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O FORTALEZA CHEGANDO HUMILDEMENTE AONDE POUCOS ACREDITAVAM QUE PUDESSE CHEGAR

 

 

O Fortaleza, numa partida de várias alternativas empatou nos acréscimos com o Sampaio Corrêa, em   2 x 2 e se classificou para disputar as finais contra o CSA, que numa partida ainda mais dramática, eliminou o São Bento de Sorocaba (SP) nas cobranças de tiros diretos da marca do pênalti, denominação oficial dos pênaltis, por 4 x 2.

 

O time tricolor, com certeza,  absorveu bem o pedido do seu treinador, Antônio Carlos Zago,  que havia dito que a equipe teria que começar a reaprender a pontuar e a fazer gols fora de casa. Como boa aluna, não se fez de rogada e fez as duas coisas, marcou gols e pontuou. Que Deus a conserve nessa trajetória crescente, nessa gradação.

 

Diante da pressão do adversário o Fortaleza não se intimidou e logo no início do primeiro tempo, numa cobrança e falta a bola foi rebatida pelo goleiro e sobrou para o Bruno que, com estilo, de voleio, mandou a pelota para o fundo das redes, aumentando a vantagem tricolor, que ainda teria mais duas chances para ampliar o marcador, ambas desperdiçadas pelos seus atacantes, que conforme dissemos, estão se especializando em perder gols tidos como feitos.

 

Durante todo o primeiro tempo o jogo continuou equilibrado e apenas em duas oportunidades o Sampaio ameaçou o gol do Fortaleza: Em num chute violento do Uilliam, cria do Tricolor, ensejando ao Boeck fazer uma grande defesa. Numa segunda chance o Ligger atrasou mal e o Boeck, saiu como se fora líbero e salvou o Fortaleza. Grande goleiro.

 

No segundo tempo o jogo continuava equilibrado, até que o Héber Roberto Lopes, que não é a primeira vez nos prejudica, enxergou pênalti numa bola, chutada violentamente,   em que o Ligger se encontrava com os braços para trás e presos ao corpo, não se configurando qualquer tentativa de aumentar o espaço de defesa. Infelizmente eu venho afirmando que o Fortaleza vem de há muito sendo vítima de erros torpes das arbitragens, quer local, quer seja nacional.

 

Alguém pode afirmar que o árbitro também assinalou uma penalidade máxima a favor do Fortaleza, o que é verdade, mas no caso o Jô foi aterrado por trás e é bom que se ressalte, por oportuno, que o Héber deixou de assinalar outra, sobre o mesmo jogador e nas mesmas circunstâncias. Considero um milagre ter assinalado a segunda, provavelmente peso na consciência.

 

Jogo empatado continuou o equilíbrio até que em um  corner o Liger praticamente não saiu do chão e o Sampaio virou de cabeça, numa bola em que o Boeck ainda teve o reflexo para defende-la parcialmente, mas a mesma, antes de ser tocada pelo Isac, já havia transposto a linha demarcatória..

 

O Sampaio continuou pressionando atrás do gol que eliminaria o Fortaleza e nesse ínterim o Tricolor ainda perdeu mais duas oportunidades para sacramentar a classificação, numa delas com o Lúcio Flávio, especialista em perder gols, que entrou sozinho e fez o mais difícil, chutar para fora,  na saída do goleiro.

 

Nesse intervalo o árbitro deixou de marcar uma penalidade a favor do Fortaleza, conforme acentuei e marcou a segunda, muito bem cobrada pelo Bruno Melo, que foi o nome do Fortaleza e do jogo e que, mesmo sendo duramente criticado no início do ano pela torcida, vem dando a volta por cima.

 

Os que me acompanham sabem que por diversas vezes, nesse espaço e no Programa Fala Leão, pedi paciência com relação as atuações ao Bruno Melo, que necessitava de tempo para se adaptar e se firmar e para com o Felipe, duramente castigado em decorrência de uma declaração infeliz.

 

Num momento em que não soube medir as palavras o Felipe declarou que sonhava em ir pra um clube de destaque do futebol brasileiro ou mesmo internacional. E eu pergunto: Qual o jogador que não gostaria de se transferir para um centro futebolístico mais adiantado, para a seleção ou para o Barcelona?

 

Voltando o nosso tema,  o Fortaleza se classificou em cima do Sampaio e de certa forma se vingou daquele empate de 2013, quando o time maranhense, no apagar das luzes,  conseguiu o gol de empate em 2 x 2 e nos tirou da segunda fase da Série C. Aproveito para lembrar o dito popular que nos diz que “quem tem com que me pague nada me deve”.

 

O Tricolor está na final, que terá o mesmo grau de dificuldade das partidas anteriores, mas o time vem evoluindo tecnicamente, tanto é que já voltou a pontuar fora de casa e contra uma equipe, o Sampaio Corrêa, de melhor campanha na fase eliminatória. Em continuando com essa força de vontade e com o apoio desta torcida maravilhosa, certamente,  chegará aonde poucos acreditavam que pudesse chegar.

 

Não obstante a qualidade técnica do CSA estamos confiantes.  A verdade é que o adversário, consoante os especialistas, é o favorito, contudo, neste ano o Tricolor, com muita garra e muita alma,  vem contrariando todos os prognósticos. Vamos continuar, dentro do nosso lema, calçando as sandálias da humildade.  

 

PENSAMENTO DO DIA – Deus ajuda a quem peleia (Ditado gaúcho).

 

Por hoje c’est fini.

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.