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RENOVAÇÃO DO BOECK – COMEÇANDO 2018 COM O PÉ DIREITO.

28 Oct 2017

 PARA NOSSO GÁUDIO O PAREDÃO RENOVOU!

 

Começaremos o ano de forma diferente do ano passado, em que a nossa diretoria, influenciada, sobretudo, pela imprensa inimiga e até pelo fogo amigo, protagonizou um desmanche total no Pici, que concorreu para que tivesse inúmeras dificuldades no início no ano em curso.

 

Ao final do ano e dando mostras de que está implementando uma filosofia proativa e vitoriosa, a diretoria renovou com o  Boeck até 2020, atendendo aos anseios da torcida que, desde 2011  não tinham tido a ventura de contar com um goleiro da  sua estirpe e categoria. O último havia sido o Fabiano em 2010. O Berna foi um bom goleiro, mas não estava mais no nível dos dois, andou papando alguns frangos e não inspirava confiança total à torcida. Vamos começar 2018, o ano do Centenário, com o pé direito.

 

 

 

Consoante inúmeros torcedores com os quais troquei ideias, e não foram poucos, aquele programa urubulino bem acolá, para usar uma linguagem que lhes é própria, é persona non grata para a torcida tricolor e os diretores e funcionários tricolores deveriam ser proibidos, ou se absterem, de lhes conceder entrevistas. Tem gente mais radical que acha que o aludido programa “esvoaçante”    deveria ser proibido de cobrir o Fortaleza. Falta-lhes profissionalismo e sobra sensacionalismo, além de serem inimigos do Tricolor.

 

As finais da Taça Fares Lopes já foram definidas para os dias 31 de outubro, terça-feira próxima, às 20 horas no Castelão e para 5 de novembro, 16 horas,  no Presidente Vargas, lembrando  que o mando desse jogo é do Floresta, que me parece comandado pelo Cléber Lavor, de quem esperávamos mais bom senso, fleuma e fidalguia.

 

Diz o ditado popular que “quem nunca comeu mel, quando come se lambuza”, caso do Floresta que jamais chegou à final de uma competição da importância da Fares Lopes e que verá e ouvirá nos seus cofres o doce tilintar das moedas e o farfalhar das notas,  verdadeiro presente da torcida tricolor, auferindo um lucro, dantes nunca imaginado. Diante de tudo isso, no entanto, os dirigentes do Floresta estão querendo colocar as mangas de foras.

 

E isso me leva a rememorar a fábula do Esopo sobre o casal que tinha uma galinha que diariamente colocava um ovo de ouro. A mulher gananciosa induziu o marido a matar a galinha para terem os ovos todos de uma só vez. Ao sacrificarem-na verificaram que estavam diante de uma galinha comum e,  desse modo, perderam a mina de ouro que tinha em mãos.  

 

Os dirigentes do Floresta, cuja torcida não passa de meia dúzia de gatos pingados, têm que compreender que a galinha dos ovos de ouro, que eles querem matar, por medo, ou por pura ganância, é a Nação Tricolor que, sem nenhum egoísmo lhes proporcionará uma grande arrecadação e que, por esse motivo, no meu parco entendimento, deveria ser tratada a pão de ló.

 

Diz o ditado popular que, “quem muito quer muito perde”. Cobrar preços exorbitantes, além de ser um desrespeito ao Código de Diretos do Consumidor e, consequentemente o caso é suscetível de interveniência do Ministério Público, que esperamos cumpra o seu dever,  é um acinte ao bom senso e aos bons princípios.

 

Esperamos, desse modo, que os dirigentes florestenses revejam essa posição absurda de querer cobrar R$. 160,00 por um ingresso, decididamente um preço de jogo de Copa do Mundo, posto que, se continuarem com essa intenção descabida, antiética e fora de propósitos, vão se enquadrar, perfeitamente, na  versão popular, de todos conhecida, do adágio relativo à degustação do mel. Bola preta para o Floresta.

 

Particularmente, independentemente de partido político, porque a minha ideologia é o Brasil e não tenho político corrupto de estimação, razão porque faço  apologia aos  gestores honestos, reputo o nosso ilustre governador, como um homem de bons princípios morais e que vem dirigindo com muita competência os destinos do nosso estado, isso é ponto pacífico.

 

Temos que fazer algumas ressalvas com relação ao Castelão, que foi construído com os recursos advindos dos nosso impostos para servir ao esporte cearense, que é o que menos está fazendo. Essa parceria público-privada não tem o menor respeito para com os nossos clubes, mormente com relação ao Fortaleza, que já foi prejudicado, quando da realização do Show dos Aviões do Forró, tendo que atuar na segunda-feira e perdendo, portanto, divisas.

 

Mais uma vez o Fortaleza ver-se ameaçado de não puder fazer o seu jogo naquela praça de esportes na próxima terça-feira,  em decorrência da realização de um show, marcado de última hora, parecendo até coisa feita ou de caso pensado, pela administradora do estádio que, pelo que se depreende não está respeitando o contrato mantido com o Tricolor de Aço.

 

Apelamos desse modo para o senhor governador, esperando que resolva de uma vez por todas,  esse caso, tendo em vista que a atividade-fim de um estádio de futebol é a pratica do nosso esporte bretão, que deve ter prioridade, não excluindo a realização de outros eventos, desde que em datas que não sejam conflitantes.

 

Não é demais lembrar, que o direito dos nossos torcedores,  que está sendo tolhido, é constitucional, pois cada indivíduo, consoante a nossa carta magna, tem direito ao lazer e, de forma mui especial, quando se trata do acesso a um equipamento construído com o dinheiro público, e portanto com o seu próprio dinheiro,  e que foi cedido a uma empresa que não investiu um centavo na sua edificação. Bola preta para a Luarenas.

 

Pensamento do Dia - A ganância insaciável é um dos tristes fenómenos que apressam a autodestruição do homem. (Textos Judaicos).

 

Por hoje c’est fini.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.