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FORTALEZA VENCE O SAMPAIO CORRÊA COM AUTORIDADE

O Tricolor venceu o Sampaio Corrêa por 1 x 0, num jogo em que o time maranhense veio nitidamente com a estratégia de se entrincheirar na defesa e sair em contra-ataques esporádicos que, à exceção de um ou dois ataques, praticamente não levaram perigo à meta tricolor. Diria que esse foi o  “bicho” mais mole do Boeck,  nos últimos tempos.

 

Presenciamos praticamente uma partida de ataque contra defesa em que o Fortaleza merecia ter vencido por pelo menos  por três gols de diferença. Estou procurando na memória um lance de efetivo perigo contra a meta tricolor e a rigor, me parece que só aconteceu um,  no segundo tempo, nas costas do Tinga que, meio cansado, não teve fôlego para acompanhar o atacante.

 

Aliás o Tinga não esteve nos melhores dias, assim como o Edinho estava muito preso à marcação, especialmente quando procurou se  deslocar para a meia direita, congestionando o setor e privando a equipe de bons ataques, isto porque ninguém penetrava pelo corredor aberto. O Patrick tentou, mas lhe falta o cacoete de ponta.  

 

Quando o Edinho passou a jogar novamente na sua posição, e falamos do segundo tempo,  o jogo do Fortaleza voltou a fluir, até porque começaram a acontecer várias tabelinhas com o Jean Patrick e triangulações dos dois com o Tinga. Numa delas saiu o gol tricolor. Em mais uma das muitas jogadas pela direita o Edinho foi à linha de fundo e já dentro da área cruzou forte para o Gustavo escorar para o gol

 

Foi um lance bem trabalhado em que ficou patente todo  o oportunismo do Gustavo, pois a bola foi cruzada com força e o nosso artilheiro penetrando pelo bico esquerdo da pequena área se jogou para desviá-la com força para dentro do  gol. Um décimo de segundo a mais e a mesma teria se perdido pela linha de fundo.

 

Ressalte-se que momento antes, numa mesma triangulação  pela direita e sempre com o Jean Patrick e o Edinho e, por vezes com o Dodô,  a bola foi defendida parcialmente  pelo goleiro, sobrando para o Marlon que, completamente livre, chutou por cima perdendo, sem sombra de dúvidas,  e em razão da retranca do Sampaio Corrêa,  a melhor chance do jogo.

 

Quando defendemos a premissa de que o placar mais justo seria, pelo menos de três a zero, estamos falando por convicção e não  por paixão, tendo em vista que o Tricolor colocou duas bolas no travessão,  a primeira numa cabeça pelo Gustavo e outra numa falta cobrada pelo Dodô e sem falar que pelos menos duas bolas  passaram rentes ao poste.

 

O Tricolor era para ter construido o  placar, conforme ficou demonstrado por esses lances, logo no primeiro tempo, contudo, a trave e as boas defesas do goleiro do Sampaio evitaram um escore mais dilatado. A vitória no entanto, foi justa e conforme defendeu o Rogério “sem sustos”, isso porque o Sampaio veio com uma proposta muito defensiva, possivelmente apostando na retranca e numa bola.

 

Uma boa vitória e pelo conjunto da obra o time merece nota oito  e meio, isto porque algumas peças destoaram um pouco,  entretanto a produtividade do todo superou as atuações individuais. Como destaques temos o Derley e o Edinho.

 

Outro jogo que merece o nosso destaque aconteceu entre Vila Nova e CSA, em que o time alagoano levou a melhor, vencendo por 1 x 0,  fora de casa,  assumindo a segunda posição e  defenestrando o Coritiba, que caiu para a quinta posição e de quem dista agora quatro pontos, ganhando uma certa tranquilidade para a próxima rodada.  

 

Por hoje c’est fini.   

 

 

 

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.