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A CADA RODADA O FORTALEZA TEM QUE ENFRENTAR UM MASTODONTE

13 Oct 2017

 

 

Passada a euforia da classificação para as semifinais da Fares Lopes, conquista meritória, considerando-se que eliminamos o nosso poderoso rival, que escalou times de primeiro naipe com o intuito de nos tirar deste certame, que pode nos dar a vaga para a Copa do Brasil, independentemente do Ranking da CBF, vamos concentrar a nossas forças e  centrar os nossos objetivos na disputa do título da Série C, uma conquista inédita, tanto para o Tricolor, como para o seu oponente.

 

E o que tem em comum os adversários da Fares Lopes e da Série C? Têm em comum o fato de ambos serem reputados pela imprensa como os favoritos, e não a troco de nada, tendo em vista que o Ceará escalou um time que em alguns jogos foi o titular na Série B e que foi derrotado por uma equipe que tinha na sua formação, pelo menos,  cinco jogadores da Base do Tricolor e o CSA. Por sua vez,  se configura como a equipe de melhor campanha na Série C.

 

O site Chance de Gol avalia a probabilidade do time alagoano de ser campeão em 59,3%, porquanto o Fortaleza tem apenas modestos 40,7%, donde se infere e depreende que o Tricolor de Aço, mais uma vez e,  contando com o apoio inestimável e incomensurável do seu torcedor,  terá que se desdobrar e se superar objetivando ultrapassar mais esse obstáculo.

 

O time alagoano, que não perdeu para o Fortaleza neste ano e que, historicamente tem uma enorme vantagem sobre o Leão de Aço do Pici, ostenta uma excelente performance fora de casa em que conquistou, em 11 jogos,   17 pontos, que correspondem a um percentual de aproveitamento de 51,5%, indiscutivelmente uma das melhores campanhas de visitantes.

 

Nesses onze jogos obteve 4 vitórias, 5 empates e sofreu apenas 2 derrotas, assinalando 10 gols e sofrendo apenas 8, exibindo um saldo positivo de 2 gols. Vemos deste modo, que existe um equilíbrio acentuado entre o ataque e a defesa do CSA, seguramente uma das melhores defesas da competição que, na primeira fase, sofreu 12 gols e ficou atrás apenas do sistema defensivo do São Bento, que sofreu  somente 10 tentos.

 

No cômputo geral, ou seja, em 22 jogos a supremacia do CSA sobre o Fortaleza é muito acentuada, visto que o time alagoano marcou 41 pontos, ou 62% de aproveitamento, contra somente 34 do Fortaleza, ou 51,5% de eficiência. Neste ano, em mais uma barreira a ser transposta,  o Fortaleza ainda não conseguiu vencer o  CSA, perdendo fora de casa por 1 x 0 e empatando em casa em 1 x 1.

 

Na segunda fase, chamadas por muitos analistas de “outro campeonato”, onde consoante avaliam, tudo se equilibra, o CSA leva uma pequena vantagem sobre o Fortaleza em pontos: 9 contra 7. O ataque do Fortaleza foi mais produtivo, assinalando 5 gols, contra 4 do oponente. O CSA confirmou o bom desempenho da sua defesa, que sofreu apenas 1 gol, contra 3 do Fortaleza.

 

E o Fortaleza tem apenas desvantagem no ano em curso? Não é bem assim, tendo em vista que o Tricolor de Aço se constitui num dos melhores mandantes da competição, posto que em 11 jogos nos seus domínios, venceu 7, empatou 4, mantendo-se invicto.  Assinalou 16 gols e sofreu apenas 4, apresentando um saldo positivo de 12 gols.  Ressalte-se que esses quatro gols sofridos foram frutos dos 4 empates, tendo em vista que nas 7 vitórias o time não sofreu gols.

 

Os dados mostram que enfrentaremos um adversário dos mais qualificados, mas estamos otimistas, especialmente se levarmos em conta que o Fortaleza vem em ascensão e nos momentos decisivos tem conseguido se impor. Passou pelo Tupi, o segundo colocado do Grupo B e que por consequência tinha melhor campanha.

 

Nas semifinais conseguiu eliminar o Sampaio Corrêa, que havia sido o clube com melhor campanha, tanto no Grupo A, o do Fortaleza, quanto em toda a competição. E nessa final o Fortaleza medirá forças com o segundo time de melhor campanha na primeira fase, que somou os mesmos 32 pontos do Sampaio, para quem perdeu apenas no número de vitorias, 9 contra 8.

 

Na fase final o tricolor se digladia com o CSA, também do Grupo A na fase classificatória,   e que, em razão de ter chegado à final, apresenta o melhor  percentual de aproveitamento da Série C, como dissemos, de 62% contra os seus 51% do Fortaleza. A luta do Tricolor tem sido desigual, visto que, a cada rodada dessas fases eliminatórias tem que enfrentar e vencer um “mastodonte”.

 

A cada rodada, mediante a força de vontade de uma equipe que foi execrada, nesta Série C, o Fortaleza vai quebrando tabus e dizimando estigmas e agora tem que quebrar apenas mais um para chegar ao objetivo final, o título da Série C de 2017.

 

Não temos dúvidas de que o CSA é o time mais forte que o Fortaleza enfrentará no ano em curso, até porque os números dizem isto, mas confiamos que com essa determinação e garra demonstradas e posta em prática  pelo elenco e com muitas orações poderemos conquistar os nossos objetivos e alcançar este sonho acalentado pela Nação Tricolor e com fé conseguiremos. Que Deus nos ajude!

 

Pensamento do dia – Quando o milagre acontece, então conhecemos o poder da oração. (Autor desconhecido).

 

Por hoje c’est fini.   

 

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.