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O LEÃO SE EMARANHOU NA FLORESTA

15 Mar 2018

 

O Fortaleza fez o seu pior jogo da temporada e perdeu para o Floresta por 1 x 0 e o pior de tudo isso é que, a exemplo do que aconteceu na derrota para o Horizonte, o que se percebia a olho nu é que a equipe perdera quase que por completo a capacidade de reação.

 

O próprio treinador Rogério Ceni, na Coletiva,  declarou alto e de bom som que, após sofrer o  gol o time praticamente degringolou, tanto é que o Floresta esteve mais perto de ampliar o marcador do que o Fortaleza de empatar.

 

E porque aconteceu esse desastre? Exatamente porque o time não se encontrou em momento algum nas suas linhas. O Boeck esteve sempre muito bem e salvou pelo menos três oportunidades reais de gol.

 

Os laterais praticamente nada produziram. O Bruno Melo ainda tentou, mas pouco foi à linha de fundo, até porque faltou mais entrosamento com o Osvaldo, com quem deveria ter buscado a tabela, ou o chamado “um dois”, ademais careceu de um meio campista para lhes auxiliar nas  triangulações. O Alan no segundo tempo ainda tentou, mas sem verticalização.

 

O Tinga, provavelmente fez a sua pior partida pelo Tricolor. Levou muitas bolas nas costas, a exemplo da jogada do gol que, diga-se de passagem,  foi um aborto da natureza, vez que a bola ao ser prensada no ataque tricolor, ganhou a direção do ataque do ataque do Floresta, espirrando como se diz popularmente na esquerda no pé do atacante do Floresta.

 

Para dificultar a vida do Tinga o Edinho foi uma peça completamente apagada, de modo que os dois, também em função da falta de um meia para cair pelo setor, quase nada produziram pela direita, faltando aqueles cruzamentos precisos para municiar o Gustavo.

 

Saímos das laterais para dizer que o miolo de zaga do Fortaleza precisa ser repensado.  O Jussani é muito lento, levou várias bolas nas costas, tanto é que correndo em linha reta e “a menor distância entre dois pontos é uma reta” , foi incapaz de chegar primeiro do que o atacante do Floresta.

 

No meu ponto de vista, mesmo que não seja o suprassumo dos zagueiros, o Roger Carvalho tem que ser titular e se o Rogerio continuar insistindo com a zaga atual, inquestionavelmente irá comprometer o seu trabalho.

 

O que se depreende, e essas quatorze partidas  nos permitem avaliar com mais propriedade, é que o Fortaleza carece de um zagueiro pela direita,  com mais predicados técnicos do que os atuais e capaz de infundir mais confiança à torcida.

 

O Adalberto, ao lado do Boeck, foi o melhor jogador do Fortaleza e, com certeza, deve ser o titular da posição, pois é muito seguro, sabe se antecipar às jogadas, coisa que o Ligger não sabe e,  ainda por cima,  é expert em sair jogando. Precisa melhorar em dois pontos: Cabeceio e no passe, pois andou errando alguns.

 

Em se considerando o plantel atual o meio de campo tricolor vem deixando muito a desejar e ontem não foi uma exceção. O Pablo quebrou a bola, pois nem marca e nem arma, além de errar passes em excesso.

 

Vem sendo titular pelo que produziu no ano passado e ninguém pode ser titular apenas pelo nome, ou pelo que fez no passado. Parafraseamos uma música para afirmar que o “o futebol é da hora”.

 

O Igor é muito voluntarioso, mas nem de longe protege a zaga como o Anderson Uchoa, que desde que saiu do time a zaga tricolor ficou desprotegida.  Não pode ser reserva desse time, mesmo não tendo verticalidade no passe. Essa função deve ser do Felipe, que precisa ter mais atenção e deixar de vacilar em  alguns lances cruciais, tendo tudo para ser titular do time.  

 

No setor de criação reside o grande problema. O João Henrique quando entra de primeira some do jogo e o Alan Mineiro, além de não  vir jogando regularmente, precisa mostrar o seu futebol, pois ainda está devendo uma boa exibição.

 

No ataque o Gustavo é absoluto, mas o Leo Natel, o Edinho e o Wesley de vez em quando fazem um boa partida para em seguida, claudicarem em outras,   pecando  por falta de regularidade.

 

Não exaramos essa análise por sermos comentarista de  obras acabadas, mas baseados na últimas atuações do time, mormente contra o Uniclinic e Floresta e até mesmo no segundo tempo do jogo contra o Ceará.

 

Em todos esses jogos constatamos a queda de produção do time e especialmente de preparo físico no segundo tempo, situação que precisa ser avaliada.

 

Pensamento do Dia – Futebol é igual a mulher bonita: Pode te deixar triste ou feliz, nunca se sabe. (Victor Pandolfo).

 

Por hoje c’est fini.  

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.