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VIRANDO A "CHAVE" PARA A FARES LOPES

VIRANDO A CHAVE PARA A FARES LOPES

 

                                               Artilheiros tricolores na Fares Lopes

 

É incontestável que o jogo com o Sampaio é da mais elevada monta, isto porque o Fortaleza busca uma vaga na final, que o credenciará a disputar um título inédito, o de campeão nacional. Seria uma conquista notável nesses seus quase cem anos de história, de muitas glórias, mas sem um título desse quilate. Não importa a divisão, importante é o título de campeão brasileiro que colocará o Fortaleza nesse seleto grupo e o fará ser mais respeitado e conceituado.

 

No que pese esse jogo importante no próximo sábado, o Tricolor terá no dia de amanhã, às 20 horas, no Castelão, uma partida valiosa, pela Taça Fares Lopes, cuja conquista o  garantirá, sem dependência do Ranking da CBF, na Copa do Brasil de 2018, para a qual, em razão de um desempenho bisonho no primeiro quadrimestre do ano, não conquistou a vaga via Campeonato Cearense.

 

O rival, que não precisaria disputar a competição, entrou na mesma para atrapalhar o Fortaleza, situação que faz questão de divulgar através dos programas que atuam como seus porta-vozes, e em razão desse propósito não muito ético, está escalando times fortes e promete no dia de amanhã escalar uma equipe ainda mais qualificada, o que aumenta a responsabilidade do time tricolor.

 

As duas equipes estão praticamente empatadas em todos os quesitos. O Fortaleza foi o segundo colocado do seu grupo, com sete pontos, tendo conquistado duas vitórias e um empate e sofrido uma derrota. Marcou 6 gols e a sua defesa sofreu 5, apresentando um gol de saldo, segundo quesito de desempate, o primeiro é o número de vitórias.

 

O Ceará se classificou em terceiro na sua chave, com os mesmos sete pontos e duas vitórias, um empate e duas derrotas. Marcou quatro gols e sofreu dois, apresentando um saldo positivo de dois tentos.

 

Vemos que o ataque do Leão do Pici, que tem em Alan Fabrício e Romarinho os seus principais artilheiros, ambos com dois gols, foi mais eficiente do que o do adversário, seis gols contra quatro. Entretanto a defesa tricolor sofreu cinco gols, contra apenas quatro do rival, razão por que o mando de campo da segunda partida será do time de Porangabuçu, que tem um saldo de gols maior, dois contra um.

 

É importante entendermos o regulamento da competição, posto que, supondo que Fortaleza e Ceará empatem em tudo nessas quartas de final, o Ceará estaria classificado, haja vista que, pelos critérios de desempate teria um melhor saldo de gols,     conforme demonstramos, de dois gols.

 

O regulamento no seu artigo 11 reza que, nas Quartas-de-Final, os oito clubes classificados na Primeira Fase jogarão em partidas de ida e volta, com mando de campo do segundo jogo para o clube com melhor campanha na Primeira Fase e,  no parágrafo único,  temos que ao final dos dois jogos, em caso de empate em pontos e no saldo de gols, o clube com melhor campanha na Primeira Fase estará classificado.

 

Pelo regulamento o nosso rival tem a vantagem, de modo que é importantíssimo para o Fortaleza buscar a supremacia nesses dois encontros. Terá para tanto que e preocupar em acertar alguns setores do clube, a exemplo da defesa que, pelo desempenho que evidenciamos, sofreu 5 gols em quatro jogos, apresentando um índice, elevadíssimo de 1,25 gols por jogo. O do adversário, por exemplo, é de 0,5, índice de clube campeão.

 

O que ocorre é que o Fortaleza, ao contrário o nosso rival, em nenhuma dessas partidas utilizou quaisquer dos 27 jogadores que formam o elenco principal.  Escalou apenas os novos contratados, a exemplo do Gustavo, Alan Fabrício, Weverton e Tiago. Os demais são das categorias de base.

 

Em que pese não ter escalado medalhões o Tricolor conseguiu, praticamente, equilibrar a campanha, contra o Ceará,  que se utilizou peças do elenco principal, a exemplo do Magno Alves, que não faz muito tempo,  era uma espécie de “reizinho” em Porangabuçu.

 

Nesses confrontos, afora outros jogadores que podem ser do elenco principal, mas que não conheço, o Ceará escalou João Marcos, Felipe Tontini, Wallace Pernambucano, Rafinha e Magno Alves, capitão da equipe. Por tudo isso inferimos que se o Fortaleza, com um time de meninos, foi capaz de equilibrar as ações, certamente, com uma equipe mais encorpada terá condições de eliminar o adversário, o que seria desmoralizante. Tenhamos fé!

 

Dado à importância e o valor que está em jogo nas duas partidas, a torcida tricolor terá papel preponderante e inestimável, devendo comparecer em massa, pois, além da necessidade do Fortaleza conquistar o título, está em jogo uma boa invencibilidade sobre o rival e seria por demais humilhante impor-lhe essas duas derrotas. Vingar-nos-íamos dessa afronta do adversário de querer nos tirar da Copa do Brasil a qualquer custo. Todos ao Castelão.

 

EFEMÉRIDES -  04 de outubro de 1923 – Fortaleza 1 x 0 Ceará – Campeonato Cearense – 94 anos.

 

PENSAMENTO DO DIA - Diante de uma larga frente de batalha, procure o ponto mais fraco e, ali, ataque com a sua maior força. (Sun Tzu).

 

Por hoje c'est fini..

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.