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VAMOS APOIAR O TIME E O ROGÉRIO CENI, PORQUE TUDO AGORA COMEÇA DA ESTACA ZERO.

25 Mar 2018

                             CRITICAR O ROGÉRIO CENI É FAZER O JOGO  DO ADVERSÁRIO

 

Reporto-me ao jogo de hoje para afirmar que o histórico dos embates entre Fortaleza e Floresta é ínfimo, especialmente no que tange ao Fortaleza enquanto mandante. São apenas três jogos, dois dos quais pela Fares Lopes e um pelo Cearense, em que o Tricolor venceu uma partida, perdeu outra e cedeu um empate tendo amealhado 4 pontos em nove possíveis, que correspondem a um percentual de eficiência de 44,4%, similar ao do oponente.

 

Sob esse prisma o jogo de hoje, além de ser importante para o planejamento do Fortaleza para o ano em curso, reveste-se também de uma espécie de tira-teima, em que o Tricolor deve fazer prevalecer a sua condição de time grande, que tem um elenco tecnicamente superior e que precisa traduzir esse handicap em resultado.

 

Acredito que o Rogério Ceni provavelmente jamais lerá essas minhas mal traçadas linhas, contudo, gostaria de dizer que qualquer crítica ao nosso treinador soa como inoportuna e extemporânea, tendo em vista que o seu percentual de desempenho é de 74% que, inquestionavelmente, o situa entre os  detentores dos melhores aproveitamentos do país.

 

Os críticos de plantão, que atendem a interesses que não são os do Fortaleza, mas muito provavelmente dos nossos adversários, podem-me contestar, apresentando como argumentação a teoria de que o Cearense é muito fraco tecnicamente não servindo, pois, como parâmetro para uma avaliação criteriosa de desempenho técnico.

 

Pode ser que tenham razão, entretanto cabe uma indagação: Como esses analistas me explicariam o desempenho do Ferroviário na Copa do Brasil, especialmente em se considerando que o mesmo não conseguiu a classificação para as semifinais do Cearense?  

 

Acredito que essa performance do Ferroviário derrube qualquer teoria em contrário,  deixando os contestadores sem respostas, até por que tenho acompanhado diversos campeonatos e não estou conseguindo vislumbrar uma diferença técnica muito acentuada com relação ao nosso certame.

 

Considerando-se todo esse cenário, sou da opinião de que devemos apoiar o nosso treinador e deixar de fazer o jogo daqueles que pugnam pela derrocada do Fortaleza e que procuram por todos os meios implantar e disseminar a discórdia nas nossas hostes.

 

Temos que ir para o jogo de logo mais, esquecendo os problemas anteriores, pois remoê-los não nos ajuda   em nada. A situação é outra e o Fortaleza, assim como os demais clubes que se classificaram precisam mostrar serviço, pois ninguém ganhará somente com o nome ou se classificará com os pontos conquistados nas fases anteriores. Tudo começa da estaca zero.

 

Todos nós sonhamos com duas vitórias do Fortaleza, entretanto se o Rogério Ceni mantiver o percentual de desempenho das fases anteriores, de 73,8%, conquistará 4,42 pontos, que arredondados para baixo correspondem a 4 pontos e estará classificado.

 

Pensamento do Dia – Palavras se perdem ao vento e atitudes se eternizam no coração.

 

Por hoje c’est fini.

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.