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O ÁRBITRO NÃO PODE NOS PREJUDICAR DUPLAMENTE E FICAR IMPUNE.

 

O ÁRBITRO NÃO PODE NOS PREJUDICAR DUPLAMENTE E FICAR IMPUNE.

 

Quando analisamos um jogo procuramos ser os mais imparciais possíveis e, acima de tudo, não ferir suscetibilidades, contudo, somos passíveis de errar, até porque no futebol o atacante erra o gol e o goleiro, de quando em vez,  sofre gols defensáveis. São os riscos de cada função!

 

Queremos um Fortaleza literalmente forte e cada vez mais vencedor e ficamos exultantes quando podemos elogiar a todos, sem ter que mostrar os erros, o que muito nos constrange. Evidenciar as falhas, contudo, em sendo feito com isenção, na grande maioria tem contribuindo para que as soluções sejam encontradas.

 

Não somos favoráveis a crítica pela crítica, mas à crítica construtiva que, especialmente aponte caminhos, razão por que conclamamos a todos os tricolores a se manterem unidos em torno dos nossos objetivos comuns.

 

Na quinta-feira já teremos a Copa do Nordeste, cuja conquista será muito importante para nós e esperamos que o torcedor compareça em massa para ajudar o Leão a passar por mais essa fase.

 

O Santa Cruz vem de uma derrota acachapante para o Ferroviário, por 3 x 0, mas cada e jogo e cada competição tem a sua história, razão por que o time pernambucano não pode e não deve ser depreciado, desprezado e desacreditado, tendo que ser reputado como um dos grandes clubes da nossa região.

 

O exemplo não está longe. Na primeira rodada perdemos para o Palmeiras, por um placar que não estava nos nossos planos, mas já no jogo seguinte, enfrentamos  o Atlético Paranaense, que havia aplicado goleadas, inclusive sobre o Boca Juniors e o vencemos de forma incontestável.

 

Naquele jogo poucos acreditavam no nosso poder de recuperação e da possibilidade de nos recuperarmos, inclusive psicologicamente, e de forma magistral demos a volta por cima e conquistamos uma grande vitória.

 

Por tudo isso temos que respeitar o nosso adversário, que tem história no futebol nordestino e que também pode ser capaz de recuperar a confiança e de fazer um grande jogo contra o Tricolor, então temos que nos acercar de cuidados, pois o ditado popular nos ensina que “cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém”.

 

O Fortaleza também precisa se recuperar, até porque foi garfado duplamente pelo árbitro Wagner Reway, haja vista que as imagens mostram de forma clara e cristalina que no nosso gol anulado a falta foi cometida em cima do Wellington Paulista e não o contrário.

 

O correto seria que antes da conclusão o árbitro tivesse marcado a penalidade máxima. Diante desses dois erros não temos dúvidas de que teremos que lutar contra os nossos adversários e com esse tipo de potestades, ou desse poder obscuro que, com VAR ou sem VAR mudam o resultado das partidas.

 

Recomendo à Diretoria tricolor que examine também esse lance e faça as reclamações devidas, isto porque ser garfado uma vez já é imperdoável, mas duas numa mesma partida é completamente inadmissível. Se calarmos eles nos derrubarão.

 

Em três rodadas já fomos prejudicados e solapados por duas vezes. “Se calarmos até as pedras falarão por nós”. Se fomos garfados duas vezes em três rodadas imaginem em 38!

 

Consoante o Dicionário Informal, o termo “garfar” na linguagem futebolística significa “o ato de um árbitro furtar uma equipe em favor da outra, roubar um dos contendores”.  Não podemos deixar que isso nos aconteça tacitamente, ou de forma calada e silenciosa.

 

 

Temos que colocar a boca no trombone, pois o provérbio português nos ensina que “quem não fala Deus não ouve”. Esse árbitro não pode nos prejudicar impunemente. A torcida está cobrando uma representação e acredito que a Diretoria adotará as providências cabíveis.

 

Por hoje c’est fini.  

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.