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BOA ESTREIA TRICOLOR NO CEARENSE

 

BOA ESTREIA TRICOLOR NO CEARENSE

 

O  Fortaleza na estreia do Cearense venceu o Barbalha por 3 x 1, construindo um placar que não traduz e nem exprime o que foi a partida, haja vista que o time do Cariri, mesmo demonstrando que sabe jogar, que não dá chutão, se rendeu ao melhor desempenho técnico tricolor.

 

No primeiro tempo o Fortaleza passou a dominar desde os primeiros minutos, com saídas rápidas e muitos toques de bola, mas essa supremacia só viria a redundar em gols aos 21 minutos, com um gol de Tinga de cabeça, na posição de centroavante, em bola cruzada pelo Ederson quem num sistema de flutuação, por vezes ocupou essa posição.

 

O Segundo gol surgiria de uma tabela bem formulada na entrada da área do adversário em que o atacante Junior Santos limpou o lance, tirando o marcador da jogada,   e chutando forte e colocado para vencer a meta barbalhense. Desenhava-se aí uma goleada.

 

No segundo tempo o domínio continuou, tanto é que o goleiro do Fortaleza, fez apenas uma defesa, não sendo muito exigido, mas passando segurança para a torcida e deixando claro e evidente que o Tricolor está bem servido de goleiros.

 

Abro um adendo para falar ainda da partida contra o Botafogo, por ver que alguns torcedores estão criticando o Boeck, que tem muito crédito conosco, especialmente por ter sido um gigante e um baluarte na Série C e na Série B, sendo um dos responsáveis pelas duas ascensões, da C para a B e da B para a A.

 

Não tenho procuração para defende-lo, isto porque naquele lance todos pecaram. O Derley, que ontem mostrou muita segurança, entrou naquela partida meio atabalhoado, como se diz popularmente, tal qual um cachorro que cai de um caminhão de mudança, fazendo uma falta que poderia ter sido evitada.

 

Ressalte-se também que o “foul” praticado pelo Derley foi acidental, vez que o jogador não tinha a intenção de comete-lo. Na sua cobrança a barreira abriu forçando o Boeck a fazer uma defesa tempestiva e para completar os defensores não fizeram a devida cobertura.

 

Voltamos à partida de ontem para dizer que no segundo tempo o Fortaleza viria a fazer o terceiro gol de pênalti, depois do qual perdeu uma grande sequência de gols que me levam a defender a premissa de que um placar mais dilatado, de até 6 gols, ou mais, não causaria admiração.

 

O castigo veio a cavalo consagrando o ditado popular que reza que “quem não faz leva”, de forma que no final do jogo, num lance fortuito em que a bola estava praticamente sob o domínio do Tinga, que escorregou e falhou dantescamente, ficando livre para o atacante.

 

Mercê dessa falha o atacante barbalhense penetrou livre, sofrendo a penalidade na disputa com o goleiro Felipe Alves, sobre o qual tenho minhas dúvidas, visto que o goleiro tricolor tocou antes na bola, havendo depois o choque natural entre dois corpos que ocupavam o mesmo lugar no espaço, o que não pode ocorrer consoante a Física.

 

O Leo Simão, para não fugir à regra, prejudicou o Fortaleza, primeiro pela falta de critérios na aplicação de cartões amarelos sendo muito complacente com o Barbalha e muito severo com o Fortaleza.

 

Mostramos uma situação real para dizer que o Felipe entrou com um pé alto, a chamada sola, só que sem violência e recebeu um cartão amarelo. No segundo tempo o jogador do Barbalha entrou nas mesmas circunstâncias e com mais violência, não recebeu cartão e nem a falta foi marcada.

 

Afora isso e somente as imagens podem provar o contrário, no meu entendimento o Fortaleza teve um gol mal anulado, visto que o atacante veio de trás. Não é marcação cerrada sobre o Leo Simão, mas o mesmo amarelou quase todo o time do Fortaleza, por faltas banais. Dependesse de mim e não apitaria jogo do Tricolor.

 

Estava construído o placar de 3 x 1, que não é ruim, mas que se mais ampliado poderia ter guindado o  Tricolor à primeira colocação, posto que, com mais 2 gols e, perdeu pelo menos 6, assumiria a ponta pelo critério de gols marcados.  

 

Não vamos também crucificar o Tinga, que fez uma boa partida. Vamos torcer para que esse tipo de distraimento não mais venha a ocorrer, haja vista que, por vezes o efeito é insignificante, como neste jogo, mas em outras oportunidades pode ser letal, especialmente se o jogo for decisivo.

 

O time como um todo apresentou uma evolução. Gostei do Derley, na posição de zagueiro, sempre em sintonia com a torcida; do Paulo Roberto na contenção que, além de bom jogador, tem bom passe e ainda no meio de campo do Felipe, que contribuiu para um melhor desenvolvimento das jogadas.

 

Na frente gostei do Junior Santos, sempre se movimentando bem e premiado com um belo gol e do Edinho, que mostrou mais ritmo de jogo e contribuiu decisivamente para que o time apresentasse mais velocidade. Não temos nenhum destaque negativo.

 

Por hoje c’est fini.

 

 

 

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.