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TRICOLORES: MANDEM OS NOSSOS INIMIGOS PLANTAR BATATAS!

 

 

  ROGÉRIO CENI ÍDOLO TRICOLOR: UM MITO INCOMODA A MUITA GENTE

 

 

TRICOLORES: MANDEM OS NOSSOS INIMIGOS PLANTAR BATATAS!

 

 

Não! Não existe crise no Fortaleza apesar dos seus fabricadores, que pululam na   imprensa cearense desde priscas eras, pretenderem fomentá-la, como se fora um ato obsessivo-compulsivo.

 

Parafraseamos o grande cientista e filosofo francês Blaise Pascal para dizer que “por razões que a própria razão desconhece” não consigo compreender o motivo que leva o Tricolor de Aço a ser tão espezinhado e o nosso rival tão blindado por essas pessoas.

 

Começamos a rechaçar esse tipo de informação argumentando que o Fortaleza conta na sua direção técnica com um homem sério, indiscutivelmente um grande profissional que, em quase três décadas de São Paulo, apresentou sempre uma conduta ilibada e irrepreensível.

 

Embasando mais ainda o nosso ponto de vista redarguimos com a tese de que os inimigos do Fortaleza, por terem inveja da estatura moral e profissional do nosso treinador, diariamente maquinam para tirá-lo do clube, felizmente sem sucesso.

 

O pior é que esse trabalho levado a cabo de forma sutil e disfarçada encontra guarida em alguns torcedores, os mais maleáveis, que se deixam convencer com muita facilidade, razão por que apelamos para que não deem ouvidos as tramas dos inimigos do Tricolor.

 

São poucos, mas conseguem causar um certo estrago ao pregarem, por exemplo, que “há tempestade à vista no Tricolor. Não há não!

 

O Fortaleza tem no Marcelo Paz um presidente que tem palavra, honra e persistência, de modo que não serão umas poucas derrotas, possíveis e passíveis de vir a acontecer, nesse momento de reestruturação do elenco, que farão com que o mesmo perca a serenidade que lhe é peculiar.

 

O projeto do Fortaleza é a longo prazo e duradouro e o staff diretivo, na medida do possível vem atendendo às solicitações do treinador, que também tem se mostrado bastante compreensível e sensível diante das dificuldades.

 

Dificuldades existem,  mas   não são capazes e suficientes para  balançar a nossa sólida estrutura e  e se todos nós permanecermos unidos não perderemos o nosso Norte, ou o nosso foco,  e ninguém conseguirá nos desestabilizar.

 

O Fortaleza acaba de anunciar duas contratações que, no meu ponto de vista pode e dará liga. O Welington Paulista é um centroavante de ofício e na minha ótica pode se enquadrar muito bem no modelo tático do Rogério, que gosta de atuar com dois velocistas pelos lados e um atacante centralizado, que tenha intimidade com a pequena área.

 

O Wellington tem 1,83 metros é muito bom no cabeceio. Não é um goleador extraordinário, desses fora de série, mas ostenta uma boa média de 1 gol a cada  2,88. Não há como escolher muito, pois estamos numa escassez de craques e especialmente de centroavantes. 

 

Evidentemente que não podemos compará-lo com os fenômenos, como por exemplo o Romário, que detém a média de 1 gol a cada 1,21 partidas, contudo, no meu entendimento equipara-se aos principais centroavantes brasileiros medianos da atualidade.  

 

O Roger do nosso rival, que atuou por times importantes como Corinthians, São Paulo, Palmeiras, Fluminense e Botafogo, tem 485 jogos na carreira, incluindo as partidas pelo Ceará nessa temporada,  e marcou 153 gols, apresentando uma média de gols por jogo de 3.16 abaixo, portanto, do desempenho do Wellington Paulista.

 

Para fechar o elenco sou da opinião que falta um zagueiro canhoto, vez que destros temos quatro, dos quais pelo que depreendo nenhum é ambidestro e um meia com predicados técnicos suficientes para credenciá-lo a ser o líder do time. O Dodô ainda não adquiriu essa capacidade de liderança que, geralmente vem com o tempo.

 

Finalizando essas modestas linhas gostaria de solicitar à Nação Tricolor que não se deixe levar pela opinião dos inimigos do clube que pretendem tão somente tumultuar o ambiente e desestabilizar o ambiente, buscando fomentar a guerra entre a torcida e a comissão técnica, em nome de uma verdade que se sustenta em cima de mentiras.

 

Deixem a diretoria e o Rogério trabalhar e vamos nos unir em torno dos nossos projetos, porque os frutos virão mais cedo do que imaginamos. Sozinhos somos apenas um clube, mas juntos e unidos somos uma fortaleza!

 

Que tal darmos um chega para lá no pessimismo? Esse posicionamento só interessa a aqueles que não gostam do Tricolor, os quais, diariamente pugnam e torcem pela nossa desgraça.

 

São os mesmos que vociferam contra o Rogério Ceni a quem odeiam e que apregoam aos quatro ventos que o Tricolor, de véspera,  já foi derrotado pelo Ceará, com o único objetivo de nos causar medo, insegurança,  apreensão e dúvidas. A esses digam não e   que os deuses do futebol os perdoe, pois não sabem o que falam! Preferencialmente, mande-os plantar batatas!

 

Por hoje c’est fini.    

 

 

 

 

 

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.