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TORCEDOR TRICOLOR - USANDO A LINGUAGEM POPULAR: É HORA DE CHEGAR JUNTO!

29 Nov 2017

 

O Rogério Ceni, que a princípio só viria para assumir o cargo no dia vinte e cinco de dezembro, uma semana após a apresentação do elenco para a pré-temporada, nesse entremeio resolveu vir a Fortaleza, de certo preocupado com a montagem do elenco, que caminha a passos curtos.

 

Essa sua vinda extemporânea, ou fora de tempo, no nosso entendimento demonstra a sua preocupação com o compromisso assumido com o Fortaleza e a sua torcida, seguramente uma das virtudes do seu elevado senso de profissionalismo.

 

A apresentação do elenco tricolor,  se não houver mudanças substanciais, está previsto para o dia dezoito de dezembro, faltando apenas e tão somente dezenove dias corridos, ou onze dias úteis, de modo que a diretoria tem, dentro da medida do possível,  que acelerar o processo, tranquilizando não apenas o Rogério Ceni, mas também a torcida que, conforme dissemos, está inquieta e ansiosa.

 

A ansiedade, por definição é uma comoção aflitiva do espírito que receia que uma coisa venha ou não a acontecer. No caso, o torcedor tricolor ver aos poucos as chances com relação a determinado jogadores irem se esvaindo, até porque, quando mesmo extraoficialmente um nome é cogitado, de repente e não mais do que de repente, o profissional é anunciado por outro clube, situação que acaba se refletindo no sistema nervoso do torcedor.

 

Sabemos das dificuldades para contratar, mormente quando os recursos são parcos, e até gostaríamos de saber quais são as providências que estão sendo adotadas para sanar essas dificuldades. O Fortaleza conta no momento com recursos advindos dos patrocinadores e do sócio torcedor, mas a pergunta que não quer calar é simples: Esses recursos são suficientes para cobrir o custo Fortaleza e ainda para formatar o elenco?

 

O problema é que, sem querer ser demasiadamente pessimista, receio que não, pois as despesas do clube, com funcionários, com manutenção de equipamentos, com acordos com órgãos governamentais relativos a impostos, com água, luz e telefone e assim por diante, são incessantes e no meu ponto de vista, avalio que girem em torno de R$. 400.000,00 mensais, relativamente elevadas, se considerarmos que estamos em tempo de vacas magras.

 

Com relação a esse valor, podemos estar certos ou não, mas acreditamos que a diferença, para mais ou pra menos não seja muito elevada, de forma que a diretoria financeira do clube, tem que fazer das tripas coração, ou se virar nos trinta, para cobrir esse montante.  

 

Nesse caso entra a torcida que está de certa forma relutante em se associar e uma mudança de postura seria fundamental em termos de apoio financeiro ao clube, especialmente nesses momentos de dinheiro escasso em que não há fontes a jorrá-lo de forma inesgotável, dificultando a implementação do planejamento elaborado pela diretoria.

 

Alguém menos informado, de forma equivocada,     tende a avaliar que estou usando esse espaço como se fora um porta-voz da diretoria, o que não é verdade, posto que nem conheço o diretor financeiro e não tenho conversado com o presidente. A verdade é que por conhecer o clube estou antecipando para os leitores uma dificuldade que é premente, enfrentada no momento pelo staff  tricolor.

 

Para enfrentar essa situação só existem alguns caminhos, que não são muito fáceis: O apoio do torcedor ao programa de sócios torcedores e de forma tempestiva; a antecipação junto ao o banco   de recebíveis do programa de sócios torcedores e a antecipação das cotas a serem recebidas pelo cube no ano vindouro, tarefa que não é das mais fáceis. A outra hipótese seria conseguir empréstimos de conselheiros e torcedores mais abastados,  que também não é fácil.

 

Todos nós estamos torcendo para que o Fortaleza consiga superar essas dificuldades e possa, enfim, seguir o seu planejamento para 2018, principalmente no que se refere à formação de um elenco competitivo e à altura das exigências da torcida e da própria Série B. Esse também é o desejo da diretoria, pois ninguém assume um cargo para ser um perdedor.

 

Nesse ponto convidamos a torcida a fazer uma reflexão: Será que exigir sem contribuir é o caminho e a atitude mais acertada? Respondendo diria que não, pois todos nós temos que começar a colocar um tijolinho nessa construção, que será cada vez maior a cada tijolo que chega e a argamassa é o nosso amor ao Fortaleza. Convido-os a colocar a mão na massa.

 

Pensamento do dia – Os ausentes estão sempre errados. (Provérbio Chinês).

 

Por hoje c’est fini.

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.