Desenvolvido por:

(88) 9 9776 7362

© 2016 por "Fortaleza Sempre". Orgulhosamente criado com Go Gestor

PONTO DO DOCE

14 May 2019

 

 

 CASSIANO (FILHO DO GERALDINO) - ADVÍNCULA NOBRE E GERALDINO

 

FALTA O PONTO DO DOCE.

 

Em razão de alguns problemas relacionados à saúde não me foi possível analisar de imediato, ou tempestivamente, o resultado do Fortaleza no embate contra o São Paulo.

 

Começo por afirmar que foi um resultado decepcionante, tendo em vista que poderíamos ter vencido, até porque fomos superiores ao nosso adversário.

 

Temos que admitir que não fomos efetivos, posto que perdemos, antes de sofrer gol, pelo menos três oportunidades para sairmos na frente, no placar. Por imperícia desperdiçamos essas chances, que foram raras numa partida de muita marcação.

 

O São Paulo teve apenas uma oportunidade e converteu. Depois do gol criaria mais umas duas, quando o Fortaleza já estava com a guarda baixa, lançando-se todo ao ataque, na tentativa de conquistar o empate.

 

Poderia ter sido nocauteado num dos contra-ataques, sempre perigosos, especialmente pela esquerda da nossa defesa, por onde o São Paulo deitou e rolou no segundo tempo, mormente após a entrada do Hernandes.

 

Num jogo de extrema marcação, de muita aplicação tática era evidente que os gols só poderiam ocorrer como fruto de uma falha do sistema defensivo e foi exatamente o que aconteceu.

 

O Felipe infantilmente perdeu a bola,  pelo menos essa é a opinião da torcida, que tem reclamado da sua falta de atenção nesses lances cruciais, que não foi o primeiro.

 

O São Paulo recuperou a bola e partiu velozmente no contra-ataque, pegando o nosso cinturão defensivo de calças curtas, vez que a nossa equipe se lançava ao ataque.

 

Como resultado o Hernandes, reconhecidamente um grande jogador, recebeu livre na direita, vez que o Carlinhos não guardava a posição e o Roger, que saiu na cobertura escorregou. Na saída do Felipe Alves tocou para o gol, decretando a nossa derrota.

 

O nosso ataque não teve chance de  penetrar na fechadíssima zaga do Tricolor do Morumbi. Dominou, foi agressivo, mas faltava alguém com fome de gol. Por vezes a bola clicava, rodopiava, mas faltava um pé.

 

Esse é um dos nossos maiores problemas, considerando-se que os nossos três atacantes não têm demonstrado aptidões para marcar.  

 

                                             CROINHA - UM DOS NOSSOS MAIORES ARTILHEIROS

 

Que saudades do Croinha, do Geraldino Saravá, do Luisinho das Arábias para citar apenas alguns do passado e, evidentemente, do Gustagol.

 

Como não podemos viver do passado, temos que encontrar a solução agora e na hora. Alguém pode até  se sentir ferido ante as minhas observações, mas  esse é o risco que corremos quando analisamos. Sigo em frente.

 

Após sofrer o gol, de forma persistente o Fortaleza martelou a defesa adversária, mas faltou um meia para encontrar uma brecha e deixar os nossos atacantes na cara do gol.

 

O Dodô entrou muito recuado e não tem esses predicados e ainda não reprisou as atuações do ano passado, assim o Fortaleza foi um time de uma nota só.

 

Cruzamentos e mais cruzamentos pelos lados do campo, a maioria imprecisos e que não encontravam alguém para marcar. E foi assim que perdemos á míngua para o São Paulo.

 

Analisando os compartimentos defendemos que a zaga do Fortaleza está muito bem, vez que  o Quintero veio para ficar e o Roger Carvalho, que vindo de contusão não foi muito bem no ano passado,  mas que no ano em curso vem  se firmando a cada jogo e passando confiança para a torcida.

 

O setor de contenção com Juninho e Felpe, no qual aposto as minhas fichas,   carece um pouco mais de entrosamento. O Felipe necessita ter mais seriedade em momentos importantes da partida, especialmente quando na função de terceiro zagueiro.

 

Foi nessa condição que errou ensejando o contra-ataque que redundou no gol são-paulino, dando margem para a torcida pegar no seu pé. Corrigindo esse erro figurará entre os melhores volantes do Brasil

 

Quanto ao ataque não comentarei, pois a sua   produtividade dos últimos jogos fala por si só. O Rogério terá que reencontrar o sistema que o levou ao título da Série B, que subentende um centroavante plantado; um meia chegando junto ao ataque, à época o Dodô em boa fase e dois laterais apoiando com eficiência. Esse é o ponto do doce.

 

Por hoje c’est fini.

 

   

Please reload

  • Facebook Social Icon
  • Twitter Social Icon
  • YouTube Social  Icon
  • Instagram Social Icon
POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.