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PACIÊNCIA E CALDO DE GALINHA NOS FARÃO MUITO BEM

23 Jan 2018

 

Na coluna de ontem, ao comentar a partida frisei que o Pablo e o Alípio não tinham se havido bem e que se qualquer um dos dois fosse substituído, estaria dentro do contexto. Hoje volto ao assunto para dizer que uma coisa é o atleta não estar bem, caso por exemplo, do João Henrique, que não estava nos seus melhores dias e outra coisa é vaiar o atleta, conforme uma parte da torcida ensaiou contra o Alípio, quando da sua substituição.

 

Esse tipo de comportamento não constrói, não ajuda ao Fortaleza, não contribui em nada para com o time e somente alegra aos inimigos. Por essa razão peço calma, isto porque o Fortaleza é um time em formação e o Rogério Ceni, na busca pelo time ideal,  deve fazer alguns testes e observações.

 

O Alípio e o Pablo, no meu ponto de vista não tiveram boas atuações, contudo não comprometeram, razão porque as vaias foram inconsequentes, fora de propósitos e inaceitáveis, mormente  neste interstício em que o Fortaleza, que sempre luta contra inimigos poderosos, precisa por demais do nosso apoio.

 

Basta que vocês atentem para o fato de que as emissoras de televisão repetiram exaustivamente o   lance do pênalti, na tentativa de provarem que a falta não existiu, mas não me recordo, porém,  de nenhuma delas dando ênfase aos lances relativos às duas penalidades a favor do Fortaleza,  não assinaladas pela arbitragem.

 

Para que nos situemos basta vermos que, no lance em que o Boeck soltou a bola e o Ligger salvou, no momento do lançamento, o atleta do Maranguape estava à frente, mas ninguém tocou no assunto. Dessa forma concluímos que as análises contra o Fortaleza são muito duras, cheias de preciosismo,   parciais e passionais, mas a favor não existe boa vontade por grande parte da imprensa esportiva.

 

Quando defendo essa tese corro o risco, e é iminente, de me indispor com algumas pessoas, que  no meu  modesto entendimento, para serem mais justas,  deveriam examinar os dois lados de uma mesma questão,   para então, mais embasadas,  fazerem um melhor juízo de valores, posto que, onde existe corporativismo a justiça passa ao largo. Os problemas da Nação Brasileira corroboram, sobejamente, com o nosso ponto de vista.

 

Por todas essas razões Nação Tricolor, não se deixe levar pelos que querem a derrocada do Tricolor e, a todo custo, procuram fomentar a discórdia e plantar incertezas no nosso meio. Essas pessoas são poderosas e influentes, mas se nos mantivermos unidos jamais seremos vencidos.

 

Quem dirige uma instituição tem que ser salomônico, se pretender se justo e se for um dos que pugnam para que a verdade prevaleça. Não podemos, de maneira alguma, defender a inversão de valores, pois o errado jamais estará certo. Desse modo, batemos palmas e tiramos o chapéu para 99,99% da nossa imprensa que trabalha com justeza e ética, merecendo todo o nosso respeito.

 

Abominamos, no entanto, os 0,01% que semeiam a discórdia, que criam factoides e que vendem a alma em troca de audiência e que transformam “fakes” ou notícias falsas em verdades. E esse não é um problema apenas nosso, é mundial. Vejam o que diz a Wikipédia sobre o assunto:  “A Coluna Social é uma seção típica de grandes jornais e costuma trazer notas e fotos sobre personalidades da elite (de uma cidade, região ou país). Não raro, colunas sociais são criticadas por alimentarem boatos, rumores e fofocas”.

 

Concomitantemente com ás colunas sociais podemos incluir programas que se utilizam desse expediente de plantar boatos, divulgar inverdades, criar animosidade e plantar a discórdia. Vejamos, de acordo com a Wikipédia, outro segmento da imprensa especializada nessa linha: A imprensa marrom.

 

“Imprensa Marrom é uma expressão de cunho pejorativo, utilizada para se referir a veículos de comunicação (principalmente jornais, mas também revistas e emissoras de rádio e TV) considerados sensacionalistas, ou seja, que buscam elevadas audiências e vendagem através da divulgação exagerada de fatos e acontecimentos”.

 

Tenhamos, pois, cuidado com esse tipo de imprensa   e saibam que ele existe e bem juntinho às nossas barbas. Para que não pairem dúvidas sobre essa questão basta que se diga que, recentemente, a torcida do Fortaleza, buscando fugir do sol, passou de um setor para outro no Castelão. As imagens, como num passe de mágica, chegaram ao TJDF. Lembram-se?  

 

A torcida do nosso rival fez a mesma coisa, no mesmo setor e também querendo fugir do sol. Pergunto: E quantas vezes essas imagens chegaram ao TJDF? E quantas vezes o Procurador adotou providências? A resposta é simples: Nenhuma. No caso do Fortaleza o Procurador ingressou com um processo. Então, contra   fatos não há argumentos: Lutamos contra potestades.

 

Pensamento do Dia - O rosto enganador deve ocultar o que o falso coração sabe. (William Shakespeare).

 

Por hoje c’est fini.

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.