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CEARÁ,  DONO DE UM PENTA QUE NUNCA EXISTIU.

 

CEARÁ,  DONO DE UM PENTA QUE NUNCA EXISTIU

 

O Fortaleza, que entrou em campo neste sábado pela terceira rodada da Copa do Nordeste, perdendo para o Botafogo (PB), por 1 x 0, fora de casa, volta aos gramados nesta        quarta-feira, às 20 horas, pelo primeira rodada da segunda fase do Cearense, enfrentando o campeão da fase inicial, o Barbalha, teoricamente um compromisso dos mais difíceis.

 

O Barbalha na primeira fase, disputada por oito clubes em turno único e sem a presença de Fortaleza e Ceará, situação que evidenciamos para a eventualidade de consultas futuras, terminou aquela etapa invicto, numa demonstração inequívoca de ser um time competitivo.

 

Na fase inicial somou 15 pontos, relativos a 4 vitórias e 3 empates,  em 21 possíveis, apresentando um percentual de desempenho de 71,42%. Marcou 12 gols e sofreu apenas 7, saldo de 5 gols.

 

Em casa e frisamos que mandou os seus jogos no Romeirão em Juazeiro e não em Barbalha,   venceu o Atlético por 2 x 1,  o Iguatu por 2 x 0, o Floresta por 3 x 2 e o Guarani de Juazeiro por 3 x 0, apresentando um desempenho de 100%.

 

Fora de casa empatou todos os seus jogos: Guarany de Sobral em 1 x 1; Horizonte em 0 x 0 e  Ferroviário em 1 x 1 sendo, pois, o time a ser batido e que, provavelmente exigirá muito do Tricolor de Aço, que entrará em campo buscando a reabilitação.

 

Nesta primeira rodada da segunda fase, o Ceará que “comprou” o mando de campo do Floresta,     transação que foi denominada pela imprensa que lhe é simpática de “acordo verbal entre os presidentes”, se deu bem em todos os sentidos, visto que goleou o time da Vila Manoel Sátiro por 4 x 0.  

 

Os regulamentos não falam em ilegalidade nesse tipo de acordo, que sempre envolve dinheiro e que por essa razão beneficia os clubes detentores de maior poder econômico. Pode não ser ilegal, mas com certeza é imoral e antiético e depõe contra a decência no futebol.

 

Fosse o Fortaleza que tivesse adotado esse tipo de atitude, estaria sendo execrado por parte da imprensa, que rotularia esse ato como uma manobra para tirar proveito ilegal e indevido. Como foi o Ceará o silêncio é sepulcral.

 

Quero apenas alertar aos dirigentes tricolores para o fato de que conheço o nosso rival há 60 anos e este, ao longo da história  tem sido adepto da filosofia de maquinar visando levar vantagem em tudo,  ou da famosa “Lei de Gerson”, que nunca foi escrita e que é uma injustiça para com esse grande craque do futebol brasileiro.

 

Isso posto, não tenho dúvidas de que o time de Porangabuçu por todos os meios, éticos ou não,      tramará para conquistar esse tricampeonato. Digo isso com a autoridade de quem defende a união dos dois clubes fora de campo que, no entanto, tem que ser construída sobre bases sólidas em que pontilhe a honestidade e o respeito mútuo.

 

A respeito desse penta inexistente, defendo a premissa de que, do mesmo modo que o Mário Degésio o outorgou ao Ceará, ou seja, de ofício, o  Mauro Carmélio pode retirá-lo, em nome da verdade, da Justiça e da decência.

 

Admito, após muitas pesquisas que, considerando a Jurisprudência sobre essas questões, que tem unificado e concedido títulos, embora não oficiais, a diversos clubes, que o Ceará, pode até ser “aquinhoado” com um tetracampeonato, relativos às conquistas do Rio Branco, pela Liga Metropolitana, de 1914 a 1917, mas jamais com um penta.

 

Isso porque esse penta foi concedido sobre bases desonestas e abomináveis, posto que, em  1918 o campeão oficial da Liga Metropolitana, assim como o Rio Branco o fora nos anos anteriores, foi o Fortaleza. Está na História e ninguém pode mudar ou alterar o seu curso.

 

O Ceará inconformado, e basta ´pesquisar para comprovar, fez um torneio de compadres, junto com o Maranguape, seu aliado de todas as horas, à revelia da Liga Metropolitana e por meio desse ato desonesto e ilícito, foi “presenteado” com um penta que nunca conquistou.

 

Não sou contra o time de Porangabuçu conquistar títulos, sou contra a conquista desonesta,     antiética e indecente como a do Penta,  razão por que defendo a premissa de que a Federação, na busca da verdade e da justiça,  deveria nomear uma comissão, formada por pessoas de reputação ilibada e de reconhecida neutralidade, para apurar este fato. Com a palavra o departamento Jurídico do Fortaleza.

 

Por hoje c’est fini.

 

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.