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FORTALEZA VENCE O NÁUTICO COM CERTA FACILIDADE.

16 Jan 2019

                                   JÚNIOR SANTOS O NOME DO JOGO (FOTO DIVULGAÇÃO)

 

 

FORTALEZA VENCE O NÁUTICO COM CERTA FACILIDADE.

 

 

A primeira rodada da Copa do Nordeste de 2019 teve início ontem com três partidas, envolvendo confrontos de clubes do   Grupo A contra clubes do Grupo B, conforme prescreve o  regulamento.

 

Em qualquer competição o regulamento, quando não é desconhecido no todo ou em parte, sempre traz dúvidas que procuraremos elucidá-las. Vamos ao mesmo:

 

Na primeira fase, 16 times são divididos em 2 grupos de 8 e as equipes de um grupo enfrentam as do outro grupo em turno único. Os quatro primeiros de cada chave avançam para as quartas de final.

 

Nesta fase, na eventualidade de duas equipes terminarem empatadas, os critérios de desempate são: 1) mais vitórias; 2) melhor saldo de gols; 3) mais gols pró; 4) menos cartões vermelhos; 5) menos cartões amarelos; 6) sorteio.

 

Quartas de final e Semifinal serão   disputadas no sistema mata-mata em jogo único e, em caso de empate, a vaga é decidida na disputa de pênaltis.

 

A Final será disputada em jogos de ida e volta e, em caso de igualdade nos pontos e, posteriormente, no saldo de gols do confronto, o título vai para a disputa de pênaltis.

 

Na rodada inaugural de   ontem o Vitória, Grupo A, saiu para enfrentar o CSA, do Grupo B e conseguiu um empate. Um bom resultado, especialmente se levarmos em conta que o time alagoano foi o que mais contratou, além de ter mais tempo para treinar, razão por que  esperávamos que rendesse mais.

 

Em outro embate o Botafogo, do Grupo B, recebeu o Santa Cruz, do Grupo A e cedeu o empate, cujo placar, no nosso entendimento,   está dentro da normalidade, até porque os dois times eram uma espécie de enigma.  Em virtude de atuar fora de casa o Santa se deu melhor.

 

Na terceira partida o Náutico, do Grupo B,  recebeu o Fortaleza, representante do Grupo A e foi derrotado por 3 x 1, resultado que deixou o Tricolor na ponta da tabela.  

 

Temos que analisar essa partida sob dois prismas. Em primeiro lugar o Tricolor, que ainda não concluiu a formação do seu elenco, encontrando-se ainda no Mercado com esse fito, especialmente em busca de algumas peças, a exemplo de um meia de ligação, ou camisa 10, como se diz usualmente, gerava uma certa expectativa diante do seu torcedor.

 

O segundo ponto a ser observado é que o time teve apenas 13 dias para treinar e sem que tivesse a onzena definida, vez que contratações vêm sendo anunciadas com muita frequência, nesse período de pré-temporada, contingência que compromete o entrosamento.

 

Por outro lado não vem contratando medalhões e isso vem deixando, de certa forma, uma parte da torcida irrequieta, a qual gostaria de ver mais celeridade nas contratações e, preferencialmente, de atletas mais renomados.  Não raro nos deparávamos com essas críticas diárias, de quantos não botavam muita fé no time.

 

Por tudo isso, além de termos que comemorar a vitória, por um placar bastante significativo e que não deixa dúvidas, temos que evidenciar que até mesmo esses críticos concordam que a equipe teve um bom desempenho e  fez uma partida digna de  elogios.

 

Deparei-me com algumas ressalvas feitas  ao  Boeck, em função de ter falhado no gol do adversário. Muito rigor, isto porque haveremos de convir que o nosso goleiro, nos momentos mais cruciais, especialmente no primeiro tempo, fez defesas importantes, tendo crédito de sobra, tanto por esse jogo como por tantos outros.  

 

O certo é que o time se houve bem e, sem prejuízo dos demais jogadores, e fazendo coro com boa parte dos analistas, somos da opinião   que o Felipe, o Paulo Roberto e o Júnior Santos foram os destaques da partida.

 

Reafirmando o meu ponto de vista discordarei um pouco dos que criticaram o Boeck,  com muita ênfase e, de certa forma com exagero,  para ratificar que o incluo entre os destaques da partida, pelo fato relevante de que o mesmo, no primeiro tempo, quando o Náutico aumentou o volume de jogo e andou preste a empatar, praticou defesas essenciais e primordiais para que o Tricolor mantivesse a vantagem.

 

Se não bastasse, no início do segundo tempo fez mais uma defesa monumental, que o redime do erro porventura cometido na saída da meta, meio atabalhoada, que redundou no  tento adversário. Saliente-se que no lance a zaga, ao ficar estática, também contribuiu para o gol do Náutico.  Acredito que essas explicações sejam conclusivas.

 

Por hoje c’est fini.

 

 

   

 

 

 

    

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.