu grupo, enquanto o Fortaleza é o segundo do Grupo A. Ambos apresentam um percentual de eficiência de  58,3%.

 

CSA e Fortaleza são as equipes que conquistaram mais vitorias, 6. Nessas vitórias dos dois clubes têm em comum o fato de terem amealhado 4 triunfos em casa e 2 fora de casa. São muitos os clubes que compõem o item “menos vitórias”: Cuiabá, Confiança, ASA, Bragantino e Mogi Mirim, todos com apenas 2 triunfos.

 

O Cuiabá continua disparado como a equipe que acumula mais empates, no total são 9, mas mesmo assim, graças a 2 triunfos, nessa rodada manteve a quinta posição, com 15 pontos conquistados. Com menos empates temos as equipes do Grupo A,   Salgueiro e Botafogo da Paraíba, com apenas 2.

 

As equipes que sofreram mais derrotas na competição são:  Salgueiro, Botafogo (PB), Moto Club (MA), Macaé (RJ) e Mogi Mirim (SP), que foram batidas em 6 oportunidades. CSA (AL) e Botafogo de São Paulo, com apenas 1 revés, foram as equipes que menos perderam, derrota que,  em 12 prováveis,  representa um percentual invejável de apenas 8,33%.

 

As equipes de maior poderio ofensivo são Fortaleza e Botafogo de São Paulo, com 16 gols assinalados, que correspondem a índice de 1,33 gols por partida, indicador mantido da rodada anterior. O ASA, próximo adversário do Fortaleza, tem o ataque menos positivo, com 7 gols assinalados, que constituem um índice de 0,58 gols por partida.

 

O Confiança tem a defesa mais vazada, com 19 gols, apresentando um índice de 1,58 gols por partida,  A defesa menos vazada é a do CSA, com apenas 7 gols sofridos, que equivalem a um índice de 0,58 gols por jogo. Apenas para traçar um paralelo, a defesa do Fortaleza que estava nas rodadas anteriores entre as terceiras melhores, agora está entre as segundas, ao lado do Botafogo de São Paulo, com 8 gols sofridos e um índice de 0,66 por embate.

 

Fortaleza e Botafogo de São Paulo se apresentam como as agremiações com melhor saldo de gols, 8 tentos. Nota-se que somente o saldo de gols dos dois clubes é superior à toda a produtividade ofensiva do ASA que, conforme vimos, assinalou somente 7 gols. O pior saldo de gols é o do Macaé, que apresenta um déficit de 9 tentos.

 

Os principais artilheiros da competição são André Luís, do Ypiranga (RS), com 6 gols; Acrízio - Botafogo (PB), Edno – Botafogo (SP), Leandro – ASA (AL), Max – Tombense (MG) e Grampola – Joinville (SC, todos com 5 gols. O artilheiro do Fortaleza e o Lúcio Flávio, com 4 gols assinalados, seguido de Bruno Melo, com 3.

 

Por hoje c’est fini.

 

  

 

 

 

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.