Desenvolvido por:

(88) 9 9776 7362

© 2016 por "Fortaleza Sempre". Orgulhosamente criado com Go Gestor

EDERSON -  MAIS UMA VÍTIMA DA VIOLÊNCIA PERPETRADA POR  MAUS PROFISSIONAIS

 

 

EDERSON -  MAIS UMA VÍTIMA DA VIOLÊNCIA PERPETRADA POR  MAUS PROFISSIONAIS

 

 

Os que me acompanham e que me seguem regularmente e fico torcendo para que seja um número considerável, se assim os meus modestos escritos merecerem, sabem que, antes mesmos de tomar ciência da gravidade da lesão do Ederson, contrariando algumas correntes de pensamento, defendia que havia ocorrido uma entrada criminosa do zagueiro Cleberson do Guarany.

 

Baseava os meus argumentos no fato de que o citado zagueiro, num lance em que não havia perigo de gol e mesmo que houvesse não se justificaria tanta truculência, “levantou” o nosso meia a alguns metros do chão, sob as barbas do árbitro, que nem sequer mostrou cartão amarelo, a despeito do time guaraniense já vir desde o início do prélio abrindo a caixa de ferramentas.

 

Na ocasião em que exarava esse comentário eu dava nota quatro para o Avelar Rodrigo, no plano disciplinar e oito no quesito “técnica”.  Essa nota mantenho, contudo,   vou refazer a nota disciplinar alterando-a, com muito boa vontade para dois, isto porque, quando o jogo descambava para a violência por parte do Guarany o citado mediador não adotou as providências inibidoras.

 

Diante desses fatos lamentáveis tenho que afirmar que não podemos demonstrar nenhum apreço pelo Setor de Árbitro da Federação, isto porque quando o Fortaleza não é prejudicado tecnicamente, por via indireta o foi clinicamente, haja vista que se o árbitro tivesse inibido as primeiras jogadas violentas o Ederson não passaria seis meses no estaleiro e em razão da sua idade deve ser afetado psicologicamente.

 

Irresponsabilidade de um jogador que durante toda a partida praticou o jogo violento, sob o beneplácito do Avelar Rodrigo, que deveria raciocinar que como adversário tem um colega de profissão, que semelhante a ele tem responsabilidades familiares.

 

O Cleberson deveria pensar no versículo da Bíblia que nos ensina que “devemos fazer aos outros aquilo que queremos que os outros nos façam”. Recomendo-lhe que leia o Evangelho de São Matheus.

 

Dessa forma, defendo a tese de que o Fortaleza para os demais jogos do campeonato deve buscar árbitro de fora e ao contrário, ainda ser indenizado pelo Setor de Arbitragem da Federação, pelo fato de que passará seis meses sem o jogador e ainda arcará com os custos do seu tratamento.

 

Não sei o posicionamento do Departamento Jurídico do Fortaleza, mas na minha ótica deveriam ser adotadas as medidas cabíveis contra o jogador do Guarany, pois a violência somente será coibida no futebol quando o agressor passar a sofrer as consequências dos seus atos de irascibilidade ou de uso excessivo e descontrolado da força física.

 

O Ederson, em que pese alguns comentários inconsequentes e maldosos, de puro desrespeito ao profissional, fará muita falta ao Fortaleza, especialmente nessas finais de campeonato, por se tratar de uma espécie de coringa, que vinha sendo muito importante no modelo tático do Rogério Ceni.

 

Queremos desejar boa sorte ao Ederson, levando-lhe uma palavra de confiança e o incentivando a ter fé e acreditar que Deus estará ao seu lado, assim como a sua família e todos do Fortaleza, nesses momentos de dor e de incertezas. A fé inquebrantável em Deus faz milagres.

 

Por hoje c’est fini.

Please reload

  • Facebook Social Icon
  • Twitter Social Icon
  • YouTube Social  Icon
  • Instagram Social Icon
POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.