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FORTALEZA CONQUISTA VITÓRIA SUADA.

22 Mar 2019

                                                        FELIPE ALVES - O NOME DO JOGO

 

FORTALEZA CONQUISTA VITÓRIA SUADA.

 

Na nossa análise, a não ser que em tenha visto outra partida, defendo a premissa de que Fortaleza e Floresta fizeram um jogo fraco tecnicamente, de muita correria e de pouca objetividade, principalmente por parte do Tricolor, que abriu o marcador logo de início,  em razão de uma falha do zagueiro, mas afora isso pouco agrediu ao oponente.

 

No segundo tempo o Floresta cresceu de produção e passou a fustigar o Fortaleza em busca do empate, deixando-o completamente à sua mercê, tanto é que o Felipe Alves, o melhor jogador tricolor  em campo fez uma série de defesas importantes e saiu consagrado. De goleiros estamos bem.

 

Todos nós ficamos aliviados quando a partida terminou, isto porque foi um verdadeiro teste para as coronárias que, consoante pesquisas,  são artérias que levam o oxigênio ao miocárdio e  pelo mal   funcionamento podem ocasionar o infarto, por falta de oxigenação. Muita gente teve falta de ar.

 

E por que atuamos tão mal? Por diversos fatores dos quais enumero   alguns. O  Fortaleza completamente perdido perdido e fora da sua maneira de jogar, consagrada na Série B, em que, taticamente, começa a marcação desde a defesa do adversário,  cognominada de “marcação alta” e quando ataca o faz em bloco.

 

Para completar não havia quem pusesse a bola no chão, que parecia  queimar nos pés dos nossos meio-campistas e sem falarmos nos inúmeros passes errados e, como consequência,  resultando na falta de municiamento dos os nosso atacantes.

 

Como resultado natural o time no decorrer da partida criou apenas cerca de quatro oportunidades reais de gol, uma convertida e três desperdiçadas, isto porque o primeiro gol foi resultante de um presente da defesa florestense.

 

O Tricolor começou dando a impressão de que seria o dono do jogo,   mas aos poucos foi  tragado e engolido pela velocidade do adversário já  prevista e,  ainda  pelas suas tabelas engendradas pelos lados do campos, pelos dois laterais e os pontas, que não tivemos forças e meios para neutralizá-las.

 

O Rogério ao colocar o Derley logo no início do segundo tempo diminuindo um pouco mais os espaços, mas as dificuldades dos nossos laterais persistiram, mormente do Araruna que no final da partida, completamente extenuado,  chegou atrasado na disputa com o atacante,    errou a passada e cometeu uma penalidade desnecessária.

 

Evidenciamos alguns problemas que   concorreram para a nossa má atuação: Os   dois laterais quase não apoiaram, de modo particular o Araruna, que não foi à linha de fundo uma única vez.

 

O Carlinhos poderia dar esse apoio ao ataque, porem ficou perdido no meio das tabelinhas entre o lateral e o ponta, que   infernizaram a sua vida.

 

Via de regra o modelo tático do Floresta por quaisquer das extremas era rigorosamente semelhante, contudo não tivemos forças para anulá-lo. Ao que parece nos faltou pernas, posto que não podemos afirmar que tenha faltado emprenho.

 

O Miolo da zaga se houve a contento. Causou-me espécie o fato do Quintero levar um cartão amarelo e ainda ser expulso.  O setor de contenção ofereceu muitos espaços por onde os meio-campistas do Floresta transitaram livres e o  Dodô tentou criar, mas uma andorinha só não faz verão.  

 

Isso deixa patente duas coisas: O time não pode depender apenas do Dodô para articular as jogadas ofensivas e o Felipe, criticado por muitos, fez muita falta. Acho-o um bom jogador, precisando apenas ser lapidado pelo Rogério Ceni,  objetivando evitar a displicência em alguns lances, que tem nos causado alguns transtornos.

 

Em que pese os dois gols marcados,   o ataque esteve um tanto quanto apagado, até porque as poucas chances construídas foram desperdiçadas pelo  Wellington Paulista e pelo Edinho outra no fim do jogo que, se convertida,  teria evitado o sufoco final.  Falta um pouco de capricho aos nossos atacantes, no último passe e nas finalizações.

 

Destaques:  O Felipe Alves, pelas defesas importantes, providenciais e consagradoras;  o Marcinho pelo belo gol. Afora esses o Derley pela raça, o Edinho pelo primeiro tempo e o Dodô pela busca de alternativas    merecem  menção honrosa. Os demais pouco se sobressaíram, ficando muito abaixo do que podem render.

 

Por hoje c’est fini.

 

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.