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ESTÁ HAVENDO RENOVAÇÃO NA ARBITRAGEM CEARENSE?

10 Jan 2018

 UMA ARBITRAGEM MELHORADA OU COM OS ERROS DE SEMPRE?

 

Uma das maiores preocupações nossas, no ano em curso, diz respeito ao quadro de árbitros da Federação que, não raro, costuma prejudicar o Fortaleza. O último a cometer esse desatino foi o César Magalhães, na partida contra o Floresta, pela decisão da Fares Lopes que prejudicou de forma irreparável ao Tricolor de Aço.

 

Para começo de conversa marcou uma penalidade inexistente contra o Tricolor, supostamente cometida pelo  Bruno Melo, deixou de assinalar uma real e inequívoca a favor, cometida sobre o Lucio Flávio e,  ainda por cima,  anulou um gol legítimo, que seria o segundo e que daria o título ao Fortaleza. Em função desses “erros” o Fortaleza perdeu o título e a possibilidade de participar da Copa do Brasil.

 

Debruçando-me na escalação da arbitragem para os sete jogos das duas primeiras rodadas verificamos que está havendo uma renovação no quadro de árbitro que esperamos seja salutar e que venha   contribuir para melhorar o nível da arbitragem cearense.  

 

No rol dos sete árbitros escalados temos quatro oriundos do velho quadro, cuja maioria tem   prejudicado o Fortaleza: Magno Cordeiro, César Magalhães, Avelar Rodrigo e Gleysto Gonçalves. Desses, no nosso ponto de vista, ressalvando que não somos os donos da verdade, o que melhor tem se sobressaído é o Avelar Rodrigo.

 

A renovação fica por conta dos árbitros Luciano Miranda, Adriano Barros e Anderson Bandeira e, mesmo correndo o risco de sermos chamados de sonhadores, vamos continuar alimentando a quimera de que, nesse processo de renovação, possam surgir profissionais íntegros, a exemplo do Lourálber Monteiro, Leandro Serpa e Gilberto Ferreira, apenas para citarmos alguns árbitros que honraram a profissão.

 

Já que tratamos de arbitragens e somos apologistas da lisura e da retidão no exercício de qualquer profissão, especialmente na de árbitro de futebol que pode, a partir de um único erro prejudicar e comprometer o trabalho de um clube, do ano inteiro. Somos defensores da tese de que a Federação Cearense pela primeira vez nos últimos anos vai administrar um certame que se prenuncia dos melhores e deveria ter investido mais na competição.

 

Uma das opções de investimento seria a utilização do árbitro de vídeo que, além de preservar os direitos dos clubes, possibilitando que o resultado de uma partida se aproxime o máximo possível da realidade do jogo, ainda contribuiria para colocar o nosso futebol em evidência e na vanguarda da modernidade.  Esperamos que no próximo ano a nossa federação, no tocante a esse assunto seja mais proativa.

 

Estava lendo hoje no noticiário que a cota do Mirassol no campeonato paulista é maior do que a cota do campeoanto cearense de todos os nossos clubes somados. Temos que levar em conta que estamos comparando duas regiões diferentes em termos econômicos, contudo, no início da década de 90 o então presidente da Federação Paulista de Futebol, Eduardo José Farah, mudou a cara do campeonato paulista.

 

De uma raquetada só enfraqueceu o campeonato carioca, tirando as suas principais estrelas e fortalecendo os grandes times de São Paulo. Tirou Marcelinho do Flamengo, colocando-o no Corinthians, Edmundo do Vasco, levando-o para o Palmeiras e assim por diante. A partir dessa iniciativa o futebol paulista passou a crescer e a superar os demais centros, a exemplo do carioca, com quem rivalizava.

 

Abrimos esse parêntese para dizer que um campeonato para ser valorizado tem que ser bem organizado e contar com grandes jogadores e, como não poderia deixar de ser, até para lhe dar mais credibilidade, com árbitros que, além da lisura, tenha visibilidade nacional. Infelizmente nesse item ainda engatinhamos.  

 

Somos otimistas, no entanto, razão por que, o nosso vaticínio é o de que este ano de 2018 será o portal de entrada para o novo tempo para o nosso futebol. O seu sucesso passa por uma melhor organização em termos comerciais e pelo estabelecimento de parcerias com grandes empresas que, conforme ocorre em São Paulo, possam investir mais maciçamente nos nossos clubes. 2018 será o marco desse novo tempo. Falta somente o “estalo” que o Farah teve.

 

Pensamento do Dia – Talvez a gente se decepcione em confiar demais, porém viverá em tormento se não confiar o suficiente.

 

Por hoje c’est fini.

 

 

 

 

 

 

Por hoje c’est fini.

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.