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ADRIANO BARROS - ARBITRAGEM DESASTROSA.

30 Mar 2019

                                    NÃO ADIANTA ESCREVER LIVRO E NÃO SEGUIR SEQUER A CARTILHA.

 

ADRIANO BARROS - ARBITRAGEM DESASTROSA

 

Ainda analisando as semifinais e não fiz isso antes em função de uma virose, tivemos os jogos de inda em que o Floresta, no  Domingão, empatou com o Ceará em   2 x 2, resultado que a sua torcida  de cabeça inchada, pelo fato de esperar a repetição da goleada da fase classificatória,  de e 4 x 0.

 

No Junco o  Guarany foi derrotado pelo Fortaleza por 1 x 0, placar que não traduz o que foi a partida, de domínio absoluto do Tricolor,  que poderia ter goleado se não fossem os inúmeros erros da arbitragem e ainda um pouco de imperícia dos nossos atacantes.

Fiz esse preâmbulo citando o jogo do nosso rival, em face do resultado nos interessar indiretamente, mas também para patentear que nessa fase não tem jogo fácil, vez que o Floresta que fora goleado pelo oponente na fase classificatória, mostrou a mesma evolução já apresentada contra o Fortaleza.  

 

Conforme frisamos o Tricolor criou várias chances, mas a maioria desperdiçadas pelos nossos atacante, pelo menos umas cinco oportunidades claras e cristalinas, numa demonstração inequívoca de que o ataque vem errando os últimos passes e sendo ineficientes na maioria das finalizações.

 

O Osvaldo, que fez o gol, num rebote do goleiro, perdeu duas chances claras diante do goleiro, casos do Júnior Santos e do Ederson, que não desperdiçou como os demais, mas não teve sorte no arremate. Em que a bola caprichosamente teimou em não entrar, muita gente do lado oposto gritou gol.

 

O time como um todo esteve bem, tendo em vista que, de modo surpreendente tivemos a volta do Tinga e do Bruno que, mesmo sem ritmo de jogo suportaram bem a dureza da partida, realizada num gramado encharcado e que deixa muito a desejar.

 

Faltou um pouco de entrosamento no miolo da zaga, que é natural, mas o time se sobressaiu muito bem na marcação, feita a partir do campo do adversário e com muita eficiência.  Todos os jogadores merecem o nosso destaque, mas o Edinho foi o melhor em campo, foi o que mais apanhou.

 

Outro fator que influi decisivamente no placar responde elo nome de arbitragem, vez que, para usarmos uma linguagem muito em voga do futebolês, “o Fortaleza foi garfado”, sem dó e sem piedade. A meu ver a arbitragem foi desastrosa, porém para a torcida foi “tendenciosa”.

 

Foi tão absurda que até profissionais que não fazem parte da imprensa tricolor a classificaram de “palhaçada”. Termo forte. Prefiro avaliar que  foi inconsequente e de certa forma irresponsável, dada à responsabilidade de mediação de um jogo de semifinal de um campeonato, do porte do nosso.

 

Diante desses erros injustificáveis contra o Fortaleza, a grande maioria da Nação Tricolor conjetura que há uma espécie de “corporativismo”, em razão de o clube, há décadas vir sendo prejudicado de forma quase sistemática, levando-o a solicitar arbitro de  fora para os jogos mais importantes e decisivos.

 

A opinião geral é que o Fortaleza, do mesmo modo que adotou essa medida para o embate contra o Floresta  deveria ter repetido a dose, cuja medida deve ser adotada para os jogos vindouros.

 

Que saudades de Adelson Julião, Lourálber Monteiro, Gilberto Ferreira e Leandro Serpa, para citar apenas alguns árbitros importantes que, mesmo tendo as suas preferências clubísticas, dignificaram a arbitragem cearense que, nas últimas décadas tem sido uma vergonha.

 

Coincidentemente o Fortaleza, fato que não ocorre com nenhum outro clube do estado,    com raríssimas exceções, pois ainda existem alguns bons árbitros, no decorrer dos últimos anos vem,   sistematicamente,    sofrendo danos  perpetrados por quase todas  as gerações de árbitros, como se fora um carma ou um estigma.

Os erros grosseiros do árbitro Adriano Barros já foram bastante comentados, mas vamos resumi-los: Dois pênaltis não marcados e um anulado, após ouvir o bandeira que já havia nos prejudicado,  em função de marcação de impedimentos inexistentes.

 

Falta de  critérios na marcação das faltas vez que assinalava todas contra o Fortaleza, mas contra o Guarany, nas mesmas circunstâncias, fazia vistas grossas, irritando a torcida, a comissão técnica e a diretoria.

 

Fiquei decepcionado, posto que depositava todas as minhas esperanças no senhor Adriano Barros, por ser de uma nova lavra, contudo constatei que o mesmo continua repetindo a prática abominável dos que o antecederam. Espero uma punição por parte da Federação condicente com os seus erros.

 

O  Fortaleza, por sua vez deveria ingressar formalmente com um protesto junto à Federação. Não há outro caminho, porque a impunidade estimula o erro.

 

Por hoje c’est fini.

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.