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O FORTALEZA TEM QUE ESQUECER A VANTAGEM E PROPOR O JOGO, PORÉM COM CAUTELA

20 Sep 2017

 

 

O Fortaleza teve a oportunidade de matar o jogo e de aplicar uma grande goleada no Tupi, mas infelizmente os seus jogadores da linha de frente não estão correspondendo, tanto é que o Hiago perdeu duas oportunidades claríssimas para ampliar o marcador e o Lúcio Flávio, pelo menos uma, só nessas três jogadas contabilizamos três gols perdidos.

 

É inquestionável que a vantagem de 2 x 0 é excelente, contudo, isso tem dado margem para que a imprensa juiz-forana apregoe que esse é um resultado relativamente fácil de ser revertido e, intuindo convencer o torcedor, argumenta que o Fortaleza é um time comum, que ganhou do Tupi, não por méritos próprios, mas por pressão da torcida.

 

Para que tenhamos uma ideia basta que se diga que até os cartões apresentados aos jogadores do Tupi, e olhem que o árbitro foi econômico, a imprensa está atribuindo à pressão da torcida, passando a ideia de que os jogadores agraciados com os cartões amarelos foram injustiçados, vez que os mesmos foram aplicados de forma imerecida.

 

Argumentam que o Fortaleza não é um timaço e por isso o resultado está em aberto, até porque o Tupi pode render mais, principalmente se puser em prática as suas jogadas fortes, representadas pelas bolas alçadas sobre a área e pelas cobranças em bolas paradas. Afirmam que para que aconteça a reversão o time juiz-forano tem que marcar um gol nos minutos iniciais,  jogando a pressão para cima do Tricolor.

 

Lembram, outrossim,  que o Tupi já conseguiu reverter um resultado igual, quando precisava vencer pela, pela Série D, por uma diferença de dois gols e, ainda por cima,  o Volta Redonda saiu na frente, mas o time conseguiu virar o jogo para 4 x 2. A imprensa de Juiz de Fora acha possível o Tupi reverter o resultado, principalmente se fizer um gol logo nos primeiros 15 minutos.

 

Avalia ainda que o apoio do torcedor será fundamental e, por essa razão, principalmente o sistema Globo, está fazendo campanha para que a torcida compareça, esperando uma frequência em torno de 2.500 expectadores, muito mais do que a média habitual de 700 torcedores.  Lembramos apenas que num simples treino de meio de semana, em vésperas de jogos importantes, o Fortaleza consegue colocar no seu campo de treino um público muito maior, de modo   que esse público não fará o Tricolor tremer.

 

A imprensa citada tem enaltecido o Tupi  em termos defensivos e no meio de campo, contudo tem mostrado uma apreensão com o ataque, segundo a qual preocupa, tendo em vista que o treinador Ailton Ferraz ainda não conseguiu encontrar a dupla ideal, razão porque tem feito muitas alterações e experiências.

 

Diante desse quadro depreendemos que o Fortaleza não pode, de maneira alguma jogar recuado, dando campo ao adversário, em isto acontecendo a ascensão estará comprometida. Tem que atuar de forma cautelosa, porém esquecendo essa vantagem e procurando, de forma inteligente, abrir o marcador. Time por time, em condições normais, avalio o Fortaleza como uma melhor equipe.

 

Por outro lado,  e  as indicações são pródigas de que haverá muita pressão, o Fortaleza terá que redobrar os cuidados nos minutos iniciais, quando será maior o assédio do adversário que, se conseguir abrir o marcador,  entrará novamente no jogo.  Lembramos tudo isso, mas temos certeza de que o Zago e a sua comissão técnica estarão atentos a esses detalhes importantíssimos, que podem alterar o andamento da partida.  

 

O Tupi em casa marcou 12 gols, dos 21 assinalados na primeira fase. 4 gols foram marcados nos primeiros 10 minutos de jogo, 1 no primeiro tempo e 3 no segundo. Do décimo primeiro minuto ao trigésimo a equipe assinalou apenas 1 tento, marcado entre o vigésimo primeiro e o trigésimo minuto.

 

Do trigésimo primeiro minuto ao quadragésimo assinalou   2 gols, ambos no primeiro tempo. Do quadragésimo primeiro em diante marcou cinco gols, 2 no primeiro tempo e 3 no segundo. Esse tem que ser o cuidado maior do Fortaleza, visto que o Tupi nos 10 primeiros minutos e nos 5 últimos mais acréscimos, costuma ser mais perigoso, fato que credencia a imprensa a avaliar que o time pode fazer um gol nos primeiros quinzes minutos, até porque é uma situação corriqueira.

 

No Castelão o Tupi diminuiu o ritmo no segundo tempo, provavelmente porque o Fortaleza cresceu de produção, mas não é o que acontece no seu estádio, posto que, dos 12 gols assinalados, 7 foram conquistados no segundo tempo, 3 dos quais nos últimos minutos, donde se depreende que o Fortaleza tem que ficar atento durante o jogo inteiro.

 

Pensamento  do Dia – A única coisa que vale a pena é fixar o olhar com mais atenção no presente; o futuro chegará sozinho, inesperadamente. É tolo quem pensa no futuro antes de pensar no presente. (Nicolau Gogol).

 

Por hoje c’est fini.

 

 

 

 

 

 

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.