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O FORTALEZA MAIS UMA VEZ FOI PREJUDICADO PELO CÉSAR MAGALHÃES

 

Tenho reiterado que no nosso quadro de árbitros o mais confiável é o Avelar Rodrigo, os outros, com uma ou outra exceção, não gozam do nosso apreço. Ontem o César Magalhães mais uma vez nos garfou a olho nu e a céu aberto e o pior de tudo é que vai ficar por isso mesmo. No meu ponto de vista está mais do que na hora do Fortaleza, via representante na Federação, e através do seu Departamento Jurídico, adotar as providências cabíeis.

 

Entra ano e sai ano e esse cidadão na maior desfaçatez tem causado enormes prejuízos e irreparáveis, ao Tricolor de Aço. Recentemente nos grafou na decisão da Taça Fares Lopes, e o interessante é que nos jogos decisivos, a “sorte” cai sempre sobre ele. Será sorte mesmo?

 

No ano passado apitou o Clássico-Rei e a decisão da Fares Lopes à qual nos reportamos. Neste ano arbitrou novamente o nosso principal clássico. Gostaria muito de assistir a um sorteio e conferir as pedras ou o que for, para que eu possa acreditar e me certificar da sua imparcialidade.

 

No jogo de ontem e só não é hilário porque é trágico para o Tricolor,  o zagueiro Valdo cometeu a penalidade máxima sobre o Alípio, vez que o empurrou acintosamente com as duas mãos no seu peito, derrubando-o a um metro de distância, para só então tocar na bola. Pênalti claríssimo não assinalado.  Depois do lance e ninguém sabia se o Cesar Magalhães iria dar bola ao chão, os jogadores tricolores ficaram à espera da sua marcação, acreditando que teria a mecânica e o encaminhamento costumeiros. Qual nada!

 

Em qualquer lugar do mundo o árbitro ao dar bola ao chão chama dois jogadores, evidentemente que um de cada time, e toca a bola para um deles para que o mesmo possa fazer o fair-play. Se alguém achar que não é assim, incluindo o Senhor César Magalhães, que me conteste. O que foi que o cidadão, sé é que assim podemos chama-lo, fez? Pegou a bola, deu no pé do jogador Pio que, usando de malandragem, acionou o ataque do Ceará, diante de um Fortaleza desarrumado que, embora de forma não acintosa, ainda se queixava da não marcação do pênalti.

 

Evidentemente que o nosso setor de marcação vacilou, isto porque, conhecendo o adversário, que está sempre se utilizando de ações antiéticas e é vezeiro em burlar as leis, todos teriam a obrigação de ficar atentos. Diz o ditado que, “em terra de sapo de cócoras com ele”.  Não estou pregando aqui a filosofia de que o Fortaleza também tem que usar a malandrice ou da esperteza, mas que tem que ficar pelo menos focado, diante de um adversário que usa desses artifícios e subterfúgios. [W71] 

 

Passemos à expulsão do Gustavo.  Inegável que o atleta cometeu a falta, que poderia ser evitada, até porque aconteceu no meio de campo. Obviamente que também era para ser punida com um cartão amarelo.  O César Magalhães, que se encontrava quase encoberto e a uns trinta metros do lance, já correu de lá com o cartão vermelho na mão.

 

Nem se quer conferiu o que havia acontecido ou consultou o auxiliar, que talvez nem adiantasse, porque esse passou o jogo todo com a mão engessada para cima marcando falta a favor do nosso rival. Este seria, no entanto, o comportamento usual e esperado.

 

Cinco minutos depois o Elton entrou com a mesma intensidade no Bruno Melo e com o agravante de a falta ter sido cometida por trás, e o aludido árbitro, utilizando-se de dois pesos e duas medidas foi mais rápido ainda em apresentar o cartão amarelo, que teria de ser vermelho se houvesse a coerência e a conformidade de sua parte.

 

Ressalte-se que o César Magalhães nos tirou literalmente da Copa do Brasil, posto que, quando da decisão da mesma, Fortaleza 1 x 1 Floresta, marcou uma penalidade não existente pretensamente cometida pelo Bruno Melo; deixou de assinalar uma falta máxima dentro da área cometida sobre o Lúcio Flávio e anulou um gol legítimo e lídimo do Gabriel Pereira. Foram três erros gravíssimos ou três achaques?  Quem se habilita a responder?

 

PENSAMENTO DO DIA - Para julgar um homem, basta observar quais os seus amigos. (François Fénelon).

 

Por hoje c’est fini.

 

 

 

 

 [W71]

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.