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O FORTALEZA TERÁ NO FLORESTA UMA PARADA INDIGESTA.

 

O Internacional, Série B, e o Fortaleza, Série C,     superam em média de público um grande contingente de clubes das Séries A e B. O time gaúcho exerce a supremacia sobre dezessete clubes da Série A e sobre todos as agremiações da Série B, enquanto o Fortaleza é superior a quinze clubes da Série A e a dezenove da Série B, ficando atrás apenas do Internacional.

 

Na Série A o Inter perde apenas para Corinthians, São Paulo e Palmeiras, porquanto o Fortaleza é superado tão somente por Corinthians, São Paulo, Palmeiras, Grêmio e Bahia. Fazendo-se uma leitura dessa estatística a nível de Fortaleza, conclui-se que a Nação Tricolor é muito fiel e apaixonada, isto   porque, no momento o Tricolor se encontra na sétima posição entre os sessenta clubes das três divisões, podendo cair ainda duas ou três posições porque as divisões A e B ainda se encontram em andamento.

 

À luz desta estatística devemos ter em mente que o Fortaleza, no ano em curso, fez uma campanha das mais irregulares, donde se depreende que, se a equipe tivesse dado dentro de campo a resposta devida em todas as competições, o clube,   indubitavelmente,  se encontraria numa posição ainda mais privilegiada no ranking de público.

 

Analisando por esse prisma, ao nosso ver,  se o Tricolor conseguir formatar uma equipe competitiva na Série B, o apoio da torcida será inconteste, levando-o à uma posição ainda mais auspiciosa no ranking de público brasileiro, sem falar que o quadro de sócios será alavancado. Não temos dúvidas de que a torcida, nessas condições, apoiará o Tricolor em todos as frentes, de modo que o quadro de sócios chegará facilmente aos vinte mil. É só investir, porque o Fortaleza, em termos de torcida, tem panos para as mangas.

 

O dia de hoje será decisivo para as pretensões do Fortaleza, com relação à conquista da Taça Fares Lopes, que lhe dará uma vaga para a Copa do Brasil, independentemente do Ranking da CBF, especialmente porque o Tricolor perdeu muito terreno   nesses oitos anos em que ficou confinado na Série C. Nesse período vimos o Fortaleza despencar da décima nona colocação para a quadragésima posição.

 

Será uma tarefa árdua porque vimos na primeira partida da decisão que o Floresta, cujo mérito estão tentando minimizar, por ser um time de subúrbio, que tem pouco tempo como profissional, se constitui como uma agremiação que, consoante afirmam,  saiu do domínio da família Sátiro, passando a ser gerida por empresários, que conseguiram formar uma boa equipe, mesclando jogadores experientes com jovens valores revelados no clube, fórmula que está dando certo.

 

Quem assistiu à partida de ida, com mando de campo do Fortaleza, deparou-se com uma equipe em que o entrosamento é a sua principal virtude e arma, aliado à velocidade de jovens valores, tanto é que o gol marcado contra o Tricolor foi fruto dessa combinação, uma vez que o Bruno Ocara venceu o nosso marcador, na corrida pela direita,  e cruzou na medida para que o Renezinho, sempre muito veloz, penetrasse como um bólide no meio da nossa defesa,  para marcar e ampliar, naquele momento, a vantagem do seu time.

 

No segundo tempo o Fortaleza, com um homem a menos, vez que o Del” Amore havia sido expulso aos trinta e cinco minutos do primeiro tempo, e com o apoio inestimável da sua torcida, cresceu de produção, empatou o jogo, o que, de certa forma foi um achado, posto que o Floresta, que dominou todo o primeiro tempo, não teve competência para ampliar o placar e matar o jogo.

 

Lembramos tudo isso para dizer que o Fortaleza, à luz do diagnóstico da partida anterior, em que teve problemas em todos os seus compartimentos,   necessita progredir em todas as suas linhas, a começar por uma defesa sólida, por um meio-campo criativo e por um ataque operante, exatamente tudo o que não teve no primeiro tempo daquela partida.  

 

A defesa ideal, levando-se em conta o material humano que o clube tem em mãos, seria Adalberto e Ligger, contudo o Adalberto se contundiu naquele jogo, sendo substituído pelo Guilherme, que teve dificuldades para marcar o rápido ataque adversário. Em assim sendo as opções que sobram são Ligger e Bruno Melo, que tem mais experiência do que o jovem Guilherme.

 

Tudo indica que o Leandro Lima entrará no meio de campo e que o Leandro Cearense será escalado de início, até porque o Lucio Flávio voltou a sentir o ombro. São boas providências, especialmente se o Frasson optar pelo 4-4-2, modelo que pode equilibrar as ações no meio campo e fortalecer o ataque, no qual o Leandro Cearense deveria atuar dentro da área para prender e preocupar a defesa contrária.

 

Depreende-se, portanto, que o Fortaleza, objetivando  crescer tecnicamente,  tem que processar mudanças de algumas peças, além de ter que alterar a estratégia tática, que passa por escalar dois volantes para proteger a zaga, com o objetivo de neutralizar as investidas em velocidade do adversário. Somando-se a tudo isso a presença da torcida será fundamental.

 

Pensamento do Dia - Aquele que tudo julga fácil, encontrará muitas dificuldades. (Lao-Tsé).

 

Por hoje c’est fini.

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.