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CUIDEMOS DO FORTALEZA COMO QUEM CUIDA DE UMA CRIANÇA.

18 Nov 2017

 

As redes sociais, especialmente os grupos do WhatsApp direcionados para o Fortaleza, neste interstício de término da Série C e da formação do elenco para a Série B, estão abordando a questão de forma muito frenética, protagonizando uma agitação própria dos finais de ano, em que a bola deixa de rolar e tem início, um ciclo que se repte anualmente: O planejamento para a temporada seguinte.

 

Nesse período, as críticas, por vezes contundentes e a busca de solução, não raro, das mais inusitadas, aparecem aos borbulhões, contudo, nem sempre todos que são pródigos em sugestões, nem sempre querem ser parte das soluções apresentadas. Todos adorariam cuidar da criança, desde que ela se apresente limpinha, perfumada e sem fraldas para trocar e nesse caso todas as crianças são lindas.

 

Todos estão clamando por boas contratações, e eu não sou exceção, mas não se dão conta de que para compor um bom elenco a existência de dinheiro em caixa é fundamental e essencial, posto que, todo e qualquer jogador, no ato da assinatura do contrato,    recebe de forma adiantada, um mês de vencimento, uma garantia para a eventualidade do clube vir a atrasar o último mês de salário.

 

Todos querem um time forte, mas poucos se apresentam para cuidar da criança, que ainda carece de cuidados. Os torcedores deveriam, nesses momentos cruciais de formação do elenco, aderir ao programa de sócio torcedor, visando dotar o clube dos recursos necessários para respaldar e garantir as contratações, sobre cuja necessidade discorremos,    contudo o nosso número de sócios estacionou na marca de doze mil e frações e teima em não chegar a 13.000, quando o ideal seria que já tivéssemos 15.000.  Hoje somos 12.803.

 

A nossa campanha continua sendo para que a Nação Tricolor, ciente e cônscia das dificuldades do clube, mormente nesses meses em as rendas são escassas, enquanto as despesas são crescentes, adira em massa ao projeto de sócio torcedor, passando a ser, efetivamente, parceira do clube na formação de um elenco que possa representá-lo condignamente. A formação de um time competitivo passa pelo apoio da torcida tricolor.

 

Esse foi um ano,  e podemos falar assim porque já estamos no seu término, de certames muito  equilibrados, especialmente nas três divisões do Brasileirão, não custando rememorar que, na Série C, por exemplo, o Fortaleza só decidiu a sua sorte na última rodada contra o Moto.

 

Na Série B, faltando duas rodadas para uns e uma rodada para outros, os rebaixados já estão definidos e para nossa tristeza, três times do Nordeste, ABC, Náutico e Santa Cruz e um do Centro-Oeste, o Luverdense, ou seja, os rebaixados são das regiões mais pobres.

 

O agravante é que o efeito “bumerangue” se abateu sobre o ABC, que ascendeu no ano passado à Série B e que já está de volta para a Série C.  Poder-se-ia, “in casu” do time norte-rio-grandense, evocar a paródia popular usada sobre um determinado filme americano, para dizermos que o ABC está estrelando, como ator principal,  o filme “a volta dos que não foram”.

 

Em razão do equilíbrio  citado, particularmente na Série A, em que nenhum dos atuais ocupantes da zona de rebaixamento estão degolados matematicamente e, em decorrência da indefinição dos dois últimos clubes da Série B, que se classificarão para a Primeira Divisão,  não podemos fazer previsões sobre quem serão, sob pena de praticarmos exercício de futurologia.

 

Estão definidos doze clubes: CSA, Fortaleza, São Bento, Sampaio Corrêa, Vila Nova, Juventude, Brasil de Pelotas, Criciúma, Boa Esporte, Paysandu, CRB, Figueirense, Goiás e Guarani. Faltam os quatros representantes da Série A e dois da Série B, que sairão entre Ceará, Paraná, Londrina e Oeste.

 

As possibilidades são grandes, embora nós, enquanto rivais, abominemos essa hipótese, de que os dois últimos membros da Série B saiam na rodada hoje, com amplas possibilidades para Londrina e Oeste, entretanto, para usar mais uma vez um ditado popular, temos que considerar que “um campeonato só termina quando acaba”.

 

Pensamento  do Dia - Parceria vale mais que namorada, porque parceria nunca te deixa para trás e namorada não pode ver um defeito que te abandona! (Vinicius Lara Carvalho).

 

Por hoje c’est fini.

 

 

 

 

 

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.